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(2006) Twisted Sister – A Twisted Christmas

Por DarkMephisto

 

 

Para não passar o Natal em branco, precisávamos ter um álbum que tenha tudo a ver com o essa data, e nada melhor do que um álbum de uma das bandas mais visualizadas no Roque Veloz esse ano, o Twisted Sister. Esse álbum, foi o último álbum de estúdio gravado pelo TS e contém apenas músicas natalinas que foram arranjadas no melhor estilo TS de fazer música. Um conselho pessoal: Esse álbum só tem graça se ouvir com o volume bem alto!

Melhor Música: Oh Come All Ye Faithful

Pior Música: I’ll Be Home For Christmas

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(1984) Twisted Sister – Stay Hungry

Por Bella

Capa do álbum.

O Twisted Sister foi formado em Nova York em 1972 pelo guitarrista Jay Jay French. A banda ficou conhecida por seu visual exagerado, cheio de maquiagem e brilho, caracterísitco do glam e influenciado por David Bowie e New York Dolls. Com a entrada de Dee Snider (vocalista e compositor) em 76 vieram influências de Motörhead, Black Sabbath e Alice Cooper, o que tornou o som deles muito mais interessante e mesclou o glam com o heavy metal de vez. Além disso, Dee é um grande frontman e trouxe o brilho (no sentido figurado, porque brilho no sentido literal o Twisted sempre teve xD) que faltava para as apresentações ao vivo, o que começou a angariar fãs. O ápice dessa melhora aconteceu em 10 de Maio de 1984, quando foi lançado Stay Hungry, o terceiro álbum de estúdio da banda. Stay Hungry é mais comercial e tem um estilo mais desenvolvido que os anteriores, e foi o que chamou atenção da MTV. O próprio Jay Jay chegou a dizer: “Cada banda tem seu momento forte. Stay Hungry é para nós como o Dark Side of the Moon é para o Pink Floyd”. Quis postar sobre esse álbum porque sabemos que algumas vezes um álbum cheio de hits como esse não merece a fama que tem. Pois bem. Nesse caso, merece.

Melhor Música: I Wanna Rock

Pior Música: Don’t Let Me Down

*Todas as músicas compostas por Dee Snider, exceto Burn in Hell.

1 – Stay Hungry (3:05) 5/5

Com uma batida empolgante, riffs rápidos e vocal engrenado, a música homônima abre o álbum com o estilo festeiro do Twisted. Mesmo tendo uma melodia relativamente simples, o vocal é de se admirar, e parece que toda a música é direcionada pra exibir o potencial dele. Isso foi feito de maneira surpreendentemente profissional, de forma que percebemos a potência da voz de Dee, mas não deixamos de notá-la em harmonia com os outros instrumentos, não é algo feito para se sobrepor. O solo também tem uma pitada de exibicionismo, nada fora do normal para uma primeira música.

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(1984) W.A.S.P. – W.A.S.P. + Animal (Fuck Like A Beast) [Single] + Senta que lá vem história…

Em 1984, ocorre o estouro de mais uma das muitas bandas de hard rock da época, porém essa era diferente. O W.A.S.P. era a banda mais sanguinária, devassa e fora dos padrões que se podia imaginar na época, fato notado tanto em suas letras quanto em seus shows, onde o baixista/vocalista Blackie Lawless arremessava pedaços de carne crua ao púbico e encenava a execução de uma mulher semi-nua no palco, no melhor estilo Alice Cooper. O álbum de estréia do W.A.S.P. (inicialmente entitulado “Winged Assassins”), contava com a faixa “Animal (Fuck Like  A Beast)”, que foi retirada do LP devido ao seu conteúdo, e lançada no mesmo ano como um single por um selo independente. Em relançamentos posteriores, as faixas do single foram incluídas no álbum, portanto temos aqui a análise de um single e um álbum, porém avaliados em conjunto. Confuso? Prepare sua picanha mal passada, pegue sua garota de jeito e ligue o som. Tudo será esclarecido nas próximas linhas. \,,/

Melhor música: Show No Mercy

Pior música: The Flame

Animal (Fuck Like A Beast) [Single]

1 – Animal (Fuck Like A Beast) (3:07) 5/5

O W.A.S.P. vem ao mundo com um de seus clássicos seminais. O riff é certeiro, e o refrão, apesar de seguir a linha das bandas de hard rock da época, não apaga o brilho da faixa, com os vocais agressivos e rasgados de Blackie Lawless. Obviamente a faixa foi alvo de grupos conservadores nos EUA (particularmente o PMRC) devido à sua letra, que cita sexo explícito. No final do post, falarei mais sobre PMRC e as esposas dos senadores. No mais, “Animal…” é um hino do W.A.S.P., que infelizmente não é mais tocado nos shows, devido à recente conversão de Lawless ao protestantismo, o que pôs fim aos clássicos e polêmicos shows teatrais da banda.

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