(2010) Torture Squad – AEquilibrium


Uma das mais promissoras bandas de Thrash/Death Metal do país, o Torture Squad vem sendo destaque não só aqui no Brasil como no exterior também. Após o sucesso mundial vencendo o Metal Battle 2007 durante o festival Wacken Open Air (Alemanha), o Torture Squad assinou com a Wacken Records e gravou o consagradíssimo Hellbound. AEquilibrium, trás toda a brutalidade, mesclando o Thrash com o Death e trazendo riffs e pegadas com bastante referência a cena dos anos 80 e 90.

1 –  “Generation Dead” – (5:12) 3/5

O álbum abre com um riff macabro com apenas a guitarra em delay. O ritmo fica mais acelerado na entrada do vocal. A harmonia casa com perfeição na junção da marcação pesada da bateria do estreante da banda, Amílcar Christófaro, com a linha pesada do baixo e da distorção e efeitos da guitarra. Um ponto que eu sempre gostei de destacar no Torture Squad, é o vocalista Vitor Rodrigues que consegue mesclar um gutural grave com um gutural mais agudo e oscilar os dois timbres com muita facilidade.

2 – “Raise Your Horns” – (6:39) 4/5

A música inicia com um riff de bateria muito bem trabalhado, até a entrada do baixo e guitarra lembrando a pegada mais oitentista mais “tradicional”. A letra muito bem trabalhada só vem como acréscimo a essa excelente faixa. Destaque para a dupla Amílcar (bateria) e Castor(baixo) que mostram uma “cozinha” bem organizada e bem entrosada.

3 – “Holiday in Abu Ghraib” – (3:21) 5/5

Um dos destaques do álbum, que por sinal, ganhou um clip muito bem produzido e bem polêmico, até porque a música fala sobre as torturas feitas por terroristas. Músicalmente falando, tem um riff bem marcante que por sinal, foi muito explorado nessa música e com um refrão digno de ser cantado junto. Particularmente, se não é uma a melhor faixa do álbum, está entre os destaques.

Confira o clipe oficial a baixo:

4 – “174” – (6:53) 5/5

Assim como a faixa anterior, trás um tema mais crítico. Nessa faixa, o tema é o 12/06/2000 fatídico, no Rio de Janeiro,  onde um assaltante, sobrevivente da chamada “Chacina da Candelária” invadiu um ônibus com intuito de roubar e matar e se deu início ao sequestro, chamado de “Sequestro do ônibus 174”, que foi retratado no filme Última Parada 174.  Essa letra acrescida ao instrumental é de arrepiar.

5 – “Storms” – (6:33) 2/5

Início com um riff principal e matador que entre outras variações, é tocado durante toda a música. Apesar de ser bem pesada, não é uma faixa rápida, como algumas faixas anteriores. Um ponto negativo, é que por não ter grandes variações de riff e por ser uma faixa relativamente grande, torna-se um tanto cansativa para o ouvinte. O solo também não é um dos mais agradáveis e não obtém sucesso na “quebra” do cansaço dessa música.

6 – “Azazel” – (5:12) 3/5

Essa aqui é um Death com um “pézinho” no Black,  música bem rápida e com riffs matadores. Essa é o tipo de faixa que até uma escala simples, musicalmente falando, dá prazer de ouvir.  Novamente destaco a capacidade do vocalista Vitor Rodrigues de casar o gutural mais grave com um mais agudo.

7 – “Black Sun” – (5:36) 4/5

Pegada mais “moderna” do que as faixas anteriores, a linha melódica que a guitarra faz em sincronismo com o vocal em certos pontos dessa música é um dos pontos a se destacar nessa música. Cada música que passa, parece que o Torture consegue fazer um riff melhor que o outro.

8 – “The Spirit Never Dies” – (7:21) 5/5

Essa música tem como tema central, é sobre Robert Johnson, lenda do Blues que supostamente teria feito um pacto com o diabo para conseguir sucesso.  Inicialmente, a música começa com um tema de country blues que posteriormente, na entrada da distorção vira o riff da música, que por sinal lembra alguma coisa do Metallica pré-Black Album. O efeito harmônico usado durante a base, musicalmente falando, é o matador nessa música. Esse “épico” merece uma atenção especial nesse álbum.

9 – “Last Tunes Blues” – (0:51)

Instrumental curto que aparentemente serve pra “encerrar” a faixa anterior assim como encerrar esse álbum.

Média do álbum: 8/10

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  1. #1 por lovehinata em 18/06/2011 - 14:45

    eu não acho o dio melhor que o ozzy o dio so é famoso graças ao ozzy pois sem sabbath niguem conheceria dio se liga então

  2. #2 por darkmephisto em 19/06/2011 - 1:03

    Já eu discordo com você. Eu acho que apesar reforma política na União Soviética feita por Mikhail Gorbachev, que pregava como doutrina a Glasnost e a Perestroika, não foi o membro do Partido Comunista Soviético que mais conquistou a população russo-soviética. Tenho minhas dúvidas qual foi o melhor, já que Stálin foi o grande ditador e conseguiu acumular ao mesmo tempo um grande índice de aprovação e um oculto índice de reprovação pela população soviética. Porém, posso dizer que o mais famoso e o que mais admiro, é o grande Boris Yeltsin. Porque? Porque desde que ingressou no Partido em 1961, ascendeu até ser nomeado o primeiro-secretario do Partido, em 76 e conseguiu um inédito cargo de secretário no governo Gorbachev e posterior mente culminou em sua eleição para presidente. A atuação dele durante o golpe de 91 foi primordial e o então codjuvante, se tornou o principal.

    E cá entre nós……ele virava vodka pra caralho e ganhou o jogo com isso /o\
    Boris, sentimos sua falta!

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