(2005) Kamelot – The Black Halo


Por DarkMephisto

Sétimo álbum dos americanos do Kamelot que é uma sequência do álbum anterior da banda intitulado Epica, que ambos falam sobre o personagem Faust (ou Fausto), o mais famoso do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe que nesse álbum é chamado de Ariel. The Black Halo tem participações de uma velha conhecida dos fãs do Kamelot, Simone Simmons (Epica), Shagrath, vocalista do Dimmu Borgir e também do tecladista do Stratovarius, Jeans Johansson.

1 – “March of Mephisto” – (5:28) 5/5

Sob um clima bem “obscuro”, o álbum inicia com uma das faixas mais marcantes. Logo de cara já temos a participação do vocalista do Dimmu Borgir, Shagrath que faz o papel de Mephisto. Nesse momento da história, Mephisto expoe um domínio sobre a mente de Ariel, que o influencia a seduzir Marguerite, uma bela moça da cidade. Essa música ainda ganhou um clipe que parcialmente retrata o contexto da história.

2 – “When the Lights Are Down” – (3:41) 4/5

Música rápida com uma pegada bem melódica e ao mesmo tempo mais moderna. Um destaque para Casey Grillo, que faz uma performance invejável na bateria. Um rápido resumo da história, Mephisto tem controle total da mente de Ariel que está iludido por Marguerite com quem dorme. Após tomar consciência do ato, começa a sentir saudades de Helena e sua mente começa a se recuperar.

3 – “The Haunting (Somewhere in Time)” – (5:40) 5/5

Com muitos efeitos eletrônicos, mas sem perder a qualidade e o peso, o Kamelot apresenta outro clássico do álbum que tem a participação da totosa vocalista do Epica, Simone Simmons dando voz a personagem Marguerite.  Nesse momento da história, Ariel explica pra Marguerite  que  não conseguiria amá-la igual amou Helena e insiste para que Marguerite  esqueça-o.  Assim como March of Mephisto, essa música ganhou um clipe:

4 – “Soul Society” – (4:17) 3/5

Essa faixa tem grande influência de uma pegada moderna, dando bastante ênfase nos arranjos orquestrados, mas também trás bastante peso e passagens rápidas durante a música. É ligeiramente cansativa devido as grandes mudanças de tempo durante a música. No contexto da história, Ariel reflete sobre a humanidade,  como o mal e o azar são resultados de suas  em encontrar a verdade.

5 – “Interlude I – Dei Gratia”  – (0:51)

Instrumental.

6 – “Abandoned” – (4:07) 3/5

Mistura de uma “balada power”, com elementos mais modernos e também o piano clássico que é mantido praticamente em toda a música. Temos novamente a participação da Simone Simmons agora como Helena em sua atuação.  Nesse ponto da história, Ariel tem a noção que por ser corrompido por Mephisto, não irá para o paraíso se reencontrar com sua amada Helena.

7 – “This Pain” – (3:52) 4/5

Inicialmente dá pra esperar uma balada das boas, mas com a entrada da distorção logo percebemos que não é. Essa música sai um pouco da “essência” das músicas do álbum e cai numa pegada bem moderna e que vagamente me lembrou do Nightwish na fase atual com Anette Olzon no vocal. Agora Ariel se culpa e reflete como pôde perder Marguerite e Helena e sofre com isso.

8 – “Moonlight” – (5:10) 2/5

Novamente seguindo a linha de raciocínio de outras faixas desse álbum, essa música mescla a música clássica presente nos arranjos de piano e a pegada de um metal melódico com uma pegada mais moderna. Por trazer elementos repetitivos nesse álbum, se torna vagamente cansativa e repetitiva. Nesse momento da história, Ariel vê que não pode fazer mais nada para se arrepender de seus atos e decide ir atrás de Mephisto.

9 – “Interlude II – Un Assassinio Molto Silenzioso” – (0:40)

“Instrumental”.

10 – “The Black Halo” – (3:43) 4/5

Faixa título do álbum que já começa com força total. Música bem agressiva que retrata bem o contexto da história, onde Ariel perde seus medos e desafia Mephisto e mesmo condenado, decide ser puro como sua amada Helena. Música curta e direta.

11 – “Nothing Ever Dies” – (4:45) 4/5

Riff inicial já começa destruidor e bem pesado, só não aparenta pois os arranjos de dão uma “abafada”. Apesar da quebra de tempo na metade, gradativamente passa por um solo muito bem executado e volta ao peso e a velocidade que ouvimos no inicio da faixa. Um ponto que particularmente vejo como negativo, é a mixagem da música que não dá muita ênfase na guitarra, com certeza ia ter uma sonoridade muito mais marcante. Ariel reflete sobre os sentimentos humanos e conclui que o amor é a única certeza que existe.

12 – “Memento Mori” – (8:54) 3/5

Faixa mais longa do álbum, pode se dizer que é o épico do álbum. Inicialmente, a faixa começa apenas à voz e piano e uma música que parecia se tornar uma balada, gradativamente toma lugar a uma parte mais rápida com direito a coro num pseudo-refrão, entre quebras de tempo, solos, vocais femininos e guturais (o.o),  a música encerra do mesmo jeito que começou, apenas à voz e vocal. Segundo a história, Ariel tem revelações existenciais e sua mente vai se abrindo novamente. Sua alma sai do corpo, por causa da promessa feita a Mephisto. Porém ao invés de ser condenado, Ariel é salvo e sua alma vai para o Paraíso ao encontro de Helena.

13 – “Interlude III – Midnight/Twelve Tolls for a New Day” – (1:21)

Esse interlúdio é um trecho de “Prólogo no Teatro” da peça Fausto, de Goethe que dá a inspiração para esse álbum, como já citado anteriormente.

14 – “Serenade” – (4:32) 4/5

Uma pegada bem power com identidade do Kamelot. Particularmente, um dos meus refrões preferidos desse álbum, Roy Khan  tendo uma atuação invejável e com toda a certeza, hoje faz falta ao Kamelot. E mais um álbum clássico da banda se encerra com chave de ouro e não é difícil de dizer que é um clássico do power metal.

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