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(2001) Capital Inicial – Rosas e Vinho Tinto

Por guibby

Capa do álbum

O Capital Inicial vinha de uma mudança na formação original, onde o vocalista Dinho Ouro Preto, havia deixado a banda em 1993 e em 1995 a banda lança o fraco álbum “Rua 47” com Murilo Lima nas vozes. Devido ao fracasso comercial a banda resolve entrar em férias e só voltaria a lançar alguma coisa em 1999, com a volta de Dinho Ouro Preto nos vocais. O álbum fez um grande sucesso emplacando hits como “O Mundo” nas paradas brasileiras, e em seguida a banda grava o “Acústico MTV” que elevou de vez o status da banda, fazendo ser uma das mais tocadas nas rádios brasileiras e superando o sucesso alcançado nos anos 80. O Tempo foi generoso com a banda, principalmente com o vocalista Dinho Ouro Preto que estava cantando de uma forma muito melhor do que nos primeiros álbuns. Rosas e vinho tinto é o nono álbum de estúdio da banda e o primeiro após o novo “estouro” nas paradas, coisa que nem a própria banda acreditava, o álbum teve cinco singles que tiveram grande sucesso no Brasil, incluindo “Olhos Vermelhos” que foi trilha sonora do filme brasileiro “Dom”. Então, como ninguém vive só de pauleira nos ouvidos, aqueles que curtem um pop-rock bem feito, este álbum é ideal pra se ouvir numa tarde, deitado em sua rede e prova que o Capital Inicial é muito mais do que somente aquelas músicas conhecidas que tocam nas rádios. E para aqueles que vão dar piti dizendo que Capital Inicial não é ROQUEVELOZ, este álbum é o primeiro que conta com a participação de Yves Passarell, que tocava com o Viper até 1999 e conta com uma composição de Pit Passarell, irmão de Yves e baixista do Viper.

Melhor música: Algum Dia

Pior música: Isabel

(Olha, não achei outro vídeo com essa música, então foi esse mesmo…)

1. “220 Volts” (Alvin L., Dinho Ouro Preto) 5/5

O álbum começa em um rock despretensioso e até pesado, fugindo um pouco dos padrões atuais da banda, soando algo como sua fase oitentista. Com vocais calmos e quase sussurrados pelo vocalista Dinho Ouro Preto cantando sobre exageros e sempre estar “ligado no máximo”, estando á 220 volts. A faixa é curta, não chega a ter três minutos mas no entanto cumpre muito bem o papel de abertura do disco.

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(1984) SP Metal

Por DarkMephisto

 

No início dos anos 80, o Brasil vivia um período de mudanças políticas e possibilitou uma abertura maior para o exterior e, musicalmente falando, possibilitou uma facilidade no acesso a músicas, álbuns, artistas, entre outros. Nesse contexto, se formavam as primeiras bandas de Heavy Metal aqui no Brasil, que movidas por muita união e dificuldades, conseguiram atingir o sucesso e hoje são vistas como referências no cenário metálico aqui no país.

Em uma época de Hard Rock e Heavy Metal em alta, havia uma grande procura de álbuns e bandas de “Rock Pesado”, porém na Galeria do Rock (na época Grandes Galerias), não existiam tantas lojas especializadas em rock. Foi ai que Luiz Carlos Calanca da loja de discos Baratos Afins,  especializada em rock, por falta de ter uma quantia necessária para lançar todos as bandas que desejava na época,  foi o responsável pelas coletâneas SP Metal I e SP Metal II, que me arrisco em dizer que foi o grande ‘marco zero’ do Heavy Metal brasileiro.

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Entrevista Exclusiva – Salário Mínimo

Por Isabella Brendler

A banda Salário Mínimo surgiu na década de 80, quando o Brasil ainda não tinha uma noção tão completa de hard/heavy. Depois de participarem da coletânea “SP Metal”, em 1987 a banda gravou seu primeiro cd, “Beijo Fatal”, pela RCA. Ficando inativa em 1990 e voltando com toda força e novos integrantes em 2002, a Salário Mínimo agora encara uma boa fase: abertura de grandes shows, como Scorpions e Twisted Sister, lançamento do novo cd “Simplesmente Rock” e a participação no documentário Brasil Heavy Metal. Sorte? Que nada. Os caras batalharam muito pra chegar até aqui, e mostram que com humildade e competência, podem representar o Brasil no cenário do rock mundial. Leia a entrevista exclusiva pro Roque Veloz e perceba que de mínimo, a Salário não tem nada!

