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(1987) Guns N’ Roses – Appetite For Destruction

Por Joaora

Capa Censurada em alguns países


O primeiro estoque do álbum saiu nessa capa um quanto “parecida” com Iron Maiden, devido ao robozinho estrupador que se pode ser visto molestando a mulherzinha esparramada no muro…xxDToda via a capa foi censurada em alguns países, sendo o carro chefe os EUA, pois críticos e alguns fanáticos declaravam que a capa era obscena e depreciativa para a imagem das  mulheres.

Capa do Álbum que substituiu o censurado.

A capa que substituiu a original é na realidade uma tatuagem que Axl Rose tem em seu braço. Os cinco membros da banda desenhados como caveiras nas extremidades de um crucifixo…Algo criativo!…Foi essa capa que passou a ser veinculada junto ao CD e é a mais comum, diferente da outra que é rara de ser encontrada!

Números

Primeiramente vamos falar dos números deste que foi um dos álbuns de estréia mais vendidos e aclamados do mundo:

* Considerado por alguns sites e mídias especializadas o álbum de estréia que mais vendeu, foram simplesmente 40 milhões de cópias.

*Os 4 singles entraram para o Top 100 da Billboard

* Welcome to the Jungle foi um dos vídeos mais pedidos para a MTV na década de 80

* Sweet Child O’ Mine ficou pronta no primeiro take de gravação

* O álbum demorou 5 meses para ficar pronto e teve um custo de 370 mil doláres.

Descrição

É difícil fazer essa parte da resenha, quando os números já dizem por si só. Um álbum que vendeu mais de 40 milhões de cópias tem que ter algo de especial para obter tal feito. Não sou nenhum Gunner revoltado para dizer que esse é o melhor álbum da história, toda via, se tornou um clássico e certamente figura na lista dos melhores de muita gente. Appetite For Destruction é um “Alô ao mundo” de uma das bandas mais “midializadas” e aclamadas do mundo. Sem mais enchimento de saco, pegue seus fones, coloque Appetite For Destruction no toca CDs, aumente o som e Desfrute seu Gunner Revoltado ( Ou não) de uma das resenhas mais esperada do @Roque Veloz!

“Quando era moleque, existiam aqueles álbuns que ficavam com a gente para sempre, que representavam alguma coisa na nossa vida. Podia ser a música de fundo da sua infância ou da sua puberdade ou de sei lá o quê – Dark Side of the Moon [1973], ou Sticky Fingers [1971], ou Rocks [1976], do Aerosmith, ou Led Zeppelin IV [1971]. E nós fizemos um desses discos. Não posso desejar mais nada do que isso. Fico todo arrepiado. Isso é uma coisa que ninguém nunca vai tirar de mim.”

Slash

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