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(1973)The Who – Quadrophenia + Biografia da Banda

Por DiNebbia

Estava eu olhando as reviews já feitas e então me toquei “Caralho não tem The Who aqui… Como assim não tem The Who?”, então fui perguntar pro Hellion pra ver se tinha alguém fazendo Who e NÃO, ninguém nem queria fazer do Who então estou aqui todo feliz em estrear essa banda no Roque Veloz e a pedido do parceiro Hellion, vou resenhar o álbum Quadrophenia.

The Who, banda britânica formada por Pete Townshend (guitarra), Roger Daltrey (vocais), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria), certamente antes deles já existia rock, mas foi a banda que renovou colocando raiva nas músicas, também por ser uma banda pós-guerra suas letras eram libertadoras mostrando o ponto de vista dos jovens, parte dos seu sucesso vem disso, adolescentes que depois de tanta opressão encontram uma banda que os entende e expressa isso em suas letras.

Também temos o fato de que Who inventou a “destruição” nos palcos, Pete Townshend foi o primeiro a destruir a guitarra num show e quando não era ele Keith Moon chutava a bateria plataforma à baixo, enfim a banda também é pai da ópera rock, Tommy (1969) foi o primeiro álbum entitulado como ópera rock e pra provar que eles sabiam o que estavam fazendo reforçaram o novo estilo com Quadrophenia, lembrando que ambos viraram filmes.

Melhor Música : Não vou citar apenas uma, mas também pra não ficar palhaçada vou citar uma por lado (Séria injusto deixar algumas faixas de fora desse “titulo”)
Disco Um
Lado A : The Real Me
Lado B : Is it in my Head

Disco Dois
Lado A : 5:15

Lado B : The Rock

Pior Música : Helpless Dancer

Todas as canções compostas por Pete Townshend.

Disco Um

Antes de começar a resenhar vou dar algumas explicações sobre o Quadrophenia, o álbum conta a historia de um jovem esquizofrênico, o jovem tem quatro personalidades (dai que vem o nome do álbum, uma modificação de “quatro personalidades” e esquizofrenia) cada qual derivada de um membro da banda, as faixas que mostram cada personalidade são :

“Helpless Dancer” (Roger Daltrey);

“Doctor Jimmy” (John Entwistle);

“Bell Boy” (Keith Moon);

“Love Reign O’er Me” (Pete Townshend).

O encarte original do LP vinha com citações do Pete sobre a historia que ocorria em cada faixa, então para tudo ficar mais claro irei mostrar suas citações e logo em seguida resenhar a faixa, aproveitem o show ;* .

Lado A


“I am the Sea” – 2:08

Pete Townshend: “Nossa história começa em uma rocha no meio de um tempestuoso oceano…”

Funciona assim, barulho de mar, é isso.

Fala que ele está na rocha pensando, mas na historia ele só vai pra rocha no final então imagino que a ópera se trate do carinha lembrando do seu passado ou algo assim, nunca entendi essa faixa ao certo, então nem vou julga-la como música.

“The Real Me” – 3:22   5/5

Pete Townshend: “Checando se está tudo em ordem com uma visita rápida ao psiquiatra, uma conversa em casa e até buscando os conselhos de um padre. Segurança mental infelizmente não é obtida.”

Música incrível, com um instrumental excelente, se separar cada instrumento e ouvi-lo sozinho perceberemos a grandeza da faixa, o show do baixista do inicio ao fim, a pegada empolgante da guitarra, as viradas e batidas de bateria e o vocal cativante e totalmente único, não posso descrever o quão boa é essa música, no seu lugar eu ia ouvir agora pra entender a grandeza de tudo.

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(1976) Blue Öyster Cult – Agents of Fortune

 

Capa

 

CULTURA!!!….Ouvindo Agents of Fortune o ouvinte certamente adquiri muita cultura para si. O 4ª álbum da banda estadunidense tem diversas citações interessantíssimas em suas letras, entre elas, do mago H.P.Lovercraft e do louco e visionário Edgard Allan Poe, diferente de bandas aclamadas que fazem letras sem algum ideal, se preocupando somente com a parte instrumental. Blue Öyster Cult consegue assimilar bem as duas coisas: Letras sombrias e bem feitas e instrumentos bem tocados ( Destaque logo aqui na introdução para Joe Bouchard, um dos melhores baixistas que eu já ouvi tocar na minha vida, um pouco desconhecido hoje em dia, infelizmente). O melhor CD do Blue Öyster Cult, clássico de toda uma década resenhado você só encontra aqui no @RoqueVeloz….COME ON LITTLE BOYS!

Melhor Música: (Don’t Fear) The Reaper

Pior Música : Tenderloin

1 – This Ain’t the Summer of Love (Albert Bouchard, Murray Krugman, Don Waller ) 2:20  5/5

O começo de tudo já é avassalador. Um riff certeiro e bem executado de guitarra da as boas vindas ao ouvinte! A canção passa de uma maneira rápida, sendo a menor do álbum, gosto bastante da pegada bem Hard típica dos anos 70. Altera entre momentos de versos lentos e o refrão mais acelerado que contém a bateria mais técnica e veloz. Ótima abertura.

