Entrevista Exclusiva – Freedom Call

Os músicos Chris Bay e Dan Zimmermann (Gamma Ray), formaram uma banda cover e anos mais tarde de acordo com a cena Power Metal no sul da Alemanha deram continuidade ao trabalho juntos e formaram outra banda então com músicas próprias e mimimis mais a fundo, então o Freedom Call foi fundado e hoje é uma das mais importantes bandas do cenário Power não só na Alemanha, mas no mundo todo.

Gostaríamos de compartilhar essa entrevista concedida pelo guitarrista Lars Rettkowitz que em nome da banda respondeu as perguntas para nós e já agradecê-lo pois demonstrou toda a transparência, seriedade e profissionalismo nessa entrevista (ao contrário de bandinhas por aí – em breve, post sobre isso).

LINE UP:

Chris Bay(vocal e guitarra), Lars Rettkowitz (guitarra), Samy Saemann(baixo), Klaus Sperling (bateria)

CONTATOS:

http://www.freedom-call.net/ Site Oficial
http://www.myspace.com/callforfreedom MySpace
http://www.youtube.com/FreedomCallTV YouTube

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(2012) Primal Fear – Unbreakable

Capa do Álbum

 

O ano mal começou e já contamos com um lançamento de peso para 2012 e bota peso nisso. Uma das bandas mais promissoras da atualidade – o Primal Fear, lançou seu nono disco de estúdio e dá uma aula de Metal sem soar datado ou manipulado. Riffs contagiantes e uma paulada atrás da outra, com competentes vocais de Ralf Scheepers, que poderia muito bem substituir Rob Halford no Judas Priest, como já foi cogitado uma vez. Em várias entrevistas a banda afirma que Unbreakable é uma volta as origens e cumpre sua promessa ao longo do play, embora os alemães estavam fazendo muito bem o seu trabalho, uma visita ao passado é sempre bem-vinda. Ainda mais quando esse passado é brilhante como o do Primal Fear, mas enfim…vamos ao álbum.

Grandes destaques do álbum: Bad Guys Wear Black, And There Was Silence e Marching Again

1 – Unbreakable (Part 1) – 1:37  S/N


Uma introdução com clima épico dá inicio a um dos álbuns mais aguardados de 2012, apesar não termos passado da metade de Janeiro…

2 – “Strike” – 4:39 5/5


Põe no talo: o riff de Strike é daqueles que merecem ser ouvidos no volume 11 de tão impactante que soa, uma boa música pra abrir o álbum e poderia abrir os shows também, pra animar o público já que tem um refrão empolgante e vocais animadores…os agudos de Ralf Scheepers são inquestionavelmente os melhores do metal desde que Rob Halford deu os seus berros em Painkiller no ano de 1990…

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(1981) Foreigner – 4

Primeiro algumas afirmações:

 *NUNCA julgue um álbum pela primeira audição.

 *NUNCA ouça um álbum a primeira vez dentro de um ônibus com um MP3 de 50 reais e um fone de 1,99.

Agora uma Historinha:

 Meados de 2010, e lá estava eu colocando pela primeira vez o fone no ouvido com a voz de Lou Gramm soando nele. Lá estava eu falando mal de Mick Jones e pensando alto que Lou Gramm era uma piada de mau gosto, dizendo ao mundo depois disso que o Foreigner não prestava, e que o álbum mais aclamado deles era uma merda… O fato é que naquele dia, estava eu estressado por causa da faculdade, dentro de um ônibus que estava com o motor mais alto que a bateria de Dennis Elliot e o meu super aparelho de som era um MP3 de 50 reais comprado na Santa Ifigênia com um fone de 1,99 …

 Quase 2 anos depois cá estou eu, dizimado pelo som que me consome a mais de 1 mês sem parar no meu MP3 de 50 reais, com meu fone de 1,99 dizendo que este é um dos melhores álbuns da história ….

 O que mudou nesse tempo? …. Não Sei, mas tenho certeza que o álbum que não foi …

 Realmente os seres Humanos são estranhos, então antes de julgar ouça direito seu MERDA!

Lançado na louca, translúcida e drogada década de 80, este álbum se tornaria anos mais tarde um clássico do Hard Rock, rendendo muitos frutos à banda americana, e embalando hits que até alguns pagodeiros podem conhecer. Teclados bastante presentes, saxofone arregaçando no maior hit do grupo presente no álbum e produção do aclamado John “Mutt” Lange, 4 é certamente um dos ápices da longa carreira do grupo, que até hoje tenta se reerguer das cinzas, mesmo sabendo que não vão a lugar nenhum e que seu tempo já passou.

Destaques: Juke Box Hero,  Break it Up, Luanne, Urgent e Woman in Black.

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(2006) Dragonforce – Inhuman Rampage

Terceiro álbum dos ingleses “globalizados” (porque cada um é de um lugar do mundo), é o álbum em que coroou o Dragonforce como uma das principais do gênero e que firmou definitivamente a banda no cenário metálico mundial. Comparando com seus antecessores, Sonic Firestorm e Valley of the Damned, Inhuman Rampage apresenta um Dragonforce maduro, mais pesado, com letras mais agressivas e pra quem não achava que ainda existia cartas nas mangas da dupla Sam Totman e Herman Li, estavam enganados, não tinha apenas uma carta e sim o baralho todo. Leia o resto deste post »

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(2011) Amaranthe – Amaranthe

Antes dessa banda, particularmente falando, a primeira coisa que eu pensava, quando via a palavra Amaranth (e variações), era apenas na música do Nightwish, com esse nome. Mas depois que eu conheci esses caras, as coisas realmente mudaram. E espero que aqueles que ouvirem ou já ouviram, mude também o pensamento, porque esse é um dos melhores álbuns do ano, se não da década ou quem sabe até, do estilo.

Rapidamente falando, os suécos do Amaranthe, tem um conceito voltado ao Death Metal Melódico e possui um diferencial que é ter três vocalistas:  Jake E (vocal masculino limpo), Andy Solvestrom (vocal masculino gutural) e Elize Ryd (vocal feminino limpo). Esta última, é uma velha conhecida dos fãs do Kamelot, principalmente os fãs que assistiram algum show da tour brasileira, repararam que a vocal que estava cantando não era a Simone Simmons e sim a até então desconhecida Elize Ryd. Para completar o time, temos o baterista Morten Lowe, o baixista Johan Andreassen e um conhecido dos fãs do Dragonland, o tecladista e guitarrista Olof Mörck. Leia o resto deste post »

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