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(2010) Torture Squad – AEquilibrium

Uma das mais promissoras bandas de Thrash/Death Metal do país, o Torture Squad vem sendo destaque não só aqui no Brasil como no exterior também. Após o sucesso mundial vencendo o Metal Battle 2007 durante o festival Wacken Open Air (Alemanha), o Torture Squad assinou com a Wacken Records e gravou o consagradíssimo Hellbound. AEquilibrium, trás toda a brutalidade, mesclando o Thrash com o Death e trazendo riffs e pegadas com bastante referência a cena dos anos 80 e 90.

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(02/04/2011) Ozzy Osbourne – Arena Anhembi, São Paulo, Brasil

Por Hellion

Definição de espetáculo? Sim. Espetáculo das bandas, do público, e da chuva, que também foi ver Ozzy Osbourne em São Paulo.

A chuva foi realmente um elemento de grande importância nessa noite. Durante a entrada do público na arena, que ocorreu sem maiores problemas, as nuvens já davam sinal de que ela ia aparecer, e não tardou pra que caísse um balde d’água na cabeça de cada um dos presentes, ainda antes do show de abertura. E por uma boa coincidência, a última gota de chuva caiu enquanto o Sepultura entrava no palco.

A banda é impecável, tocando um set de 13 músicas durante exatamente uma hora, começando às 20:00 e terminando às 21:00 em ponto.
Derrick Green com seu português quase hilário brincou bastante com o público, anunciando as faixas, todas executadas com perfeição. Andreas Kisser também conversou com o público, anunciando a faixa que foi tocada do novo álbum Kairos, que ainda será lançado: Seethe.
Tecnicamente impecável, apesar de eu não ser muito fã da banda.

SetList Sepultura (abertura):

Arise
Refuse/Resist
Dead Embryonic Cells
Convicted In Life
Choke
Seethe
Troops of Doom
Septic Schizo
Escape To The Void
Meaningless Movements
Territory
Inner Self
Roots Bloody Roots

Banda:

Derrick Green (Vocal)
Andreas Kisser (Guitarra, backing vocals)
Paulo Jr. (Baixo)
Jean Dolabella (Bateria)

Terminado o set do Sepultura, começa a retirada dos equipamentos da banda, até que finalmente as 21:30, ecoa pelo Anhembi a introdução “Carmina Burana” de Carl Orff, velha conhecida dos fãs do Madman, e então o velho entra correndo pelo palco levando todos à loucura com sua presença. Após os tradicionais “Go fuckin’ crazy” que só serviram pra deixar a arena inteira ainda mais em êxtase, Ozzy Osbourne instaura a loucura total com sua clássica frase “Let The Madness Begin!” seguida pelos primeiros acordes de “Bark At The Moon”. Assim mesmo, sem vídeo de introdução, sem nada, o cara “chegou chegando”.

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(2010) Crazy Lixx – New Religion

Por Joaora

Os suécos do Crazy Lixx entraram o ano de 2010 prometendo um novo álbum e lançaram o tão esperado New Religion, apenas o segundo álbum da banda. Para a felicidade dos fãs que aguardavam anciosamente o novo tape, a sonoridade da banda pouco mudou do já clássico e debut Loud Minority. Canções como 21 ‘Til I Die, My Medicine e Rock and a Hard Place mostram a qualidade e o poder Hard de uma das bandas mais promissoras da Europa! Apenas 2 CDs, foi o que a banda precisou para se destacar no cenário musical atual e ser uma das melhores da atualidade!

Anciedade e Dúvida…. Esses eram meus sentimentos quando no meio do ano passado baixei  esse álbum dos suécos, felicidade e a esperança que o rock ainda ta vivo foram os sentimentos que me afloraram quando 60 minutos depois terminei de ouvi-lo.

Melhor Música: My Medicine (R.O.C.K)

Pior Música: Voodoo Medicine

1 – Rock and a Hard Place  ( Rexon e Dawson) (3:53) 4,5/5

 Após 3 anos sem lançar nada, voltamos a ouvir a voz de Danny Rexon ( principal compositor do álbum) a soar nos alto falantes, cantando novas músicas com o Lixx. Energia, além de mixers são coisas que não faltam na primeira canção. A primeira impressão é que se parece que está ouvindo uma bonus track do antigo álbum, nada de muito complexo como solos avassaladores ( mesmo tendo um fodástico solo de guitarra aqui) e viradas excepcionas na bateria são notados na primeira faixa. A voz de Rexon também se mantém moderada, sem ser muito exigida, mas mesmo assim com a aparente simplicidade Rock and a Hard Place agrada os antigos fãs que esperavam anciosamente para voltar a ouvir a barulheira habitual da banda. O refrão sem sombras de dúvidas pode entrar no ápice do álbum, como sendo um dos melhores deste!

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(27/11/2010) Twisted Sister – Via Funchal – São Paulo – Brasil

Por Bella Brendler

Foto por Meteleco – meteleco.com

Acho que toda resenha de show começa dizendo que o show foi memorável. Eu até tentei pensar em outro jeito de começar, mas foi memorável mesmo. O show do Twisted Sister em São Paulo, um ano após a primeira vinda da banda para o Brasil, trouxe grandes sucessos da banda, a maioria do álbum Stay Hungry (leia a resenha faixa a faixa aqui).
Já dava pra sentir que a noite seria boa no show de abertura. Embora a casa ainda estivesse meio vazia (no Via Funchal, a maioria tem o costume de chegar em cima da hora, e consegue bons lugares mesmo assim), às 20:40 a banda Salário Mínimo veio ao palco e fez bonito. Tocaram clássicos da banda mescladas com faixas do novo álbum, Simplesmente Rock (leia a entrevista exclusiva com a Salário Mínimo aqui), e conseguiram empolgar o público presente. China Lee, além de possuir uma voz impecável, fez uma oração do rock de joelhos no palco, o que fez muita gente dar risada. Durante o show do Salário Mínimo notei que a bateria estava muito alta em uma música, abafando o som das guitarras e do baixo em pleno solo. Em menos de um minuto o problema foi resolvido, a harmonia dos instrumentos voltou, e o Via Funchal marcou mais um ponto.

Setlist Salário Mínimo (abertura):

Eu Não Quero Querer Mais
Beijo Fatal
Dama da Noite
Jogos de Guerra
Delírio Estelar
Anjo
Cabeça Metal
Noite de Rock

Terminado o show do Salário, Leia o resto deste post »

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(19/11/2010) André Matos – SESC Santo André

André Matos

Por guibby

Frequentemente o Sesc Santo André traz apresentações de renome no Heavy Metal para exibições acessíveis (que geralmente não passam de R$ 20,00 a inteira) e agradáveis, ou seja, sem aqueles empurrões de atrasadinhos para chegar mais perto do palco ou aqueles bêbados chatos que te incomodam o show inteiro (não, não sou aquele cara fresco, que não pode esbarrar que já dá chilique…o que vem acontecendo muito nos últimos tempos, mas isso é assunto para um outro texto, onde a autora Bella Brendler irá falar mais sobre o assunto) e na sexta feira, dia 19 de novembro foi a vez de André Matos e sua banda solo tocarem no espaço de eventos do clube.
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