Bella

Queria ser filha do Klaus Meine. Suas bandas preferidas são Scorpions, Twisted Sister, Mötley Crüe, Angra e Bon Jovi.

Página Inicial: http://www.luxepercent.wordpress.com

(2007) Linkin Park – Minutes to Midnight

Por Bella, graças à insistência do Sr. Guibby

Minutes to Midnight é o terceiro álbum de estúdio do  Linkin Park. Foi lançado em 14 de Maio 2007, pela Warner Bros Records, e ocupou o primeiro lugar das paradas nos EUA e em 15 outros países, entre eles Reino Unido e Canadá.
É um marco na carreira da banda por trazer algumas mudanças significativas em relação ao trabalho que vinham desenvolvendo: é o primeiro álbum do Linkin a conter solos de guitarra, traz palavrões, algumas letras politicamente incorretas e usa pouca mixagem. Tudo isso parece muito anti Linkin Park, mas os caras queriam inovar mesmo. Mike chegou a dizer que eles observaram tudo que já tinham feito para fazer tudo diferente.
Chester Bennington (o vocalista, quase sempre) define este álbum como “a mix of punk, classic rock and hip-hop”. Independente de definições, é musica boa, e é isso que nós valorizamos no Roque Veloz.

Melhor Música: What I’ve Done

Pior Música: The Little Things Give You Away

1.Wake 1:43 (abertura instrumental)
Com um som de algo queimando, ou algo assim (só sei que não é uma gaita nem um violino =P), começa uma melodia trágica, que explode quase no final da faixa. Uma simples introdução, criada por todos os integrantes quando eles estavam finalizando o álbum. Resolveram batizar de Wake por representar acordar, mas também ressuscitar.

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Entrevista Exclusiva – CPM 22

Por Bella Brendler, com a colaboração especial da Srta. Day

Com uma trajetória consagrada e um novo álbum prestes a ser lançado, o corinthiano (salve!) e vocalista do CPM22, Badaui, falou um pouco mais sobre os projetos da banda nesta entrevista exclusiva para o Roque Veloz.

LINE-UP:
Badauí (vocais), Japinha (bateria), Luciano (guitarra) e Fernando (baixo).

CONTATO:
Site Oficial
My Space

Roque Veloz: O que você ouvia quando era adolescente? E o que mais ouve agora?
Badaui: Sempre ouvi PunkRock, desde os 11/12 anos eu escuto Ramones, Clash, Agent Orange, Toy Dolls, Dead Kennedys e por aí vai… Depois, além disso comecei a ouvir bandas como NOFX, Bad Religion, US Bombs, Face to Face, Rancid… Das nacionais Titãs cabeça dinossauro, Ratos, Blind Pigs, garotos podres…

Roque Veloz: Você acha que ainda podemos esperar pelo surgimento de grandes bandas no Brasil?
Badaui: Tem muitas bandas boas surgindo, mas depois da Internet nunca mais será como antes, onde só quem está em uma grande gravadora tem destaque, a grande dificuldade hoje é achar uma identidade.

Roque Veloz: Qual é o álbum mais foda que você já ouviu?
Badaui: Tem vários, London Calling do Clash, Rocket to Rússia do Ramones, Give me convenience or give me death do Dead Kennedys, Recipe for Hate do Bad Religion e mais uns mil.

Roque Veloz: Vocês tem intenção de assinar com alguma gravadora? Como estão sendo as propostas?
Badaui: Sim, desde que seja uma proposta boa. O disco tá pronto e vamos esperar virar o ano para continuar algumas conversas que se iniciaram nesse fim de ano. Leia o resto deste post »

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(27/11/2010) Twisted Sister – Via Funchal – São Paulo – Brasil

Por Bella Brendler

Foto por Meteleco – meteleco.com

Acho que toda resenha de show começa dizendo que o show foi memorável. Eu até tentei pensar em outro jeito de começar, mas foi memorável mesmo. O show do Twisted Sister em São Paulo, um ano após a primeira vinda da banda para o Brasil, trouxe grandes sucessos da banda, a maioria do álbum Stay Hungry (leia a resenha faixa a faixa aqui).
Já dava pra sentir que a noite seria boa no show de abertura. Embora a casa ainda estivesse meio vazia (no Via Funchal, a maioria tem o costume de chegar em cima da hora, e consegue bons lugares mesmo assim), às 20:40 a banda Salário Mínimo veio ao palco e fez bonito. Tocaram clássicos da banda mescladas com faixas do novo álbum, Simplesmente Rock (leia a entrevista exclusiva com a Salário Mínimo aqui), e conseguiram empolgar o público presente. China Lee, além de possuir uma voz impecável, fez uma oração do rock de joelhos no palco, o que fez muita gente dar risada. Durante o show do Salário Mínimo notei que a bateria estava muito alta em uma música, abafando o som das guitarras e do baixo em pleno solo. Em menos de um minuto o problema foi resolvido, a harmonia dos instrumentos voltou, e o Via Funchal marcou mais um ponto.