LINE-UP:
China Lee (vocal), Daniel Beretta (guitarra), Junior
Muzilli (guitarra e voz), Diego Lessa (baixo e voz)
e Marcelo Ladwig (bateria)

CONTATO:
www.myspace.com/bandasalariominimo
www.bandasalariominimo.com.br
twitter.com/salariominimo

Roque Veloz: Vocês puderam acompanhar as mudanças no rock brasileiro desde a década de 80. O que vocês podem dizer sobre isso? Do que sentem falta?
China Lee: Realmente foram muitas mudanças, nos anos 80 todos queriam ter uma banda com repertório próprio. Nos anos 90 começou a mudar para os covers, que acabaram tirando um pouco o lugar do som próprio, agora acho que as pessoas estão voltando a dar valor novamente para criações originais. Sinto falta da união que havia nas bandas dos anos 80…

Roque Veloz: Em que bandas brasileiras atuais vocês ainda botam fé? Vocês acham que ainda podemos  esperar pelo surgimento de grandes bandas e que ainda podemos acreditar num momento musical comparável aos anos 80?
China Lee: Tem muita gente boa trabalhando, o que falta é coragem de ir pra estrada e ralar bastante, gosto do “Carro Bomba”, “Baranga”, “Comando Nuclear” e muitas outras. Continuo acreditando que vamos dar uma virada de mesa.
Daniel Beretta: Gosto muito de bandas que ainda estão no underground, tem muita banda perdida em bares sem estrutura tentando mostrar seu trabalho, assim como as bandas citadas pelo China. Fizemos muitos amigos e conhecemos várias bandas de nível A, e muitas abriram nossos shows tanto em São Paulo como no interior, se temos chance de uma virada eu não sei, mas bandas para acontecer existem.

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(19/09/2010) Scorpions – Credicard Hall – São Paulo – Brasil

Klaus Meine no Credicard Hall - Foto Por Whiplash.net

Domingo, dia 19/09/2010 foi um dia marcante na história do rock internacional no Brasil, mais precisamente na história de São Paulo, a tradicional banda alemã Scorpions se apresentou pela última vez na cidade pela sua turnê de despedida “Get Your Sting And Blackout World Tour”, e como grande fã da banda, eu não podia deixar de conferir este espetáculo, já que nas últimas passagens pelo Brasil eu não pude comparecer, infelizmente.

Os relatos abaixo formam apenas um artigo de opinião, ninguém precisa aceitar como verdade absoluta e eu não sou o dono da razão, muitas pessoas podem ter uma opinião diferente sobre qualquer tópico mostrado ao decorrer do tópico, qualquer comentário é bem vindo, desde que gere uma sadia discussão sobre gostos, civilizadamente. O Post é longo e se trata de uma crítica a vários pontos, desde a organização do show, do local do evento, da estrutura do transporte público de São Paulo,e não falta elogios a apresentação em alguns de seus detalhes, então se você tiver paciência, leia e comente se puder…

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(1986) Titãs – Cabeça Dinossauro

Capa do álbum

Cabeça dinossauro é o terceiro álbum da banda brasileira Titãs, e o primeiro da banda a alcançar disco de ouro, em apenas 6 meses. Após dois discos que não conseguiram “capturar” muito bem a essência da banda, os músicos tentaram inovar com algo mais pesado dessa vez, e deu certo, com uma mistura de Punk Rock, Reggae e algo pop, “Cabeça Dinossauro” é um marco na história do rock n’ roll nacional e um clássico absoluto do titãs, com músicas para todos os gostos.
A capa foi baseada em um esboço do pintor italiano Leonardo Da Vinci, intitulado A expressão de um homem urrando. Em 1997 a revista Bizz elegeu Cabeça Dinossauro como sendo o melhor álbum de poprock nacional com 11, de suas 13 faixas sendo executadas em rádios.

Melhor Música: Polícia

Pior Música: A Face do Destruidor

1. “Cabeça Dinossauro” (Arnaldo Antunes, Branco Mello, Paulo Miklos) – 2:20 5/5
A Faixa de abertura e título do álbum mostra quão a banda era inovadora para a época, com pouco mais de 2 minutos de música, possuí apenas 3 versos, algo inusitado no brasil, tem um instrumental bacana e cativante, com guitarras pesadas e uma batida de bateria inspirada em tambores indígenas da tribo Xingu, mostrando também o lado cultural que a música brasileira pode ter. Com participação especial de Liminha na percussão.

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