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(1973)Thin Lizzy – Vagabonds of the Western World

Capa do álbum

Não tem como falar de Roque sem mencionar Thin Lizzy, Deep Purple ou Black Sabbath, no meu ponto de vista esses 3 são pais da nossa pátria.

É isso ae, aqui vou falar sobre um dos melhores álbuns da carreira da banda irlandesa Thin Lizzy, se bem que ainda não ouvi nenhuma coisa ruim vindo desses caras. Phil Lynott liderou a banda enquanto vivo e foi um dos poucos negros a se dar bem com roque. O cara fazia de tudo: compositor, vocalista e baixista. Vagabonds of the Western World foi o terceiro álbum deles e o ultimo que Eric Bell participou (guitarrista original da banda), na bateria estava um amigo de infância de Lynott o grande Brian Downey.

Vale a pena mencionar que o Vagabonds of the Western World foi relançado várias vezes. A versão original tinha apenas 8 faixas e em 1991 quando foi relançado em cd tinha 4 faixas extras, e em 2007 uma versão de luxo foi gravada com 2 cd’s, o primeiro com 13 faixas e o segundo com 18. Como 31 é muito pra se falar sendo algumas repetidas vou estar criticando o cd de 1991 que tem um clássico da cultura irlandesa “Whiskey in the Jar”.

Melhor música : “Vagabonds of the Western World”

Pior música : “Black Boys on the Corner”

1.”Mama Nature Said” (Phil Lynott) – 4:52   4/5

Um ótimo rock/blues, os guitarristas que nem eu não conseguem botar defeito em Thin Lizzy por que o Eric não deixa escapar nada, mas fazer o que, a musica é boa e o solo bem trabalhado já chega mostrando o que esperar da banda. O grande Lynott tem um vocal cativante demais, embora seu inglês seja enrolado, do inicio ao fim  mostra que como baixista ele é o cara, o que poderia ser melhor planejado é a bateria que fica enjoada, na minha opinião ela devia ser mais maneirada pra combinar com a guitarra que percorre a musica fazendo varias frases tipicas de mestres do blues.  Leia o resto deste post »

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(1973) Alice Cooper – Billion Dollar Babies

Eis aqui provavelmente o álbum mais famoso de Alice Cooper, e o melhor do Alice Cooper Group. Billion Dollar Babies contou mais uma vez com a produção do grande Bob Ezrin, responsável por várias obras de arte do rock/metal, e está repleto de clássicos da Tia, que entrava em sua fase mais teatral. Sem muitos comentários adicionais, aqui vai mais um da Tia Alice, tão presente no nosso humilde Roque Veloz, here we go!

Melhor música: Elected

Pior música: Mary-Ann

1 – Hello Hooray (Kempf) (4:14) 3/5

A abertura do álbum é bem espalhafatosa, com um ar épico de show business antigo. A letra, escrita por um compositor canadense, soa irônica com Alice nos vocais, e era dessa forma também que iniciavam-se os shows da turnê deste disco. Na verdade a primeira faixa parece mais uma introdução, um tanto quanto extensa, é verdade. Mas ainda assim uma introdução. A coisa melhora logo a seguir.

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(1973) Pink Floyd – The Dark Side of The Moon

Capa do album

“The Dark Side of The Moon” é o nome do oitavo albúm da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd. É um albúm conceitual que fala das pressões da vida, como tempo, dinheiro, guerra, loucura e morte.

Por muitos, é considerado o melhor albúm do Pink Floyd. A partir desse album, a banda começa a soar menos “psicodélica” (Como em “Atom heart Mother” e “The Piper at the gates of dawn”).É um marco na história do Rock progressivo, pois possui musicas que acabaram sendo muito bem aceitas pelas rádios da época e de até hoje (como Money e Time).É, também, um dos albuns mais vendidos da história.

A capa não possui nenhum significado particular.

Enfim, é indispensável para qualquer pessoa que queria começar á decobrir o rock progressivo.

Melhor música: Time

Gosto bastante da atmosfera de Time. Comentarei mais á frente sobre isso

Pior música (menos melhor haha): Any Colour you like


Apesar de ser um instrumental bem legal, é a música mais “fraca”do album.

LP original de 1973

Cada lado do album é uma continua peça de música.As cinco faixas em cada lado refletem varios estagios da vida humana, começando e terminando com batidas de coração, explorando a natureza da experiencia humana e, ( de acordo com Waters) , “empatia.”

Lado A

  • 1-“Speak to Me
  • 2- “Breathe (Nick Mason, David Gilmour, Roger Waters, Rick Wright) – 3:59 (5/5)

Uma ótima maneira de se iniciar um album conceitual. Inicia com batidas de coração e algumas vozes…então esse “fundo” vai crescendo até chegar na música “Breathe”.

Breathe é uma música linda. Uma melodia um tanto quanto “funk”, contudo, com muito felling.Não há como não cantar “breeeaathee…breathe in the aiiirr”.

A musica enfoca o “stress”continuo enquanto vivemos ( “don’t be afraid to care”).

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