Posts Marcados 2004

(2004) Vision Divine – Stream of Consciousness

Fundada pelo guitarrista Olaf Thorsen originalmente para ser apenas um projeto paralelo à sua banda na época (o Labyrinth), contava com músicos de peso como o vocalista Fabio Lione (Rhapsody of Fire), que gravou os dois álbuns anteriores a esse e por alguns problemas teve que abandonar a banda (graças a Deus) e o escolhido foi o até então pouco conhecido, Michele Luppi. Esse álbum, particularmente falando, possui a formação que até hoje vejo como perfeita, ao longo de toda a história do Vision Divine:

Olaf Thorsen (guitarra)
Michele Luppi (vocal)
Oleg Smirnoff (teclado)
Andrea “Tower” Torricini (baixo)
Matteo Amoroso (bateria)

*E ainda podemos colocar nessa formação o guitarrista Frederico Puleri, que se juntou a banda durante a tour desse álbum (ao qual podemos vê-lo no DVD gravado durante esse álbum, o Stage of Consciousness). Leia o resto deste post »

, , , , , , , ,

Deixe um comentário

(2004) Paralamas do Sucesso – Uns Dias Ao Vivo [ CD Simples ]

Por Joaora

E eis aqui a primeira resenha de um álbum ao vivo, do nosso humilde blog. Venho estreiar tal feito resenhando uma das bandas mais importante do cenário brasileiro, os incansáveis Paralamas do Sucesso, líderados pelo mestre Hebert Vianna.

Uns Dias Ao Vivo foi gravado em 2003 no Olympia, em SP e obteve ótimas vendagens, é um disco em que se pode notar musicas de diversas fases da banda, contando com inúmeros convidados e uma homenagem à Legião Urbana, o disco para os fãs brasilieros da banda agrada e muito. Se você é daqueles que gosta de um bom álbum ao vivo, que toca aqueles clássicos gravados no estúdio de forma única e magistral, bote o Ao Vivo do Paralamas para tocar e curta a boa música!

Melhor Música: Uns Dias


Pior Música: La Bella Luna ( A apresentação ao vivo, não condiz com o álbum Uns Dias, peguei uma versão ao vivo aleatória)


1 – O Calibre (4:38) (Herbet Vianna) 4/5

Uns pequenos segundos de agradecimento de Hebert Vianna, e logo depois O Calibre começa a tocar, a canção aqui em certos momentos faz o ouvinte esquecer que se está ouvindo um disco ao vivo. Um riff pesado e direto do baixo de Bi-Ribeiro é muito notado na primeira música. O instrumento do músico ainda viria a ser destaque em muitas outras faixas… O baixo nada está baixo durante todo o álbum ( trocadilho infame)…A letra dessa canção é muito inspirada, me agrada bastante!

Vivo Sem Saber Até Quando ainda Estou Vivo

Sem Saber o Calibre do Perigo

Eu não sei… Da onde vem o Tiro…

Leia o resto deste post »

, , , , , , , , , , , , ,

1 comentário

(2004) My Chemical Romance – Three Cheers for Sweet Revenge

Por Joaora

Muitas pessoas devem estar pensando agora: “My Chemical Romance no RoqueVeloz, que lixoo”…Tenho apenas uma coisa a dizer a vocês que estão pensando nisso agora:  “Abram suas mentes cabeças de bagre, bote esse CD para tocar e curtam a boa música, independente de seu rótulo”

Segundo álbum da banda americana Three Cheers for Sweet Revenge é considerado um disco conceitual, e conta a história de um casal morto em um tiroteio, ( vale dizer que essa história começou no primeiro álbum da banda) o marido morto acaba no purgatório, separado da mulher, e o único jeito de voltar a vê-la, mesmo depois de mortos é voltando a terra e matando 1000 homems maus… Uma história digna de mangá. O som da banda mostra-se bem mais evoluído do que se comparado ao do primeiro álbum, as guitarras mais trabalhadas e as melódias e letras mais complexas… Emo ou não, de gay ou não, saiba que este segundo álbum da banda me agrada e por isso deu vontade de fazer essa resenha… Aos interessados, boa ouvida e leitura…xxD

Melhor Música: Thank You for The Venom

O poder hardcore da banda fica bem evidente nessa apresentação.

