Arquivo de janeiro \30\UTC 2011

Entrevista Exclusiva – Hibria

Por DarkMephisto

Fundado no Rio Grande do Sul, o Hibria é hoje uma das bandas mais importantes no cenário metálico do Brasil. Nos últimos anos, vem ganhando espaço não só no Brasil, mas no exterior também. Após o sucesso na sua turnê mundial em 2009, o Hibria foi convidado para tocar no festival japonês Loud Park, ao lado de gigantes como Judas Priest, Megadeth, Arch Enemy, entre outros. A banda acaba de lançar no Japão seu novo álbum intitulado “Blind Ride”, que será lançado no Brasil em breve. A entrevista foi concedida por Iuri Sanson, vocalista da banda.

LINE UP:

Iuri Sanson (vocal), Abel Camargo (guitarra), Diogo Kasper (guitarra), Benhur Lima (baixo) e Eduardo Baldo (bateria)

CONTATO:

www.hibria.comSite oficial
myspace.com/hibria – MySpace
http://twitter.com/hibria – Twitter

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(1983) Kiss – Lick It Up

Por Hellion

O ano é 1983, e muita coisa estava acontecendo no planeta Kiss. Após a decepção (em termos comerciais, claro) que foi Creatures Of The Night (1982), que vendeu pouco e não lotou os shows, os até então mascarados novaiorquinos com seu mais novo pupilo, o genial e problemático Vinnie Vincent, desceram até a República das Bananas para uma série de shows que se tornou importante na KISStory por vários motivos. Primeiro pelo recorde de público da banda no Maracanã, um número não especificado, já que a organização estava um tanto quanto caótica, mas estima-se de 130 a 200 mil pessoas. E segundo, pelo fato de que o último dos 3 shows, que ocorreu no estádio do Morumbi em São Paulo, foi o último show com maquiagem (pelo menos até a reunião da formação original em 1996).

Reza a lenda que Paul Stanley levantou a hipótese da retirada das maquiagens ainda durante as gravações de Creatures Of The Night, mas Gene Simmons foi relutante, até mesmo por ser o membro que tem as características de palco mais fortes em relação ao personagem. Porém, com o fracasso do álbum e da turnê, a única opção para fazer o Kiss retornar aos holofotes era o impacto da retirada das máscaras.

Tomada a decisão, o Kiss entrava em estúdio para a gravação de Lick It Up, que contou novamente com a produção de Michael James Jackson, e por esse e outros motivos pode ser considerado o sucessor de “Creatures”, musicalmente falando, talvez um pouco mais palatável, e com menos destaque para a bateria de Eric Carr (Aquela pegada nunca mais :(). A capa do álbum é a primeira fotografia oficial da banda sem maquiagem, e aposta na simplicidade em termos visuais, tentando provar que o Kiss ainda poderia ser uma grande banda, mesmo sem os efeitos de palco.

A turnê de divulgação de Lick It Up começou na Europa, mais precisamente em Portugal, onde no primeiro show, Gene Simmons repetiu o truque do sangue falso em seu solo de baixo pela primeira e última vez sem máscara. O velho demônio manteve o ritual de cuspir fogo, mas a retirada das maquiagens faria com que Simmons passasse alguns anos meio perdido no palco e ofuscado pelo Starchild que à partir dessa época entrava em seu auge de potência vocal e habilidade como frontman.

Lick It Up é o famoso caso do “disco de uma música só”, no caso, a faixa-título, única tocada até hoje nos shows, mesmo com a volta das maquiagens. Talvez por ser de longe a mais comercial e menos pesada, já que como dito anteriormente, o álbum pode sim ser considerado um “Creatures 2”.

Sem mais delongas, aumente o som porque, por incrível que pareça, você não vai ouvir tanta farofa assim por aqui.

Melhor música: Muitas faixas no mesmo nível, mas pra citar uma: A Million To One

Pior música: Dance All Over Your Face

1 – Exciter (Stanley/Vincent) (4:10) 5/5

A introdução inconfundível da primeira faixa abre o álbum de uma forma certamente cadenciada, mas com bastante peso. A letra é bem forte e o refrão ótimo, Paul Stanley cantando PRA CARALHO. Até chegarmos na parte polêmica da faixa: o solo. Brian Jones Vinnie Vincent não toca o solo aqui, o responsável pelo “bululu” é Rick Derringer, que desempenha muito bem o ofício. O problema é que Vinnie só descobriu que Paul e Gene não haviam colocado a sua versão do solo depois que tudo já estava pronto, e assim começava a história de amor Paul/Gene x Vinnie Vincent. A faixa foi tocada em alguns shows da turnê, dando a Vinnie a oportunidade de tocar o solo original, apesar de sinceramente, a versão de Derringer ser superior. Grande faixa, by the way.

