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(1971) Alice Cooper – Love it to Death

Love it to Death é o 3ª álbum da até então banda Alice Cooper, foi em sua época muito elogiado pela crítica, alcançando status de clássico do grupo após ser disco de platina. Vale ressaltar que Love it to Death é da banda Alice Cooper, e não um disco solo do cantor Vincent Furnier, que anos mais tarde adotaria o nome da banda para si. Muitos fãs, inclusive eu, considera este tape o melhor já feito pela banda, o principal da década de 70. Produzido por Bob Ezrin, aclamado produtor de bandas como Pink Floyd e Kiss, Love it to Death foi estardalhaço pra sua época, e continua sendo um estardalhaço até hoje. Foi muito importante para as apresentações ao vivo do grupo, na turnê de Love it to Death a banda começaria a usar, as famosas cobras, a camisa de força e as primeiras formas de morte do vocalista (Vincent Furnier).

Melhor Música: I’m Eighteen

Pior Música: Hallowed be My Name

Vídeo esse tocado pela banda original que toca no CD, anos após se separarem de Vincent Furnier( Que anos mais tarde adotaria o nome Alice Cooper para si).


1 – Caught in a Dream ( Michael Bruce)3:10     5/5

O álbum abre de uma maneira bem cadenciada, o baixo nesta primeira faixa tocado por Dennis Dunaway tem uma linha que dita o ritmo leve da música. Glen Buxton o guitarrista principal da banda na época se apresenta aos ouvintes de  Love it to Death fazendo um belo solo em seu instrumento. Uma boa música que tem uma letra interessante. Abre de uma boa forma o álbum.

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(1971) Black Sabbath – Master Of Reality

O terceiro álbum do Black Sabbath foi lançado em 1971 e traz algumas peculiaridades em relação aos anteriores: agora a guitarra de Tony Iommi e o baixo de Geezer Butler estão afinados um tom e meio abaixo, tornando esse provavelmente o álbum mais pesado do Sabbath em termos de sonoridade.

Melhor música: Embryo/Children Of The Grave

Pior música: After Forever

1 – Sweet Leaf (Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Geezer Butler/Bill Ward) (5:05) 5/5

A tosse de Tony Iommi (após fumar um baseado) abre o disco seguida de um dos riffs mais clássicos do Sabbath. A música é uma declaração de amor à maconha, e os vocais de Ozzy Osbourne soam potentes. Grande destaque também para o baixo de Geezer Butler.

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