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Volta do Vinil, a música “engolida” como Fast-Food, a morte lenta de um ideal e Feliz Dia do Rock \m/

E aí pessoal, tudo tranquilo?  Após alguns meses na geladeira o Roque Veloz está voltando e com força total e em novo formato, em breve algumas outras novidades pra vocês. Por enquanto, temos este texto abordando algumas opiniões e comentando alguns fatos como a “volta” do vinil e o dia internacional do Rock. Curta, compartilhe, comente, ou apenas leia, mas não deixe de ler e enfim, vamos ao post.
Ah…o Vinil, o bom e velho bolachão parece estar voltando de vez ao lugar que nunca deveria ter saído, o mercado musical. Muitas bandas estão começando a retornar ao formato analógico e além disso há vários relançamentos de álbuns bons, sendo que cada vez mais podemos ver um agito no mercado referente a este assunto. Tanto que várias empresas já começam a pensar em toca-discos modernos que além das já obrigatórias entradas USB, começam a investir novamente nesta velha forma de apreciar a música. E já começa a atingir um mercado não somente de colecionadores, mas usuários comuns que não raramente compram um álbum ou outro e já estão correndo atrás de peças como essa.
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(2012) Primal Fear – Unbreakable

Capa do Álbum

 

O ano mal começou e já contamos com um lançamento de peso para 2012 e bota peso nisso. Uma das bandas mais promissoras da atualidade – o Primal Fear, lançou seu nono disco de estúdio e dá uma aula de Metal sem soar datado ou manipulado. Riffs contagiantes e uma paulada atrás da outra, com competentes vocais de Ralf Scheepers, que poderia muito bem substituir Rob Halford no Judas Priest, como já foi cogitado uma vez. Em várias entrevistas a banda afirma que Unbreakable é uma volta as origens e cumpre sua promessa ao longo do play, embora os alemães estavam fazendo muito bem o seu trabalho, uma visita ao passado é sempre bem-vinda. Ainda mais quando esse passado é brilhante como o do Primal Fear, mas enfim…vamos ao álbum.

Grandes destaques do álbum: Bad Guys Wear Black, And There Was Silence e Marching Again

1 – Unbreakable (Part 1) – 1:37  S/N


Uma introdução com clima épico dá inicio a um dos álbuns mais aguardados de 2012, apesar não termos passado da metade de Janeiro…

2 – “Strike” – 4:39 5/5


Põe no talo: o riff de Strike é daqueles que merecem ser ouvidos no volume 11 de tão impactante que soa, uma boa música pra abrir o álbum e poderia abrir os shows também, pra animar o público já que tem um refrão empolgante e vocais animadores…os agudos de Ralf Scheepers são inquestionavelmente os melhores do metal desde que Rob Halford deu os seus berros em Painkiller no ano de 1990…

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(2011) Anthrax – Worship Music

Capa do álbum

Desde 2003 sem lançar nada, o Anthrax que contou com a volta do vocalista Joey Belladona que havia saído em 1992 e não gravava nada com a banda desde 1990, a banda que é considerada um dos big four junto com Metallica,Megadeth e Slayer traz em 2011 um dos melhores lançamentos dos últimos tempos. Pesado, melódico, moderno na medida certa e refrães marcantes, junto com solos de tirar o fôlego fazem em Worship Music até quem não é muito fã de Thrash Metal extremo (inclusive eu) ouvir o trabalho repetidas vezes e perder a cabeça. Com certeza entra no posto de um dos melhores do ano e já pode ser considerado até mesmo um dos melhores da banda.

 

Maiores destaques: The Devil You Know, Fight ‘Em ‘Til You Can’t, In The End

1.”Worship” (1:41) S/N

Uma calma introdução que dá início a pancadaria na próxima faixa…

2.”Earth on Hell”  (3:11) 5/5

Earth on Hell é uma música relativamente curta, e é porrada na orelha do início ao fim, no maior estilo Old School, o Anthrax dá uma aula de peso com modernidade, as baquetas que ficam ao encargo de Charlie Benante é o maior destaque da faixa de abertura, junto com a linha de baixo agressiva de Frank Bello. Pra bangear do início ao fim!

