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Roque Veloz apresenta: Os Piores Clipes do Rock

O Rock e o Heavy Metal são estilos que tem como marca registrada muitas super-produções, tanto em álbuns, como em turnês e divulgação em geral. Mas há um segmento de divulgação que nos presenteia com verdadeiras obras primas do “Trash Metal” (sem H mesmo), esses são os populares vídeo-clipes, ou simplesmente clipes. Aqui vão, portanto, uma seleção dos piores e mais bizarros clipes do Rock em geral, hoje são 3, mas pretendemos postar mais periodicamente.

Immortal – Call Of The Wintermoon (1992)

Álbum: Diabolical Fullmoon Mysticism (1992)

O clássico, a lenda, o mito…

“Uma galerinha cheia de maldade vai aprontar altas confusões do barulho em uma floresta pra lá de sinistra.”

O grande diferencial do Immortal em relação a outras bandas de Black Metal, é o fato dos caras não se levarem a sério. E vendo esse vídeo, eu realmente espero que eles não se levem a sério. O vídeo capta toda a “trueza” do trio norueguês, com suas tochas, machados e até um imponente chapéu de bruxa, ao som de uma verdadeira pérola do Black Metal. Tão ruim, mas tão ruim, que se tornou até “Cult”.

Momento épico: O vídeo inteiro, mas merece destaque a fuga… err… as “manobras evasivas” dos poderosos guerreiros da escuridão nórdica no final do vídeo entre as ruínas.

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(1993) Savatage – Edge of Thorns

Edge of Thorns, foi o oitavo álbum dos norte-americanos do Savatage. Citado por muitos como um dos principais álbuns do Heavy Metal da história e consequentemente, um dos mais influenciadores.  Esse álbum é marcado , principalmente porque após o fim da tour desse disco, guitarrista e um dos fundadores da banda, Criss Oliva, sofreu um acidente de carro e veio a falecer. Nada melhor que homenageá-lo postando a review do último álbum de Criss em vida em pleno aniversário de sua morte.

Melhor Música: Edge of Thorns

Pior Música: Degrees of Sanity

1 – “Edge Of Thorns” – 5:55 5/5

Inicia-se com a faixa título do álbum e uma das mais memoráveis do álbum e da banda em si. Depois de uma breve introdução no piano, entram as distorções e todo o peso que o Savatage trás ao álbum. O vocal de Zachary Stevens usa muito bem a oscilação de grave e agudo em conjunto com um vocal agressivo e rasgado. Não é uma faixa rápida, até porque a grande maioria das bandas do gênero, não davam tanta ênfase na velocidade e na bateria “metralhadora” que foi mais explorada a partir da segunda metade da década de 90.

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