Pior Música: Hang ‘Em High


Todas as canções foram escritas por Gerard Way

1 – Helena (3:22) 5/5

O álbum abre simplesmente com o maior hit do grupo, a canção que fez as paradas da MTV estourarem. O clipe é bem elaborado e fez a carreira da banda ganhar mais status:

Helena foi o terceiro single do disco e entre os 4 singles foi o que mais bombou nas paradas americanas atingindo a modesta 33ª posição.Uma introdução lenta faz com que o ouvinte espere a explosão da música a qualquer momento, e quando ela acontece a bateria espancada por Pelissier toma uma velocidade exorbitante, diminuindo apenas no refrão que é mais lento e melódico que os versos comuns. Aliás o refrão da música é o melhor do álbum certamente, te faz querer cantar junto com a voz pouco exigida de Gerard. A fórmula da maioria das músicas do álbum é praticamente a de Helena: Versos cantados de maneira mais acelerada com uma batida rápida e um refrão mais melódico e apelativo.

Se você não gostou da primeira faixa, dificilmente irá apreciar o restante do álbum….Então pare por aqui!

Leia o resto deste post »

, , , ,

1 comentário

(2004) Brides of Destruction – Here Come the Brides

Capa

Para os poucos que conhecem eis aqui a resenha de um ótimo álbum que se foi produzido na década 2000 (algo raro ultimamente)… Para os que não sabem Brides of Destruction foi a banda do  grande baixista do Motley Crue Nikki Sixx, aqui é o único vestígio de estúdio que se tem de Nikki tocando com sua antiga banda, a formação ainda contava com Traci Guns o ex guitarrista fodástico do L.A. Guns….Um time de peso… Para quem nunca ouviu essa pérola, que possui ótimas músicas dignas da dupla, vale a pena dar uma conferida!

Melhor Música: Life

Pior Música: I don’t Care

1 – Shut the Fuck Up (Nikki Sixx, London Legrand, Traci Guns) (3:03) 4/5

A primeira música mostra uma banda agressiva e selvagem… O som do quarteto aqui visto nada parece com os sons das americas Motley Crue e L.A.Guns… Está quase beirando um Punk, a letra é bastante suja e fala sobre as merdas dos presidentes…xxD… O refrão é cantado por LeGrand com raiva e sem muitos esforços vocais, repleto de efeitos eletrônicos em sua voz! Shut  the Fuck Up foi o único single do álbum e não obteve grandes sucessos na mídia!

Leia o resto deste post »

, , , , , ,

6 Comentários

(2004) Hibria – Defying the Rules

Capa

A banda gaúcha Hibria dá suas caras ao mundo com esse que é seu primeiro álbum, que hoje é referencia no cenário nacional atual. As influências melódicas, velocidade e técnica, são conceitos presentes na característica da banda, ao qual pode ser percebida em todo o álbum da banda.

Melhor música: Defying the Rules

Pior Música: Living Under Ice

1 – Steel Lord on Wheels – (3:53) 5/5

Com uma introdução rápida na bateria seguido por um riff curto e direto, o Hibria inicia um dos mais importantes álbuns do metal nacional da atualidade. Essa é uma música que chega com tudo e é só um adiantamento do que vem a ser esse álbum. Tem um refrão com muita musicalidade, cantado com um vocal de Iuri Sanson que é bem agressivo e ao mesmo tempo lírico, característica dos vocalistas de Power. Não tem como deixar de falar da dupla Abel Camargo e Diego Kasper nas guitarras com seus solos virtuosos e tocados em dueto.

Leia o resto deste post »

, , , ,

Deixe um comentário

%d blogueiros gostam disto: