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(2000) Bon Jovi – Crush

Capa do álbum

Por Guibby
O RV morreu, mas ressurgiu das cinzas para postar mais álbuns e mudar sua visão sobre as músicas das suas bandas favoritas (Ou não!) e eis que venho falar mais uma vez do Velho Bon Jovi, e um de seus álbuns mais comentados recentemente. Após cinco anos sem lançar nada e a promessa de voltar ao hard rock que os consagrou nos anos 80, Jon Bon Jovi e sua trupe foram ao estúdio para gravarem seu sétimo álbum de estúdio, o “Crush”, que emplacou diversos hits nas paradas como It’s my life e Thank You For Loving Me, trazendo uma nova geração de fãs para a banda e cravando o seu nome de vez na cultura Pop, sendo sempre lembrada como uma das maiores bandas do Rock e uma das que mais vende, justamente por isso. Se remodelar conforme a época, muita gente diz que se “venderam” com o tempo, mas afinal, todos temos que ganhar nosso dinheiro, seja honesto, se você fosse o Bon Jovi iria viver pra sempre de Livin On A Prayer? Ou iria apostar numa nova fórmula e apelar para o pop para poder sustentar sua “humilde” vida e regalias? Então eis que trago aqui a resenha de Crush, um ótimo álbum que apesar de rotulado pode surpreender muito “fã de Iron Maiden que só gosta de coisa pesada e baixos cavalgados” por aí. So, Enjoy!

Melhor música: It’s My Life


Pior música: She’s a Mistery

1.”It’s My Life”  (Jon Bon Jovi, Richie Sambora, Max Martin) 3:44 5/5
Abrindo o álbum com força total, It’s my life se tornou o maior hit da banda na década de 2000, além da volta de diversos elementos da banda, como o famoso Talk Box de Ritchie Sambora, o refrão faz uma citação a Frank Sinatra e sua música de maior sucesso “My Way”, onde Jon Bon Jovi canta “Like Frankie said/I Did It My Way (Como Frankie Disse, segui ‘meu caminho’) e também faz uma visita ao passado da banda, com citações de personagens da música “Livin’ On a Prayer”, logo após a execução do refrão onde a banda descreve que os personagens Tommy e Gina, considerados trabalhadores, nunca desistiram, e a mensagem da música é realmente essa, viva sua vida, mostre seu caminho, nunca desista, viva enquanto é vivo. Além de ser uma das melhores músicas da banda, refrão grudento e empolgante, e para quem não gosta daqueles rocks voltados ao pop, nem chegue perto, pois a música atingiu a primeira posição das paradas diversas vezes em pleno ano 2000, e foi escrita por Jon Bon Jovi, Ritchie Sambora e Max Martin, que é responsável por diversas letras de Celine Dion, Backstreet Boys e Britney Spears, entre outros pop rocks e alguns outros rocks que você se surpreenderia.

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(2001) Capital Inicial – Rosas e Vinho Tinto

Por guibby

Capa do álbum

O Capital Inicial vinha de uma mudança na formação original, onde o vocalista Dinho Ouro Preto, havia deixado a banda em 1993 e em 1995 a banda lança o fraco álbum “Rua 47” com Murilo Lima nas vozes. Devido ao fracasso comercial a banda resolve entrar em férias e só voltaria a lançar alguma coisa em 1999, com a volta de Dinho Ouro Preto nos vocais. O álbum fez um grande sucesso emplacando hits como “O Mundo” nas paradas brasileiras, e em seguida a banda grava o “Acústico MTV” que elevou de vez o status da banda, fazendo ser uma das mais tocadas nas rádios brasileiras e superando o sucesso alcançado nos anos 80. O Tempo foi generoso com a banda, principalmente com o vocalista Dinho Ouro Preto que estava cantando de uma forma muito melhor do que nos primeiros álbuns. Rosas e vinho tinto é o nono álbum de estúdio da banda e o primeiro após o novo “estouro” nas paradas, coisa que nem a própria banda acreditava, o álbum teve cinco singles que tiveram grande sucesso no Brasil, incluindo “Olhos Vermelhos” que foi trilha sonora do filme brasileiro “Dom”. Então, como ninguém vive só de pauleira nos ouvidos, aqueles que curtem um pop-rock bem feito, este álbum é ideal pra se ouvir numa tarde, deitado em sua rede e prova que o Capital Inicial é muito mais do que somente aquelas músicas conhecidas que tocam nas rádios. E para aqueles que vão dar piti dizendo que Capital Inicial não é ROQUEVELOZ, este álbum é o primeiro que conta com a participação de Yves Passarell, que tocava com o Viper até 1999 e conta com uma composição de Pit Passarell, irmão de Yves e baixista do Viper.