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(2001) Matanza – Santa Madre Cassino


Capa do álbum

Encham suas canecas de cerveja e vão todos para o bar, ligue o som bem alto e se prepare para uma boa roda de pancadaria e bom humor que os cariocas do Matanza proporcionam em seu álbum de estréia, datado de 2001. Em meio a tantas bandas repetidas o Matanza surgiu pra quebrar um pouco a tradição do cenário nacional com uma ótima proposta em misturar o peso do punk rock com melodias certeiras do country, genial. A influência country ás vezes pode até passar despercebida, fazendo com que a banda foque apenas em um hardcore nervoso, porém é responsável também por grandes músicas como Ela Roubou Meu Caminhão, Mesa de Saloon e acerta em cheio em algumas passagens de um banjo, dando toque ainda mais original para a banda, que tem ponto forte as letras que são de deixar qualquer um atento as histórias e simpatizar com elas. Porém o ponto mais forte do Matanza está em seus shows, comentado por muitos (que na maioria das vezes estão tão bebados durante o show, quanto os personagens das músicas), os shows dos cariocas são uma porrada nazoreia, como diriam os tiozinhos mais conservadores. As rodas de punk misturadas com o peso das guitarras, somando o carisma do frontman Jimmy, que leva a identidade da banda nas costas, tornam os shows únicos, fazendo que seja uma experiência única para quem os assiste. Mas vamos ao álbum…

Principais destaques:

Ela roubou meu caminhão (Vídeo), Mesa de saloon, Quanto mais feio, Santa Madre Cassino

(Não deixem de ver o vídeo! Jimmy sem cabelo e clipe muito trash! Dos bons! :))

1 – Ela roubou meu caminhão (Donida) 5/5

Não havia como abrir melhor o álbum de estréia, “Ela roubou meu caminhão” é talvez a música de maior sucesso da banda e faz jus a toda a fama que ela tem. Consegue reunir todas as características boas da banda e misturar tudo em pouco mais de três minutos, onde todos simpatizam com o pobre personagem principal que ficou sem sua mulher e principalmente sem seu caminhão, o objeto de seu lamento. Música que encerra ou abre quase todos os shows da banda, já virou práticamente um hino bebum e não é pra menos, ela roubou meu caminhão é uma das melhores e mais bem humoradas músicas do território nacional.

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(2011) Whitesnake – Forevermore

Whitesnake - Forevermore

34 anos de carreira, 10 álbuns de estúdio consagrados, Umas 400 músicas com a palavra coração no meio, e o dobro disso com a palavra amor, Sim meus caros, estamos falando aqui da famosa banda do Senhor David, que faz cover dele mesmo (PIADA INFAME E VELHA!). E mesmo após tanto tempo assim, o Whitesnake vem pra mais um incrível álbum em 2011, o décimo primeiro de estúdio, entitulado de Forevermore e foi lançado em março desse ano, seguindo bem a linha do seu antecessor, o Good To Be Bad, e mesmo com a troca do baterista e do baixista, aliás a formação do whitesnake deve ser a que mais mudou no mundo do rock, a cada álbum ela fica diferente, o álbum soa pesado, tem as clássicas baladas, Coverdale está cantando impecávelmente e a dupla de guitarristas Doug Aldrich e Reb Beach dão um tempero a mais ao álbum, você sabe o que vai encontrar pela frente, sabe que vai ouvir “Love” e “Heart” algumas 500 vezes durante o álbum, mas vale a conferida, pois arrisco dizer que já é um dos melhores lançamentos de 2011, e ainda com a promessa da turnê do álbum passar por terras brasileiras junto com a despedida do Judas Priest no final do ano, é quase obrigatório a conferida do álbum, So..Enjoy ;)!

Destaques do álbum: Love Will Set You Free/ Easier Said Than Done/One Of These Days/Forevermore


Todas as músicas escritas por David Coverdale e Doug Aldrich

1.”Steal Your Heart Away” 5:18 5/5
Peso, essa é a palavra que define a abertura do álbum e com cara de primeira música até de shows, Coverdale e sua trupe vem com energia total aqui, com um refrão contagiante e um solo poderoso, que é uma das armas mais fortes no álbum todo, Steal Your Heart Away traz toda a energia de Good To Be Bad (álbum antecessor), porém com um quê a mais. E com certeza quando a música acabar, você estará Querendo Tudo e Querendo Agora na sua cabeça, seguindo com os trocadilhos…

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