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(1989) Ace Frehley – Trouble Walkin’

Por Hellion

O ano de 1989 foi foda. Muita coisa boa foi feita nesse período, e o que temos aqui hoje é um ótimo exemplo disso, mesmo não sendo um dos mais conhecidos. A carreira solo de Ace Frehley era a mais bem sucedida entre todos os ex-membros do Kiss, porém o segundo álbum do Frehley’s Comet, Second Sighting (1988) não vendeu nada, e a banda precisou ser reformulada. Por questões de marketing, o Frehley’s Comet passou a levar apenas o nome do guitarrista Ace Frehley, e a principal mudança foi a saída de Tod Howarth, que dividia os vocais com Ace desde o primeiro álbum, substituído por Richie Scarlet, amigo de longa data de Frehley, e membro original da banda solo ainda antes do lançamento do primeiro álbum. Trouble Walkin’ foi feito para ser uma volta ao hard rock clássico feito no primeiro solo com o Kiss, distanciando-se do som comercial feito principalmente no álbum anterior. Na cozinha, o fiel escudeiro Anton Fig na bateria e John Regan no baixo completavam o time, que teve ainda a participação do ex-companheiro de Kiss, Peter Criss, e de Rachel Bolan, Dave “The Snake” Sabo e Sebastian Bach, todos do Skid Row nos backin’ vocals. O álbum cumpre o que promete, trazendo a pegada clássica de Ace, com influência de blues e um dos melhores momentos do guitarrista nos solos. Altamente recomendado!

Melhor(es) música(s): Trouble Walkin’ / 2 Young 2 Die

Pior música: Do Ya

1 – Shot Full Of Rock (Frehley/Scarlet) (4:47) 5/5

O Spaceman já chega na voadora com a primeira faixa, uma canção bem forte, na linha da sua clássica “Rock Soldiers”, com um bom riff, bem no estilo do primeiro álbum solo ainda na época do Kiss. O refrão é ótimo também, e os vocais de Ace dão sinal de amadurecimento, em relação a coisas como “Shock Me”, onde o cara simplesmente não sabia cantar. No final, um ótimo dueto de guitarras mostra que o velho Spaceman estava mesmo de volta, mais rock and roll do que nunca.

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(1989) Mötley Crüe – Dr. Feelgood

Capa do álbum

Os caras do Mötley Crüe sempre foram bons em arrumar briga, não importa onde, nem como, alguma confusão sempre parece acontecer em volta deles, e nesses últimos dias não foi diferente, o vocalista Vince Neil está para lançar um livro (“Tattoos & Tequila – To Hell and Back With Rock’s Mots Notorious Frontman”, ainda sem tradução para o português) onde o vocalista com cabelo platinado chega a ofender seu colega de banda Nikki Sixx, afirmando que ele é um idiota e muitas outras coisas, destacando-se o episódio com Sharon Osbourne, sendo que nas últimas semanas os dois andaram trocando ofensas e acusações pela mídia. Acusações e histórias verídicas a parte o livro que saiu lá fora no último dia 23 de setembro deve ser uma leitura e tanto, e fica aqui a recomendação caso você queira se aprofundar mais na história da banda e todas as suas “tretas” nesses longos anos, o livro “The Dirt” (Sem tradução, escrito pelos quatro integrantes da banda), “Tommyland” (Sem tradução, biografia de Tommy Lee, baterista da banda) e “Heroin Diaries” (traduzido para o português como “Heroína e Rock N` Roll: Diário de um ano devastador na vida de uma estrela do Rock”, que conta a biografia do baixista Nikki Sixx), esses livros são realmente muito bons e valem a leitura! E aproveitando o gancho das polêmicas recentes do livro da loira (Vince Neil, não a Xuxa), venho apresentar-lhes a resenha deste magnífico álbum, que é o Dr. Feelgood. Desde seu álbum de estréia (Too Fast For Love, em 1981) a banda sempre inovou seu som de algum jeito, mas Dr Feelgood tinha um “quê” a mais. Durante a turnê de seu álbum antecessor, o “Girls,Girls,Girls” de 1987, o baixista Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e chegou a ser declarado morto por alguns minutos, e devido a uma injeção de adrenalina no coração, Sixx “ressucitou”, e então a banda decidiu se trancafiar em uma clínica de reabilitação durante um ano inteiro. O resultado não podia ser outro, sóbrios, concentrados e utilizando de todo seu talento para fazer música e não merda por aí, os quatro conseguiram compor aquele que eu considero a obra-prima do hard rock, mas ainda faltava algo…Então o produtor Bob Rock, um dos melhores do mundo, foi chamado para produzir o álbum, e o que já era bom, ficou ainda melhor! Dr. Feelgood foi sucesso de crítica e público, atingindo a primeira posição da Billboard por algum tempo, e é até hoje uma inspiração para muitos artistas novos e consagrados, recentemente o álbum, que completou 20 anos foi tocado na íntegra em uma apresentação especial da banda nos EUA, então, sem mais delongas, eis aqui uma resenha do que talvez seja o melhor álbum de hard rock de todos os tempos.

Melhor música: Citaria todas, se fosse possível, hahaha.
Kickstart My Heart

Pior Música: Não há.

1.”T.N.T. (Terror ‘N Tinseltown)”  (Sixx)     0:42 S/N
Uma introdução com barulhos da cidade dá início ao álbum.

2.”Dr. Feelgood”   (Mick Mars, Sixx)     4:50 5/5
E aqui o álbum começa de verdade, com uma introdução memorável nas guitarras, a faixa título começa com energia e peso, empolgando totalmente o ouvinte. Seus versos contam a história de Jimmy, um traficante local que conta como são feitos os “pacotes”, e a ajuda de policiais corruptos no tráfico. Nos versos da música Nikki Sixx faz uma alusão sobre o alívio que as drogas podem Parecer causar:
“Let him soothe your soul, just take his hand/Some people call him and evil man/Let him introduce himself real good/ He’s the only one they call DR. Feelgood” (Deixe ele aliviar sua alma, apenas pegue sua mão/Algumas pessoas o chamarão de homem do mau/Deixe-o se apresentar melhor/Ele é o único que eles chamam de Feelgood) Daí o termo, Feelgood (Sinta-se bem, ao pé da letra). Foi lançado como primeiro single do álbum e atingiu a 6º posição das paradas americanas, também concorreu como melhor performance de hard rock, mas acabou perdendo para o Living Colour. Dr. Feelgood é uma obra-prima do hard rock e provavelmente a música mais lembrada da banda, destaque para os vocais rápidos de vince neil, o refrão poderoso e grudento, e o magnífico solo de Mick Mars, que fica muito mais enérgico ao vivo.

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(1989) Skid Row – Skid Row

Skid row

Capa do Álbum

Skid Row é o álbum de estréia da banda americana de Hard Rock, Skid Row. Vendendo mais de 10 milhões de cópias no mundo inteiro e com o “apadrinhamento” de Jon Bon Jovi, o álbum é uma obra prima do Hard Rock, sendo sempre lembrado em listas do genêro e merece ser escutado do início ao fim.

Destaques do álbum: 18 and life, Big Guns, Youth Gone Wild, I Remember You

1.     “Big Guns”       (Rob Affuso, Bolan,Scott Hill Sabo) (3:36) 5/5

E Logo na faixa de abertura a banda mostra a que veio, uma faixa enérgica com refrão poderoso e uma pegada bem pesada, Big Guns faz explodir energia ao ouvinte, é daqueles Hard n’ Heavy que anima qualquer um, sendo perfeita para esquentar o público em bares, por exemplo.

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