(2011) Amaranthe – Amaranthe


Antes dessa banda, particularmente falando, a primeira coisa que eu pensava, quando via a palavra Amaranth (e variações), era apenas na música do Nightwish, com esse nome. Mas depois que eu conheci esses caras, as coisas realmente mudaram. E espero que aqueles que ouvirem ou já ouviram, mude também o pensamento, porque esse é um dos melhores álbuns do ano, se não da década ou quem sabe até, do estilo.

Rapidamente falando, os suécos do Amaranthe, tem um conceito voltado ao Death Metal Melódico e possui um diferencial que é ter três vocalistas:  Jake E (vocal masculino limpo), Andy Solvestrom (vocal masculino gutural) e Elize Ryd (vocal feminino limpo). Esta última, é uma velha conhecida dos fãs do Kamelot, principalmente os fãs que assistiram algum show da tour brasileira, repararam que a vocal que estava cantando não era a Simone Simmons e sim a até então desconhecida Elize Ryd. Para completar o time, temos o baterista Morten Lowe, o baixista Johan Andreassen e um conhecido dos fãs do Dragonland, o tecladista e guitarrista Olof Mörck.

1 – “Leave Everything Behind” – (3:17) 5/5
Amaranthe dá sua cara ao mundo com todo o gás e já mostrando o conceito da banda, com os riffs rápidos e bem modernos e com uma pegada própria que é mantida ao longo desse álbum. A mistura de vocais limpos e gutural em um refrão grudento e muito bem trabalhado. Um dos destaques do álbum com toda a certeza.

2 – “Hunger” – (3:13) 5/5
Sem perder o fôlego, nos deparamos com uma que com toda a certeza está entre os destaques do álbum e porque não dizer entre os clássicos da banda. Nessa faixa, ao contrário da faixa anterior, os arranjos de teclado e eletrônicos tem maior destaque, reforçando a pegada bem moderna da música e também destaque para o refrão grudento e forte. Destaque para os vocais da (linda) Elize Ryd que atinge notas altas sem perder a potência de sua voz. Essa música foi o primeiro single lançado pela banda na segunda semana de Abril (2011) e ganhou um videoclip digno de produção cinematográfica da Universal Studios.

3 – “1.000.000 Lightyears” – (3:15) 3/5
A banda toma um rumo mais pop e dá uma “brecada” no peso apresentado nas duas faixas anteriores. Uma coisa que posso destacar que sem dúvida nenhuma nas músicas do Amaranthe são os refrões que são muito trabalhados e conciliam bem o limpo com o gutural numa mistura bem homogênica e destacando os três vocais da banda. Ganharia um destaque maior no álbum se não ficasse entre os “clássicos” da banda.

4 – “Automatic” – (3:25) 5/5
Outra música que considero um clássico desse álbum, particularmente falando. Segue uma linha bem pop igual a faixa anterior, mas trás riffs pesados e rápidos, resgatando o que foi apresentado nas duas primeiras faixas. Destaque para o trio de vocalistas que conseguem soar em uníssono no refrão que como de costume, é bem trabalhado e grudento (dentro do tolerável).

5 – “My Transition” – (3:50) 3/5
Seguindo numa linha parecida com a música anterior, essa faixa vem com bastante peso, mas ao mesmo tempo também com uma pegada bem moderna. Dessa vez,  o vocal de Elize para dar vez aos vocais masculinos que chegam ao ápice quando “conversam” durante o refrão. Também dentre os destaques dessa faixa, temos um solo técnico e rápido bem característico dos solos do Amaranthe nesse álbum.

6 – “Amaranthine” – (3:30) 5/5
Primeira balada do álbum e é bem focada no vocal de Elize do que nos demais. Tem um toque clássico com o piano, que logo se transforma em um teclado dando uma leve “modernizada” na música. A mudança do clássico para o moderno e distorcido, torna essa balada mesmo que “pesada”, maleável e de muito fácil aceitação, tanto que serviu como segundo single do álbum e ganhou um videoclip, conforme podem ver aqui:

7 – “It’s All About Me” – (3:45) 3/5
Essa faixa já começa pilhando a toda velocidade, apresentando uma frase que lembra algum trabalho de bandas como Avenged Sevenfold, com todo o peso e toda a pegada moderna, inicialmente. No refrão a música da uma desacelerada e apresenta um refrão ma is pop com uma leve queda de “rendimento” em relação ao início frenético da música.

8 – “Call Out My Name” – (3:17) 4/5
Teclados e batidas eletrônicas dão início a essa faixa. Logo em seguida, temos uma batida que lembra vagamente algo de uma cantora finlandesa que particularmente gosto muito, chamada Hanna Pakarinen (assunto pra outro post). Esse refrão tem uma pegada bem moderna, grudenta e confesso que sou fã de refrões grudentos, mas esse tem algo de especial, sem dúvidas.

9 – “Enter the Maze” – (4:04) 3/5
Dando continuidade no ritmo apresentado anteriormente, essa faixa mescla muito bem os elementos pesados com um ritmo mais moderno e mais “aceitável” comercialmente, sem esquecer suas raízes do Death Metal, com um vocal gutural, que considero o destaque dessa faixa.

10 – “Director’s Cut” – (4:50) 2/5
A linha dessa música lembra bastante alguns trabalhos recentes de gente como Celesty, Heavenly e por ai vai. Não vem tão pesado quanto “aparenta”, mesmo dando bastante ênfase no vocal gutural. Ótima faixa, mas nitidamente, da pra perceber uma queda de rendimento desde o começo do álbum.

11 – “Act of Desperation” – (3:04) 4/5
Sem esquecer as raízes do Death Metal,  essa faixa resgata o peso perdido em algumas faixas anteriores e obviamente, sem deixar a mescla da pegada moderna e do pop “eletrônico”. Vale o destaque para o entrosamento entre a cozinha e a guitarra que soam em uníssono e dão a encorpada necessária para essa música.

12 – “Serendipity” – (3:26) 4/5
Última faixa do álbum, já não vem com tanto gás quanto no início do álbum, mas não deixa de ser uma música rápida e com grande atuação dos vocais e da banda em geral. Dessa vez, os vocais não vem tão limpos, e sim mais digitalizados, como toda a música em si. Enfim o álbum se encerra e posso dizer que esse é um álbum que será considerado clássico da banda com toda a certeza.

Média do Álbum: 8/10

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  1. #1 por joaora em 03/01/2012 - 21:31

    Que vocalista é essa Nini? …. My God!

  2. #2 por darkmephisto em 04/01/2012 - 16:35

    To quase esquecendo a Simone Simmons cara hauhauahua

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