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(02/06/2011) Alice Cooper – Credicard Hall, São Paulo, Brasil

Iron Maiden e Ozzy Osbourne que me desculpem, mas vou começar essa resenha de forma direta: Show do ano.

Foto por Renan Facciolo

Os espetáculos de Alice Cooper são diferentes do normal em vários aspectos: desde a encenação teatral de terror até o público em si. Headbangers, tios e tias de todas as idades, todas MESMO. Ao meu lado na platéia superior havia uma mulher e sua mãe, uma senhora que deve estar beirando os 80 anos, e que curtiu demais o show, principalmente as partes mais agressivas. Coisas que só o Rock And Roll e a Tia Alice conseguem fazer acontecer.

A organização do Credicard Hall é digna de primeiro mundo mesmo. Não se vê um tumulto se quer, é fácil conseguir informações com os seguranças e funcionários, e em show como esse, é claro que o público ajuda, e muito. Hoje, no Brasil, não sei se existe uma casa de shows com nível de infra-estrutura e organização do Credicard Hall. O que mata é sempre a velha história: o acesso não é nem um pouco fácil. Sem contar que pagar 13 reais em um X-Burguer com uma lata de Coca-Cola é no mínimo uma brincadeira sem graça…

Mas como ninguém foi lá pra comer e apreciar a arquitetura, vamos lá…

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(17/05/11) Mötley Crüe – Credicard Hall – São Paulo – Brasil

Por Joaora

“OLE OLE OLE OLE MOTLEY MOTLEY”

Olhe para o céu e agradeça à força superior que você acredita (seja Jesus Cristo, Oxalá, Maomé ou sei lá o que) ao Dom de você poder acordar todos os dias e ver o sol nascer e se pôr, ao Dom de você poder pensar, sentir emoções, por ter amigos, seus pais ao seu lado e principalmente ao DOM DA VIDA!….VIDA… É meu caro, eu já não me importo mais com ela, QUE SE FODA A VIDA! Desde ontem eu posso morrer a qualquer momento, pois sinto que o ápice de todas as minhas emoções já aconteceram. E aconteceram no Credicard Hall nessa terça feira. Muitos shows fodas podem acontecer nos 4 cantos do mundo, mas nenhum irá ser tão foda quanto o de ontem ( minha opinião), pois ver Tommy Lee, Vince Neil, Nikki Sixx e Mick Mars tocando junto pela primeira vez no Brasil é algo insuperável!

" O Santuário "

A Abertura

O  expetáculo começou as 21:30 em ponto com a banda americana Buckcherry estourando as caixas do Credicard Hall. O som estava perfeito graças aos rodies, não a Deus (ou talvez a Deus), o que me surpreendeu, pois boatos me diziam que a casa de shows pecava bastante no quesito som. Os californianos liderados por Josh Todd, que sem comparaçoes técnicas ( que isso fique bem claro) me lembrou muito o grande Mick Jagger por sua presença de palco e suas danças frenéticas, tocaram durante 1 hora. O som dos caras animou uma parte da galera que já conhecia o repertório de músicas pouco criativas.  Eu que conhecia muito pouco do Buckcherry fiquei diversas  com a sensação de ” Eles não acabaram de tocar essa música?”, a fórmula da bateria e a multidão fazerem um dueto foi usada diversas vezes! Mas devo reconhecer que os caras são bons, em alguns momentos me empolguei drasticamente com os californianos. Josh Todd é um bom frontman, diversas vezes durante o show ele parava no meio da música e apontava para alguma mulher e gritava “Sexy, Sexy”, tem talento e boa voz além de dinamismo. Durante uma parte do show dos caras o microfone do cara começa a falhar. O problema é que falhou em uma das principais músicas, que os poucos fãs presentes do Buckcherry anceavam em ouvir “It’s a Party”, deu dó, Josh ficou com cara de troxa cantando e o microfone mudo durante quase meio minuto. Vale ressaltar também o guitarrista dos caras, vi o Angus Young nele cara, igualzinho (estilo), só que asiático e o cara ainda toca bem, em algumas músicas mandou bem nos solos e mostrou personalidade. O Buckcherry certamente surpreendeu muitas pessoas em seus poucos minutos de apresentação, mas sofreu bastante também com mais da metade do público ancioso para ver o Motley Crue, os caras não podiam dar 10 segundos de pausa entre uma música e outroa que os gritos de Motley, Motley, Motley começavam a ser ouvidos. Resumindo a abertura, o Buckcherry uma banda relativamente nova na estrada que já abriu também pro Kiss esquentou boa parte da galera no Credicard Hall…Que não aguentava mais esperar para ver o que tinham ido ver: o Motley Fucking Crue!

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(02/04/2011) Ozzy Osbourne – Arena Anhembi, São Paulo, Brasil

Por Hellion

Definição de espetáculo? Sim. Espetáculo das bandas, do público, e da chuva, que também foi ver Ozzy Osbourne em São Paulo.

A chuva foi realmente um elemento de grande importância nessa noite. Durante a entrada do público na arena, que ocorreu sem maiores problemas, as nuvens já davam sinal de que ela ia aparecer, e não tardou pra que caísse um balde d’água na cabeça de cada um dos presentes, ainda antes do show de abertura. E por uma boa coincidência, a última gota de chuva caiu enquanto o Sepultura entrava no palco.