Melhor música: Algum Dia

Pior música: Isabel

(Olha, não achei outro vídeo com essa música, então foi esse mesmo…)

1. “220 Volts” (Alvin L., Dinho Ouro Preto) 5/5

O álbum começa em um rock despretensioso e até pesado, fugindo um pouco dos padrões atuais da banda, soando algo como sua fase oitentista. Com vocais calmos e quase sussurrados pelo vocalista Dinho Ouro Preto cantando sobre exageros e sempre estar “ligado no máximo”, estando á 220 volts. A faixa é curta, não chega a ter três minutos mas no entanto cumpre muito bem o papel de abertura do disco.

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(1970) Black Sabbath – Paranoid

Por guibby

Capa do álbum

No mesmo ano em que foi lançado o álbum de estréia dos britânicos pioneiros (sem trocadilhos, pra quem conheçe a história dos integrantes), a banda lança Paranoid que para muitos é o ponto alto do Black Sabbath, com clássico atrás de clássico a banda conseguiu elevar o nível de qualidade que havia mostrado em seu álbum auto-entitulado, com músicas beirando a psicodelia e temas polêmicos para a época (como guerras). O álbum entrou para a lista definitiva do Heavy Metal, e é uma inspiração para todos os músicos até hoje, diferentemente do primeiro álbum a temática da banda deixou  de ser apenas o ocultismo, com grandes críticas a sociedade como citado anteriormente. O álbum é com certeza um dos mais influentes e contribuiu para o surgimento de diversas bandas de Heavy Metal nos anos seguintes. Originalmente “Paranoid” sairia com o nome de “War Pigs”, mas foi mudado porque os produtores da banda acharam a musica paranoid que tinha sido feita em dez minutos pela banda uma ótima musica,e poderia se tornar um single,que poderia tocar em todas as radios,porem a capa já tinha sido feita para “War Pigs” e já estavam quase lançando o mesmo, então quando mudaram o nome do album para Paranoid,não houve tempo para mudar a capa, que é um tanto mal-feita e tem um cara com uma espada nela. (E não um porco! Malditas piadas internas…)

Melhor música: Iron Man

Pior música: Hand of Doom

Todas as músicas creditadas a Tony Iommi, Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward.

1. “War Pigs” – 7:55 5/5
Um longo acorde dá início a War Pigs, que com seus quase 8 minutos de duração se tornou um hino sagrado do metal e uma das músicas mais importantes do Sabbath. Acredita-se que a banda escreveu a música como um protesto a Guerra do Vietnã, mas quando tocaram-a no meio dos anos 70, a banda usou imagens da Segunda Guerra Mundial (WWII). A música deveria se chamar “Walpurgis”, é um nome de inspiração pagã, que provém de “Wal” (que significa pilha de mortos ou campo de batalha) e “bergs” (proteger), ou, segundo uma outra interpretação etimológica, de “Purag” (castelo ou cidade fortificada, que é defendida na batalha, ou, segundo outros, castelo dos mortos). Remete, portanto, para os derradeiros soldados que enfrentam as forças disformes que ameaçam a “cidade”, a ordem, a forma. Porém durante a gravação do álbum, o título e a letra foram mudados para War Pigs e falava da guerra. Tony Iommi conta que a música era uma “Jam Session”, e o baixista Geezer Butler achou que a versão soava muito satânica para gravarem, por isso mudaram. Enquanto todos os membros da banda se diziam preocupados e querendo protestar contra as guerras, principalmente a do Vietnã, Ozzy Osbourne, vocalista, declarou que nada sabia sobre o Vietnã, e que era apenas uma música anti-guerra, já se demonstrando um grande chapado e despreocupado naquela época. A música aparece constantemente nas primeiras posições de listas como “As melhores músicas do Metal”, “As músicas mais marcantes do Rock” entre outros semelhantes, e também de listas como “Canções inapropriadas” após o atentado de 11/09/2001, que foi feita pelo “Clear Channel Communications” (veja lista completa e outros fatos dela, aqui ), ou seja, uma das faixas mais importantes do metal, que fez com que a banda fosse ainda mais importante para a história do gênero.

