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(1972) Lou Reed – Transformer

Por Joaora

TODOS QUE SAIRAM DAQUELE SHOW DO VELVET UNDERGROUND SENTIRAM VONTADE DE MONTAR UMA BANDA

Joe Strummer ( Ex-vocalista do The Clash)

Podemos dizer indiretamente que então Lou Reed influênciou o Clash a ser aquilo que foi. Mas não somente o Clash, a antiga banda de Lou Reed alavancou diversos clássicos e influênciou muita gente boa, como Johnny Thunders ( Ex – New York Dools) e Iggy Pop. Fazendo parte do projeto que foi o Velvet Underground, entrando já para a história do Rock’n Roll muito cedo, Lou Reed decide partir para a carreira solo. A influência do Velvet é notável em muitos de seus trabalhos, entre eles Transformer, este seu segundo lançamento. Clássico venerado pela crítica, influente e com diversos tapes da época do Velvet também, Lou Reed entrava para a história mais uma vez: Agora em sua carreira solo!

Produzido por uma das duplas mais fodas da história da música, David Bowie e Mick Ronson, Transformer é o segundo disco da carreira solo do ex-vocalista do Velvet Underground, Lewis Allan Reed, popularmente conhecido como Lou Reed, mestre em fazer música alternativa. O álbum conta com os principais hits da carreira solo do cantor. Perfect Day e Walk on the Wild Side são alguns exemplos de faixas que marcaram e influenciaram muita gente.

Para os fãs mais abruptos e conhecidos do poeta Lou Reed, é de fácil aceito que este não é o melhor disco da carreira do cantor, mesmo sendo supra-aclamado e venerado pela crítica. Transformer é sim um marco, um clássico e merece ser ouvido por aqueles que desejam conhecer Lou Reed.

Sem mais embromação… Vamos analisar um pouco mais de 35 minutos do CD que segundo a revista Rolling Stones é o 194º álbum mais importante de todos os tempos.

Integrantes: Lou Reed – Vocais;  Mick Ronson – Guitarra e Piano;  Herbie Flowers – Baixo;  John Halsey – Bateria.

Melhor Música: Perfect Day


Pior Música: New York Telephone Conversation ( PULE ESSA FAIXA SE POSSÍVEL)


Todas as faixas escritas por Lou Reed

1 – Vicious (2:58) 4/5

Esta seria a canção mais energética e dançante do álbum. Talvez não tenha sido uma escolha sensata coloca-la na abertura, já que é uma faixa que não empolga e se torna enjoativa no decorrer de seus minutos. A guitarra tocada pelo lendário Mick Ronson assume um tom enjoativo que me lembra uma máquina industrial. Rumores dizem que esta faixa foi escrita juntamente com o mentor do Velvet Underground, Andy Warhol e que seria está uma faixa da ex banda de Lou Reed.

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