A banda é impecável, tocando um set de 13 músicas durante exatamente uma hora, começando às 20:00 e terminando às 21:00 em ponto.
Derrick Green com seu português quase hilário brincou bastante com o público, anunciando as faixas, todas executadas com perfeição. Andreas Kisser também conversou com o público, anunciando a faixa que foi tocada do novo álbum Kairos, que ainda será lançado: Seethe.
Tecnicamente impecável, apesar de eu não ser muito fã da banda.

SetList Sepultura (abertura):

Arise
Refuse/Resist
Dead Embryonic Cells
Convicted In Life
Choke
Seethe
Troops of Doom
Septic Schizo
Escape To The Void
Meaningless Movements
Territory
Inner Self
Roots Bloody Roots

Banda:

Derrick Green (Vocal)
Andreas Kisser (Guitarra, backing vocals)
Paulo Jr. (Baixo)
Jean Dolabella (Bateria)

Terminado o set do Sepultura, começa a retirada dos equipamentos da banda, até que finalmente as 21:30, ecoa pelo Anhembi a introdução “Carmina Burana” de Carl Orff, velha conhecida dos fãs do Madman, e então o velho entra correndo pelo palco levando todos à loucura com sua presença. Após os tradicionais “Go fuckin’ crazy” que só serviram pra deixar a arena inteira ainda mais em êxtase, Ozzy Osbourne instaura a loucura total com sua clássica frase “Let The Madness Begin!” seguida pelos primeiros acordes de “Bark At The Moon”. Assim mesmo, sem vídeo de introdução, sem nada, o cara “chegou chegando”.

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(26/03/2011) Iron Maiden – Estádio do Morumbi, São Paulo, Brasil

Por DiNebbia

O show do Iron Maiden em São Paulo aconteceu dia 26/03/2011 e foi algo inesquecível. Devo dizer que como fã dos clássicos estranhei um pouco o novo álbum  The Final Frontier e fui meio apreensivo. O show estava marcado para começar as 21:30h, sendo que o Cavalera Conspiracy abriria o espetáculo as 19:30h.

Começando do início tivemos a apresentação da banda Cavalera Conspiracy, o show desses caras não me agrada em nada e pelo que pareceu não agradou muito o público. Cerca de 70% das pessoas não se agitaram nem animaram, já o restante pareceu entrar em frenesi, bangueando, pulando e etc. Pra quem gosta deles deve ter sido uma boa abertura, enfim o show deles foi das 19:30h até as 20:20h.

Setlist Cavalera Conspiracy (Abertura):

Warlord
Inflikted
Killing Inside
Torture
Thrasher
Sanctuary
Terrorise
Refuse/Resist
Territory
Wasting Away
Doom Of All Fires
Troops Of Doom
Roots Bloody Roots

Pois bem, um breve tempo entre um show e outro e então perto das 21:00h começou a tocar a gravação da “Doctor Doctor”, um cover da banda UFO tocada pelo Iron Maiden no CD The Best Of The B’ Sides. Assim que a música acabou todas luzes se apagaram deixando somente um ‘pano estrelado’ no palco com vídeos no telão enquanto “Satellite 15… The Final Frontier” começava, devo dizer que foi lindo de se ver e toda minha apreensão foi embora, a faixa começa com alguns sons bem diferentes que ouvidos em casa eram um tédio, mas na abertura de um show fez mais sentido e então começam a cantar a segunda parte da música. Quem gostou das faixas do The Final Frontier já sentiu o show começando logo de cara embora muitos só tenham começado a reagir com a terceira música, “2 Minutes To Midnigth”.

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(27/11/2010) Twisted Sister – Via Funchal – São Paulo – Brasil

Por Bella Brendler

Foto por Meteleco – meteleco.com

Acho que toda resenha de show começa dizendo que o show foi memorável. Eu até tentei pensar em outro jeito de começar, mas foi memorável mesmo. O show do Twisted Sister em São Paulo, um ano após a primeira vinda da banda para o Brasil, trouxe grandes sucessos da banda, a maioria do álbum Stay Hungry (leia a resenha faixa a faixa aqui).
Já dava pra sentir que a noite seria boa no show de abertura. Embora a casa ainda estivesse meio vazia (no Via Funchal, a maioria tem o costume de chegar em cima da hora, e consegue bons lugares mesmo assim), às 20:40 a banda Salário Mínimo veio ao palco e fez bonito. Tocaram clássicos da banda mescladas com faixas do novo álbum, Simplesmente Rock (leia a entrevista exclusiva com a Salário Mínimo aqui), e conseguiram empolgar o público presente. China Lee, além de possuir uma voz impecável, fez uma oração do rock de joelhos no palco, o que fez muita gente dar risada. Durante o show do Salário Mínimo notei que a bateria estava muito alta em uma música, abafando o som das guitarras e do baixo em pleno solo. Em menos de um minuto o problema foi resolvido, a harmonia dos instrumentos voltou, e o Via Funchal marcou mais um ponto.

Setlist Salário Mínimo (abertura):

Eu Não Quero Querer Mais
Beijo Fatal
Dama da Noite
Jogos de Guerra
Delírio Estelar
Anjo
Cabeça Metal
Noite de Rock

Terminado o show do Salário, Leia o resto deste post »

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