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(2008) Steelheart – Good 2B Alive

Capa do álbum

Por Guibby

Em 2006 é anunciado o retorno da banda Steelheart que havia lançado o álbum “Wait”, dez anos antes e tinha a música We All Die Young, parte da trilha sonora do filme “Rockstar” e atingiu um grande sucesso por parte do público roqueiro. A banda não aguentou e acabou se separando, e com o anunciado retorno os fãs ficaram alvoroçados, contudo, apenas o vocalista e fundador da banda Miljenko Matijevic remanesceria da formação original, junto com a volta de Chris Risola, que tocou guitarra nos dois primeiros álbuns da banda. No ano de 2006 é lançado um ep entitulado “Just A Taste” que trazia 3 músicas inéditas que fariam parte do próximo álbum, mais uma versão de We all die Young, dois anos se passaram e eis que em novembro de 2008, O Steelheart lança mundialmente o Good 2B Alive, que trazia uma banda totalmente diferente, tanto em som, quanto líricamente. Uma banda mais madura, técnica e pesada mostrou toda sua competência por suas 9 faixas, é um bom álbum…mas Matijevic poderia ter trocado o nome da banda, já que trocou todos os elementos que os identificavam e Good 2B Alive só foi lançado pelo nome clássico para que os fãs não deixassem de ouvir. Prometi essa resenha já tem um tempo pra @BellaBrendler, demorou, tá mal escrita, mas tá aí…não esquece que eu te amo ❤

Melhor música: Shine a Light For Me

Pior música: LOL

1.Samurai (Matijevic)     (5:32) 4/5
A introdução dada por efeitos na guitarra ditam o que irá aparecer por quase todo o álbum, peso e modernidade, tem seus versos cantados com raiva e com diversos efeitos, o refrão é bem semelhante a coisas que o System Of A Down compôs em seus últimos discos (Mesmerize/Hypnotize) e a voz de Matijevic está bem parecida com a do guitarrista da banda de new metal, Daron Malakian. Apesar de não ter uma passagem marcante e o refrão passar despercebido diversas vezes, é uma boa música, o destaque fica por conta da linha de baixo que impõe o ritmo e se sobressai diversas vezes durante a execução da música.

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(1980) Queen – The Game

Por guibby

Capa do álbum

24 de novembro, um dia escuro na história do rock…há exatos 19 atrás o mundo perdia não um, mas dois de seus maiores artistas do gênero que chocou o mundo com suas letras e danças, e que se tornou o tipo de música mais aclamado e cultuado até hoje, mesmo após seu quase meio século de existência. E no meio de tanta história existiu uma banda que conseguia agradar muito mais do que o público adorador de Rock n’ Roll, o Queen. Muito dessa aceitação se deve ao seu vocalista, Freddie Mercury, que com seu enorme carisma e genialidade nas composições elevou o status da Rainha a uma das melhores bandas do mundo, sendo lembrados até hoje como um dos maiores do rock. Em meio a uma vida conturbada e cheia de polêmicas, Freddie declarou estar com AIDS em 1991, e logo faleceu…nesse exato 24 de novembro, deixando o mundo triste com sua partida, e ainda mais triste por partir junto com Eric Carr (baterista do Kiss, onde você pode saber mais sobre sua carreira, aqui), então esta resenha tem como objetivo deixar uma homenagem ao vocalista, e simplesmente agradecer pelo legado que o mesmo deixou, Rest In Peace Freddie, and God Save The Queen.
Em 1980, foi lançado o oitavo álbum de estúdio da banda britânica Queen, entitulado de “The Game”, o disco contava com músicas com uma levada mais pop e radiofônica comparado a seus antecessores, por conta disso, chegou a alcançar a primeira posição nas paradas em diversos países. Com pouco mais de meia hora, e dez músicas o disco foi sucesso de público e crítica e traz alguns dos melhores momentos da banda.

Melhor música: Another One Bites The Dust

Pior música: Coming Soon

1.”Play the Game”   (Freddie Mercury)     3:30 5/5
Uma dramática introdução no piano com os vocais de Freddie acompanhando os acordes perfeitamente, Play The Game abre o álbum de forma estrondosa, lembrando o Queen de “We are the champions”, porém com um peso a mais, destacado pelos sintetizadores no meio da música e os diversos solos de Brian May, que soam rotineiros mas magníficos, assim como tem que ser, o som de sua guitarra é inconfundível. A música não tem um refrão marcante, o que poderia ser considerado um contra, mas se tratando de Queen isso até passa despercebido, pois contrasta com as inúmeras passagens melódicas e arrepiantes durante toda sua execução e a habilidade que Mercury tinha para interpretar uma música.

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