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Os Piores Clipes do Rock #3

A busca pelas pérolas do rock continua!

Em um momento de ócio encontramos mais algumas super-produções hollywoodianas para compartilhar com vocês:

Korpiklaani – Wooden Pints (2003)

Álbum: Spirit Of The Forest (2003)

Korpiklaani, os finlandeses do Clã da Floresta(Korpiklaani em finlandês) e com seu Folk Metal com alto índice de álcool no sangue não foram esquecidos. A música é muito boa, e era pra ser um clipe comum se não fossem alguns detalhes como o baterista que toca descalço,  o vocalista consideravelmente bêbado (assim como o resto da banda) e ele, o nosso personagem principal: Jaakko “Hittavainen” Lemmetty, o violinista. Esse cara merece todos os créditos desse clipe, o carisma dele me assusta. Assistam o clipe e entenderão o que eu estou falando.

Momentos épicos: Aos 0:09, nosso herói Jaakko “Hittavainen” Lemmetty sai de um banheiro ou coisa do tipo tocando seu violino, espero, e com cara de que “peidei mas não fui eu”. Aos 2:26 o banquete e a luta dos músicos também estão nos momentos épicos desse clipe com toda a certeza.

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(02/04/2011) Ozzy Osbourne – Arena Anhembi, São Paulo, Brasil

Por Hellion

Definição de espetáculo? Sim. Espetáculo das bandas, do público, e da chuva, que também foi ver Ozzy Osbourne em São Paulo.

A chuva foi realmente um elemento de grande importância nessa noite. Durante a entrada do público na arena, que ocorreu sem maiores problemas, as nuvens já davam sinal de que ela ia aparecer, e não tardou pra que caísse um balde d’água na cabeça de cada um dos presentes, ainda antes do show de abertura. E por uma boa coincidência, a última gota de chuva caiu enquanto o Sepultura entrava no palco.

A banda é impecável, tocando um set de 13 músicas durante exatamente uma hora, começando às 20:00 e terminando às 21:00 em ponto.
Derrick Green com seu português quase hilário brincou bastante com o público, anunciando as faixas, todas executadas com perfeição. Andreas Kisser também conversou com o público, anunciando a faixa que foi tocada do novo álbum Kairos, que ainda será lançado: Seethe.
Tecnicamente impecável, apesar de eu não ser muito fã da banda.

SetList Sepultura (abertura):

Arise
Refuse/Resist
Dead Embryonic Cells
Convicted In Life
Choke
Seethe
Troops of Doom
Septic Schizo
Escape To The Void
Meaningless Movements
Territory
Inner Self
Roots Bloody Roots

Banda:

Derrick Green (Vocal)
Andreas Kisser (Guitarra, backing vocals)
Paulo Jr. (Baixo)
Jean Dolabella (Bateria)

Terminado o set do Sepultura, começa a retirada dos equipamentos da banda, até que finalmente as 21:30, ecoa pelo Anhembi a introdução “Carmina Burana” de Carl Orff, velha conhecida dos fãs do Madman, e então o velho entra correndo pelo palco levando todos à loucura com sua presença. Após os tradicionais “Go fuckin’ crazy” que só serviram pra deixar a arena inteira ainda mais em êxtase, Ozzy Osbourne instaura a loucura total com sua clássica frase “Let The Madness Begin!” seguida pelos primeiros acordes de “Bark At The Moon”. Assim mesmo, sem vídeo de introdução, sem nada, o cara “chegou chegando”.

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Entrevista Exclusiva – Firewind

Por DarkMephisto e grande ajuda de Hellion e Bella

Formada na Grécia pelo guitarrista Gus G. que é mundialmente famoso e atualmente, substituto de Zakk Wylde na banda de Ozzy Osbourne e também pela sua passagem pela banda Dream Evil. Recentemente, a banda lançou seu último álbum intitulado “Days of Defiance”. O tecladista e guitarrista Bob Katsionis que concedeu essa entrevista e contou desde sua entrada na banda até sobre possíveis shows no Brasil. É uma honra compartilhar essa primeira entrevista internacional do Roque Veloz com todos vocês!

LINE UP:

Apollo Papathanasio (vocais), Gus G. (guitarra), Petros Christo (baixo), Bob Katsionis (teclado/guitarra) e Mark Cross (bateria)

CONTATO:

http://www.firewind.gr/ – Site Oficial
http://www.myspace.com/firewind – MySpace
http://twitter.com/firewindmusic – Twitter

 

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(1970) Black Sabbath – Paranoid

Por guibby

Capa do álbum

No mesmo ano em que foi lançado o álbum de estréia dos britânicos pioneiros (sem trocadilhos, pra quem conheçe a história dos integrantes), a banda lança Paranoid que para muitos é o ponto alto do Black Sabbath, com clássico atrás de clássico a banda conseguiu elevar o nível de qualidade que havia mostrado em seu álbum auto-entitulado, com músicas beirando a psicodelia e temas polêmicos para a época (como guerras). O álbum entrou para a lista definitiva do Heavy Metal, e é uma inspiração para todos os músicos até hoje, diferentemente do primeiro álbum a temática da banda deixou  de ser apenas o ocultismo, com grandes críticas a sociedade como citado anteriormente. O álbum é com certeza um dos mais influentes e contribuiu para o surgimento de diversas bandas de Heavy Metal nos anos seguintes. Originalmente “Paranoid” sairia com o nome de “War Pigs”, mas foi mudado porque os produtores da banda acharam a musica paranoid que tinha sido feita em dez minutos pela banda uma ótima musica,e poderia se tornar um single,que poderia tocar em todas as radios,porem a capa já tinha sido feita para “War Pigs” e já estavam quase lançando o mesmo, então quando mudaram o nome do album para Paranoid,não houve tempo para mudar a capa, que é um tanto mal-feita e tem um cara com uma espada nela. (E não um porco! Malditas piadas internas…)

