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(2010) Crazy Lixx – New Religion

Por Joaora

Os suécos do Crazy Lixx entraram o ano de 2010 prometendo um novo álbum e lançaram o tão esperado New Religion, apenas o segundo álbum da banda. Para a felicidade dos fãs que aguardavam anciosamente o novo tape, a sonoridade da banda pouco mudou do já clássico e debut Loud Minority. Canções como 21 ‘Til I Die, My Medicine e Rock and a Hard Place mostram a qualidade e o poder Hard de uma das bandas mais promissoras da Europa! Apenas 2 CDs, foi o que a banda precisou para se destacar no cenário musical atual e ser uma das melhores da atualidade!

Anciedade e Dúvida…. Esses eram meus sentimentos quando no meio do ano passado baixei  esse álbum dos suécos, felicidade e a esperança que o rock ainda ta vivo foram os sentimentos que me afloraram quando 60 minutos depois terminei de ouvi-lo.

Melhor Música: My Medicine (R.O.C.K)

Pior Música: Voodoo Medicine

1 – Rock and a Hard Place  ( Rexon e Dawson) (3:53) 4,5/5

 Após 3 anos sem lançar nada, voltamos a ouvir a voz de Danny Rexon ( principal compositor do álbum) a soar nos alto falantes, cantando novas músicas com o Lixx. Energia, além de mixers são coisas que não faltam na primeira canção. A primeira impressão é que se parece que está ouvindo uma bonus track do antigo álbum, nada de muito complexo como solos avassaladores ( mesmo tendo um fodástico solo de guitarra aqui) e viradas excepcionas na bateria são notados na primeira faixa. A voz de Rexon também se mantém moderada, sem ser muito exigida, mas mesmo assim com a aparente simplicidade Rock and a Hard Place agrada os antigos fãs que esperavam anciosamente para voltar a ouvir a barulheira habitual da banda. O refrão sem sombras de dúvidas pode entrar no ápice do álbum, como sendo um dos melhores deste!

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(2007) Crazy Lixx – Loud Minority

 

Capa

 

O movimento Sleaze ganhou muita força na Suécia no começo da década, bandas como Crashdiet e Hardcore Superstar lotavam seus shows em seu país natal, atingindo uma quantidade exorbitante de fãs. O Crazy Lixx também faz parte desse movimento, Loud Minority fez com que a banda fosse respeitada e conhecida não só na Suécia, mas mundialmente. Shows como o Sweden Rock Festival de 2007 só foram possíves à banda graças a boa recepção da critica e dos fãs com relação ao álbum. Come On Little Boys a mais uma resenha!

Melhor Música: Make Ends Meet


Pior Música: Love on the Run


1 – Hell or High Water (Zino, Rivano) 3:32 4/5

Uma introdução energética da bateria de Cirera e do baixo de Rivano dão as boas vindas do Crazy Lixx ao mundo. A voz Rexon entra alguns segundos depois, sem algo de muito surpreendente, rasgada, não muito técnica, repara-se logo na primeira faixa que o vocalista não é o melhor do mundo, mesmo no final da canção um belo berro, mostra a potência de sua voz, muito grave. A primeira canção não é inesquecível, mas é boa. O restante do álbum não difere muito do estilo da primeira faixa, não espere algo muito diferente do que você ouviu aqui! Técnica apurada, agudos de arrepiar, solos sensacionais, riffs lentos, bateria calma, melodia trabalhada: será rara as excessões que você encontrará isso em Loud Minority.

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