(2011) Brymir – Breathe Fire to the Sun


Brymir é uma banda finlandesa de Folk/Power/Viking Metal, que imagino que ninguém conheça, já que se trata de uma banda muito nova, fundada em 2006 e agora em 2011 lançou o seu debut. Faz uns dois anos que eu ouvi as duas demos que ainda como demos me deixaram louco pelo som dos caras. Essas músicas foram totalmente reformuladas e ficaram absurdamente lindas nesse álbum. Juro que não ia resenhar esse álbum, mas  eu precisava compartilhar com alguém que curta metal de muita qualidade. Você que é fã de Viking/Folk Metal, encontrou sua banda!

1 – “Intro”  – (1:54)

Instrumental.

2 – “Unconquerable” – (6:02) 4/5

Após um instrumental um tanto épico mas matador, o Brymir dá suas caras ao mundo trazendo seu som, que facilmente conseguimos identificar influências de bandas como Amon Amarth, Turisas ou Ensiferum, ambas de Viking/Folk Metal. Um ponto que eu destaco não só nessa faixa, mas no álbum todo, são os arranjos orquestrados e os arranjos de teclado que dão uma cara bem diferente às músicas. A mescla do vocal gutural e a “base solada” também é um ponto muito interessante a se destacar.

3 – “In Silence” – (6:17) 3/5

Inicialmente, não aparenta ser uma música bem pesada ou bem rápida, como a faixa anterior, essa música segue a mesma linha da música anterior, trazendo um  instrumental bem marcante. Talvez pela constante mudança de tempo, que fica pouco cansativa,  torna-se uma faixa menos expressiva que a faixa anterior.

4 – “Free Man’s Path” – (6:25) 5/5

Particularmente falando, é uma das faixas que eu mais aguardava, já que é uma das músicas que fazia parte daquelas demos que citei anteriormente. Essa faixa, conseguimos lembrar bastante do som do Ensiferum, só que menos “folclórico”. Pra quem ouviu a demo, sentirá uma leve mudança principalmente nos arranjos instrumentais. Um dos grandes destaques do álbum sem dúvida nenhuma.

5 – “Burning Within” – (3:15) 3/5

Faixa mais curta do álbum, curta e direta. Sem muita frescura, logo entram os riffs da base, o arranjo orquestrado e a rítmica rápida e pesada da bateria e baixo. A orquestração que venho elogiando durante o álbum todo, infelizmente nessa faixa fica um pouco excessivo, e “atrapalhou” um pouco o andamento da música.

6 – “Withering Past” – (5:06) 3/5

Essa música apesar dos riffs rápidos, entra em uma orquestração muito boa, que dá a impressão de que o metal é que acrescenta a orquestração, e não ao contrário. Faixa muito boa mas não tem tanta expressão nesse álbum.

7 – “Cycle of Fame” – (5:18) 4/5

Chegando um ponto que não consigo mais dizer que o som lembra Ensiferum, Turisas ou Amon Amarth. Existe a influencia sim, mas o Brymir mostra toda a sua identidade musical, trazendo todos os elementos que uniu para se formar, musicalmente falando. Essa música é um grande exemplo disso, mescla muito bem a parte sinfônica com o instrumental pesado. Destaque agora para a bateria que faz uma marcação rápida e bem forte durante toda a música.

8 – “Ragnarök” – (5:57) 5/5

Imparcialidades de lado, essa é a melhor música desse álbum! Foi a primeira que música que ouvi do Brymir, ainda como demo. Musicalmente falando, é uma música rápida com riffs bem marcantes. Em relação a demo, não sofreu grandes mudanças, a única mudança bem perceptível, foi o acréscimo da orquestração e da ênfase maior no teclado, que particularmente falando, a única palavra que define essa faixa é matadora. Se não acredita na minha parcialidade, ouve ai:

9 – “Retribution” – (5:55) 5/5

Começo com um instrumental bem sinfônico, seguido pela entrada da distorção e gradativamente vai crescendo ritmicamente falando. O riff de guitarra e bateria tem uma pegada bem voltada pro Death Metal, que é orquestrado e dá uma outra cara para essa música. Essa música, também ganhou um clipe como podem conferir:

10 – “Breathe Fire to the Sun” – (8:07) 4/5

Faixa título do álbum, que fecha com chave de ouro esse que não tem porque não dizer que é um dos melhores álbuns do ano sem dúvidas. Música mais longa do álbum, passando de momentos mais sinfônicos e calmos  e vai até trechos mais pesados e “sombrios”. Destaque para a dupla guitarras que parece que conduz a música até o final.

Média do Álbum: 8/10

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