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(2006) Twisted Sister – A Twisted Christmas

Por DarkMephisto

 

 

Para não passar o Natal em branco, precisávamos ter um álbum que tenha tudo a ver com o essa data, e nada melhor do que um álbum de uma das bandas mais visualizadas no Roque Veloz esse ano, o Twisted Sister. Esse álbum, foi o último álbum de estúdio gravado pelo TS e contém apenas músicas natalinas que foram arranjadas no melhor estilo TS de fazer música. Um conselho pessoal: Esse álbum só tem graça se ouvir com o volume bem alto!

Melhor Música: Oh Come All Ye Faithful

Pior Música: I’ll Be Home For Christmas

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(27/11/2010) Twisted Sister – Via Funchal – São Paulo – Brasil

Por Bella Brendler

Foto por Meteleco – meteleco.com

Acho que toda resenha de show começa dizendo que o show foi memorável. Eu até tentei pensar em outro jeito de começar, mas foi memorável mesmo. O show do Twisted Sister em São Paulo, um ano após a primeira vinda da banda para o Brasil, trouxe grandes sucessos da banda, a maioria do álbum Stay Hungry (leia a resenha faixa a faixa aqui).
Já dava pra sentir que a noite seria boa no show de abertura. Embora a casa ainda estivesse meio vazia (no Via Funchal, a maioria tem o costume de chegar em cima da hora, e consegue bons lugares mesmo assim), às 20:40 a banda Salário Mínimo veio ao palco e fez bonito. Tocaram clássicos da banda mescladas com faixas do novo álbum, Simplesmente Rock (leia a entrevista exclusiva com a Salário Mínimo aqui), e conseguiram empolgar o público presente. China Lee, além de possuir uma voz impecável, fez uma oração do rock de joelhos no palco, o que fez muita gente dar risada. Durante o show do Salário Mínimo notei que a bateria estava muito alta em uma música, abafando o som das guitarras e do baixo em pleno solo. Em menos de um minuto o problema foi resolvido, a harmonia dos instrumentos voltou, e o Via Funchal marcou mais um ponto.

Setlist Salário Mínimo (abertura):

Eu Não Quero Querer Mais
Beijo Fatal
Dama da Noite
Jogos de Guerra
Delírio Estelar
Anjo
Cabeça Metal
Noite de Rock

Terminado o show do Salário, Leia o resto deste post »

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Entrevista Exclusiva – Salário Mínimo

Por Isabella Brendler

A banda Salário Mínimo surgiu na década de 80, quando o Brasil ainda não tinha uma noção tão completa de hard/heavy. Depois de participarem da coletânea “SP Metal”, em 1987 a banda gravou seu primeiro cd, “Beijo Fatal”, pela RCA. Ficando inativa em 1990 e voltando com toda força e novos integrantes em 2002, a Salário Mínimo agora encara uma boa fase: abertura de grandes shows, como Scorpions e Twisted Sister, lançamento do novo cd “Simplesmente Rock” e a participação no documentário Brasil Heavy Metal. Sorte? Que nada. Os caras batalharam muito pra chegar até aqui, e mostram que com humildade e competência, podem representar o Brasil no cenário do rock mundial. Leia a entrevista exclusiva pro Roque Veloz e perceba que de mínimo, a Salário não tem nada!

LINE-UP:
China Lee (vocal), Daniel Beretta (guitarra), Junior
Muzilli (guitarra e voz), Diego Lessa (baixo e voz)
e Marcelo Ladwig (bateria)

CONTATO:
www.myspace.com/bandasalariominimo
www.bandasalariominimo.com.br
twitter.com/salariominimo

Roque Veloz: Vocês puderam acompanhar as mudanças no rock brasileiro desde a década de 80. O que vocês podem dizer sobre isso? Do que sentem falta?
China Lee: Realmente foram muitas mudanças, nos anos 80 todos queriam ter uma banda com repertório próprio. Nos anos 90 começou a mudar para os covers, que acabaram tirando um pouco o lugar do som próprio, agora acho que as pessoas estão voltando a dar valor novamente para criações originais. Sinto falta da união que havia nas bandas dos anos 80…

Roque Veloz: Em que bandas brasileiras atuais vocês ainda botam fé? Vocês acham que ainda podemos  esperar pelo surgimento de grandes bandas e que ainda podemos acreditar num momento musical comparável aos anos 80?
China Lee: Tem muita gente boa trabalhando, o que falta é coragem de ir pra estrada e ralar bastante, gosto do “Carro Bomba”, “Baranga”, “Comando Nuclear” e muitas outras. Continuo acreditando que vamos dar uma virada de mesa.
Daniel Beretta: Gosto muito de bandas que ainda estão no underground, tem muita banda perdida em bares sem estrutura tentando mostrar seu trabalho, assim como as bandas citadas pelo China. Fizemos muitos amigos e conhecemos várias bandas de nível A, e muitas abriram nossos shows tanto em São Paulo como no interior, se temos chance de uma virada eu não sei, mas bandas para acontecer existem.

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(1984) Twisted Sister – Stay Hungry

Por Bella

Capa do álbum.

O Twisted Sister foi formado em Nova York em 1972 pelo guitarrista Jay Jay French. A banda ficou conhecida por seu visual exagerado, cheio de maquiagem e brilho, caracterísitco do glam e influenciado por David Bowie e New York Dolls. Com a entrada de Dee Snider (vocalista e compositor) em 76 vieram influências de Motörhead, Black Sabbath e Alice Cooper, o que tornou o som deles muito mais interessante e mesclou o glam com o heavy metal de vez. Além disso, Dee é um grande frontman e trouxe o brilho (no sentido figurado, porque brilho no sentido literal o Twisted sempre teve xD) que faltava para as apresentações ao vivo, o que começou a angariar fãs. O ápice dessa melhora aconteceu em 10 de Maio de 1984, quando foi lançado Stay Hungry, o terceiro álbum de estúdio da banda. Stay Hungry é mais comercial e tem um estilo mais desenvolvido que os anteriores, e foi o que chamou atenção da MTV. O próprio Jay Jay chegou a dizer: “Cada banda tem seu momento forte. Stay Hungry é para nós como o Dark Side of the Moon é para o Pink Floyd”. Quis postar sobre esse álbum porque sabemos que algumas vezes um álbum cheio de hits como esse não merece a fama que tem. Pois bem. Nesse caso, merece.

Melhor Música: I Wanna Rock

Pior Música: Don’t Let Me Down

*Todas as músicas compostas por Dee Snider, exceto Burn in Hell.

1 – Stay Hungry (3:05) 5/5

Com uma batida empolgante, riffs rápidos e vocal engrenado, a música homônima abre o álbum com o estilo festeiro do Twisted. Mesmo tendo uma melodia relativamente simples, o vocal é de se admirar, e parece que toda a música é direcionada pra exibir o potencial dele. Isso foi feito de maneira surpreendentemente profissional, de forma que percebemos a potência da voz de Dee, mas não deixamos de notá-la em harmonia com os outros instrumentos, não é algo feito para se sobrepor. O solo também tem uma pitada de exibicionismo, nada fora do normal para uma primeira música.

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