Melhor música: Iron Man

Pior música: Hand of Doom

Todas as músicas creditadas a Tony Iommi, Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward.

1. “War Pigs” – 7:55 5/5
Um longo acorde dá início a War Pigs, que com seus quase 8 minutos de duração se tornou um hino sagrado do metal e uma das músicas mais importantes do Sabbath. Acredita-se que a banda escreveu a música como um protesto a Guerra do Vietnã, mas quando tocaram-a no meio dos anos 70, a banda usou imagens da Segunda Guerra Mundial (WWII). A música deveria se chamar “Walpurgis”, é um nome de inspiração pagã, que provém de “Wal” (que significa pilha de mortos ou campo de batalha) e “bergs” (proteger), ou, segundo uma outra interpretação etimológica, de “Purag” (castelo ou cidade fortificada, que é defendida na batalha, ou, segundo outros, castelo dos mortos). Remete, portanto, para os derradeiros soldados que enfrentam as forças disformes que ameaçam a “cidade”, a ordem, a forma. Porém durante a gravação do álbum, o título e a letra foram mudados para War Pigs e falava da guerra. Tony Iommi conta que a música era uma “Jam Session”, e o baixista Geezer Butler achou que a versão soava muito satânica para gravarem, por isso mudaram. Enquanto todos os membros da banda se diziam preocupados e querendo protestar contra as guerras, principalmente a do Vietnã, Ozzy Osbourne, vocalista, declarou que nada sabia sobre o Vietnã, e que era apenas uma música anti-guerra, já se demonstrando um grande chapado e despreocupado naquela época. A música aparece constantemente nas primeiras posições de listas como “As melhores músicas do Metal”, “As músicas mais marcantes do Rock” entre outros semelhantes, e também de listas como “Canções inapropriadas” após o atentado de 11/09/2001, que foi feita pelo “Clear Channel Communications” (veja lista completa e outros fatos dela, aqui ), ou seja, uma das faixas mais importantes do metal, que fez com que a banda fosse ainda mais importante para a história do gênero.

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(1983) Ozzy Osbourne – Bark At The Moon

Após a morte de Randy Rhoads, em 1982, Ozzy Osbourne testou vários guitarristas, sem ter encontrado o substituto ideal para o lendário Rhoads. Foram testados guitarristas como Bernie Tormé, Brad Gillis e vários outros, porém sem sucesso. Até que aparece um tal de Jake E. Lee, que havia feito alguns ensaios com a banda de Ronnie James Dio por algumas semanas. O novato tinha um estilo diferente de Rhoads, porém era técnico, criativo e se saía bem tocando as músicas antigas. Da união de Ozzy com seu novo “fiel escudeiro” saiu Bark At The Moon, com uma sonoridade mais moderna para a época, chegando a fazer alguns críticos torcerem o nariz para o álbum. O fato é que Jake E. Lee é um dos guitarristas mais subestimados da história, e a banda como um todo estava em ótima forma, fazendo com que hajam belas pérolas esquecidas nesse que infelizmente é um “álbum de uma música só”. Todas as faixas do álbum são creditadas apenas à Ozzy, porém existe uma briga judicial com o baixista Bob Daisley e o guitarrista Jake E. Lee, que afirmam terem participado ativamente das composições. Esse foi o começo da época mais “porra louca” da vida do Madman, que em turnê com os “bad boys” do Mötley Crüe, assustaram o mundo com histórias de bebedeiras colossais, montanhas de cocaína e muita, mas muita farra no backstage. Eis a oportunidade de conhecer uma das melhores épocas da carreira dessa lenda chamada Ozzy Osbourne.

Melhor música: Centre Of Eternity

Pior música: So Tired

1 – Bark At The Moon (4:17) 5/5

A faixa título já abre o álbum com sua poderosa introdução, facilmente reconhecível. Considero essa a melhor performance vocal de Ozzy em estúdio, apesar do excesso de reverb durante todo o disco. O guitarrista Jake E. Lee faz um ótimo trabalho, demonstrando habilidade com o instrumento. É provavelmente a música mais famosa da carreira solo do Madman, estando presente em vários jogos de vídeo game e sendo tocada até hoje. Vale destacar também que o sucessor de Jake E. Lee na banda, Zakk Wylde, tocava essa música de uma forma bem peculiar, com muitos harmônicos no meio do riff, e tocando abaixo da afinação original, o que na minha opinião, descaracterizava totalmente a música. Portanto, se quiser ouvir uma boa versão de “Bark At The Moon” ao vivo, procure por algum bootleg com Jake E. Lee na banda.

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