Setlist Salário Mínimo (abertura):

Eu Não Quero Querer Mais
Beijo Fatal
Dama da Noite
Jogos de Guerra
Delírio Estelar
Anjo
Cabeça Metal
Noite de Rock

Terminado o show do Salário, Leia o resto deste post »

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Entrevista Exclusiva – MindFlow

Por Isabella Brendler

Durante os últimos 6 anos, o MindFlow vem vivendo uma carreira nas intermináveis estradas no Brasil e no exterior. Depois de produzirem e promoverem sozinhos os dois primeiros discos, “Just the two of us…Me and Them” (2004) e “Mind Over Body” (2006),  desenvolveram uma base fiel de fãs ao redor do mundo. O terceiro disco, “Destructive Device“, produzido por Ben Grosse (Megadeth, Slipknot, Disturbed etc.), alcançou um sucesso admirável, levando a banda à apresentações em festivais nos Estados Unidos, Europa e Sudeste Asiático. Através do “Street Team”, que possibilita contato direto com os fãs, de disponibilizações gratuitas de suas músicas e da forte participação nas redes sociais, o MindFlow pode ser chamado de uma banda mais do que moderna. Nesta entrevista exclusiva para o Roque Veloz, os caras contam o que esperar daqui pra frente.

LINE-UP:
Danilo Herbert (vocais), Rafael Pensado (bateria), Ricardo Winandy (baixo) e Rodrigo Hidalgo (guitarra).

CONTATO:
http://www.mindflow.com.br/
http://www.myspace.com/letyourmindflow

Roque Veloz: Ao criar o MindFlow, qual era a ideia principal? Essa ideia mudou muito conforme o tempo foi passando?
Rafael Pensado: A idéia inicial do MindFlow era de criar músicas próprias baseadas nas influências individuais e mesclando tudo o que gostamos de ouvir. Essa idéia não mudou, mas evoluiu.

Roque Veloz: Que bandas brasileiras atuais vocês admiram? O que vocês tem a dizer sobre o atual cenário musical do país?
Rafael Pensado: Existem algumas bandas de diferentes estilos que eu particularmente respeito muito, no cenário metal, gosto muito do Torture Squad, Threat, Korzus,Hangar assim como o MindFlow, são  ou foram por muito tempo bandas independentes e sempre levaram a sério seus trabalhos, de fora da cena metal, Paralamas do Sucesso, Skank são bandas que estão juntas há muitos anos e sempre foram extremamente profissionais e dedicados aos fãs.

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Entrevista Exclusiva – Salário Mínimo

Por Isabella Brendler

A banda Salário Mínimo surgiu na década de 80, quando o Brasil ainda não tinha uma noção tão completa de hard/heavy. Depois de participarem da coletânea “SP Metal”, em 1987 a banda gravou seu primeiro cd, “Beijo Fatal”, pela RCA. Ficando inativa em 1990 e voltando com toda força e novos integrantes em 2002, a Salário Mínimo agora encara uma boa fase: abertura de grandes shows, como Scorpions e Twisted Sister, lançamento do novo cd “Simplesmente Rock” e a participação no documentário Brasil Heavy Metal. Sorte? Que nada. Os caras batalharam muito pra chegar até aqui, e mostram que com humildade e competência, podem representar o Brasil no cenário do rock mundial. Leia a entrevista exclusiva pro Roque Veloz e perceba que de mínimo, a Salário não tem nada!

LINE-UP:
China Lee (vocal), Daniel Beretta (guitarra), Junior
Muzilli (guitarra e voz), Diego Lessa (baixo e voz)
e Marcelo Ladwig (bateria)

CONTATO:
www.myspace.com/bandasalariominimo
www.bandasalariominimo.com.br
twitter.com/salariominimo

Roque Veloz: Vocês puderam acompanhar as mudanças no rock brasileiro desde a década de 80. O que vocês podem dizer sobre isso? Do que sentem falta?
China Lee: Realmente foram muitas mudanças, nos anos 80 todos queriam ter uma banda com repertório próprio. Nos anos 90 começou a mudar para os covers, que acabaram tirando um pouco o lugar do som próprio, agora acho que as pessoas estão voltando a dar valor novamente para criações originais. Sinto falta da união que havia nas bandas dos anos 80…

Roque Veloz: Em que bandas brasileiras atuais vocês ainda botam fé? Vocês acham que ainda podemos  esperar pelo surgimento de grandes bandas e que ainda podemos acreditar num momento musical comparável aos anos 80?
China Lee: Tem muita gente boa trabalhando, o que falta é coragem de ir pra estrada e ralar bastante, gosto do “Carro Bomba”, “Baranga”, “Comando Nuclear” e muitas outras. Continuo acreditando que vamos dar uma virada de mesa.
Daniel Beretta: Gosto muito de bandas que ainda estão no underground, tem muita banda perdida em bares sem estrutura tentando mostrar seu trabalho, assim como as bandas citadas pelo China. Fizemos muitos amigos e conhecemos várias bandas de nível A, e muitas abriram nossos shows tanto em São Paulo como no interior, se temos chance de uma virada eu não sei, mas bandas para acontecer existem.

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