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(17/05/11) Mötley Crüe – Credicard Hall – São Paulo – Brasil

Por Joaora

“OLE OLE OLE OLE MOTLEY MOTLEY”

Olhe para o céu e agradeça à força superior que você acredita (seja Jesus Cristo, Oxalá, Maomé ou sei lá o que) ao Dom de você poder acordar todos os dias e ver o sol nascer e se pôr, ao Dom de você poder pensar, sentir emoções, por ter amigos, seus pais ao seu lado e principalmente ao DOM DA VIDA!….VIDA… É meu caro, eu já não me importo mais com ela, QUE SE FODA A VIDA! Desde ontem eu posso morrer a qualquer momento, pois sinto que o ápice de todas as minhas emoções já aconteceram. E aconteceram no Credicard Hall nessa terça feira. Muitos shows fodas podem acontecer nos 4 cantos do mundo, mas nenhum irá ser tão foda quanto o de ontem ( minha opinião), pois ver Tommy Lee, Vince Neil, Nikki Sixx e Mick Mars tocando junto pela primeira vez no Brasil é algo insuperável!

" O Santuário "

A Abertura

O  expetáculo começou as 21:30 em ponto com a banda americana Buckcherry estourando as caixas do Credicard Hall. O som estava perfeito graças aos rodies, não a Deus (ou talvez a Deus), o que me surpreendeu, pois boatos me diziam que a casa de shows pecava bastante no quesito som. Os californianos liderados por Josh Todd, que sem comparaçoes técnicas ( que isso fique bem claro) me lembrou muito o grande Mick Jagger por sua presença de palco e suas danças frenéticas, tocaram durante 1 hora. O som dos caras animou uma parte da galera que já conhecia o repertório de músicas pouco criativas.  Eu que conhecia muito pouco do Buckcherry fiquei diversas  com a sensação de ” Eles não acabaram de tocar essa música?”, a fórmula da bateria e a multidão fazerem um dueto foi usada diversas vezes! Mas devo reconhecer que os caras são bons, em alguns momentos me empolguei drasticamente com os californianos. Josh Todd é um bom frontman, diversas vezes durante o show ele parava no meio da música e apontava para alguma mulher e gritava “Sexy, Sexy”, tem talento e boa voz além de dinamismo. Durante uma parte do show dos caras o microfone do cara começa a falhar. O problema é que falhou em uma das principais músicas, que os poucos fãs presentes do Buckcherry anceavam em ouvir “It’s a Party”, deu dó, Josh ficou com cara de troxa cantando e o microfone mudo durante quase meio minuto. Vale ressaltar também o guitarrista dos caras, vi o Angus Young nele cara, igualzinho (estilo), só que asiático e o cara ainda toca bem, em algumas músicas mandou bem nos solos e mostrou personalidade. O Buckcherry certamente surpreendeu muitas pessoas em seus poucos minutos de apresentação, mas sofreu bastante também com mais da metade do público ancioso para ver o Motley Crue, os caras não podiam dar 10 segundos de pausa entre uma música e outroa que os gritos de Motley, Motley, Motley começavam a ser ouvidos. Resumindo a abertura, o Buckcherry uma banda relativamente nova na estrada que já abriu também pro Kiss esquentou boa parte da galera no Credicard Hall…Que não aguentava mais esperar para ver o que tinham ido ver: o Motley Fucking Crue!

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