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Entrevista Exclusiva – Hangar

Por DarkMephisto

Uma das maiores bandas do Heavy Metal Nacional que vem crescendo muito nos últimos anos e reconhecida não só no Brasil, mas no exterior também. A banda foi formada em 1997 e dos seus membros originais, só um velho conhecido de todos nós, que é o baterista Aquiles Priester, que teve uma passagem duradoura e marcante no Angra. A banda lançou seu último álbum intitulado “Infallible” em 2009, que foi a estréia de Humberto Sobrinho no vocal após a saída de Nando Fernandes e conta detalhes sobre esse álbum e sobre a tour que ainda será feita nesse ano. Quem respondeu à nossa entrevista foi Nando Mello, baixista da banda.

LINE UP:

Humberto Sobrinho (vocal), Eduardo Martinez (guitarra), Nando Mello (baixo), Fábio Laguna (teclado) e Aquiles Priester (bateria)

CONTATO:

www.hangar.mus.brSite Oficial
www.myspace.com/hangarofficialMySpace
www.twitter.com/_hangar – Twitter

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Entrevista Exclusiva – Firewind

Por DarkMephisto e grande ajuda de Hellion e Bella

Formada na Grécia pelo guitarrista Gus G. que é mundialmente famoso e atualmente, substituto de Zakk Wylde na banda de Ozzy Osbourne e também pela sua passagem pela banda Dream Evil. Recentemente, a banda lançou seu último álbum intitulado “Days of Defiance”. O tecladista e guitarrista Bob Katsionis que concedeu essa entrevista e contou desde sua entrada na banda até sobre possíveis shows no Brasil. É uma honra compartilhar essa primeira entrevista internacional do Roque Veloz com todos vocês!

LINE UP:

Apollo Papathanasio (vocais), Gus G. (guitarra), Petros Christo (baixo), Bob Katsionis (teclado/guitarra) e Mark Cross (bateria)

CONTATO:

http://www.firewind.gr/ – Site Oficial
http://www.myspace.com/firewind – MySpace
http://twitter.com/firewindmusic – Twitter

 

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(2001) Capital Inicial – Rosas e Vinho Tinto

Por guibby

Capa do álbum

O Capital Inicial vinha de uma mudança na formação original, onde o vocalista Dinho Ouro Preto, havia deixado a banda em 1993 e em 1995 a banda lança o fraco álbum “Rua 47” com Murilo Lima nas vozes. Devido ao fracasso comercial a banda resolve entrar em férias e só voltaria a lançar alguma coisa em 1999, com a volta de Dinho Ouro Preto nos vocais. O álbum fez um grande sucesso emplacando hits como “O Mundo” nas paradas brasileiras, e em seguida a banda grava o “Acústico MTV” que elevou de vez o status da banda, fazendo ser uma das mais tocadas nas rádios brasileiras e superando o sucesso alcançado nos anos 80. O Tempo foi generoso com a banda, principalmente com o vocalista Dinho Ouro Preto que estava cantando de uma forma muito melhor do que nos primeiros álbuns. Rosas e vinho tinto é o nono álbum de estúdio da banda e o primeiro após o novo “estouro” nas paradas, coisa que nem a própria banda acreditava, o álbum teve cinco singles que tiveram grande sucesso no Brasil, incluindo “Olhos Vermelhos” que foi trilha sonora do filme brasileiro “Dom”. Então, como ninguém vive só de pauleira nos ouvidos, aqueles que curtem um pop-rock bem feito, este álbum é ideal pra se ouvir numa tarde, deitado em sua rede e prova que o Capital Inicial é muito mais do que somente aquelas músicas conhecidas que tocam nas rádios. E para aqueles que vão dar piti dizendo que Capital Inicial não é ROQUEVELOZ, este álbum é o primeiro que conta com a participação de Yves Passarell, que tocava com o Viper até 1999 e conta com uma composição de Pit Passarell, irmão de Yves e baixista do Viper.

Melhor música: Algum Dia

Pior música: Isabel

(Olha, não achei outro vídeo com essa música, então foi esse mesmo…)

1. “220 Volts” (Alvin L., Dinho Ouro Preto) 5/5

O álbum começa em um rock despretensioso e até pesado, fugindo um pouco dos padrões atuais da banda, soando algo como sua fase oitentista. Com vocais calmos e quase sussurrados pelo vocalista Dinho Ouro Preto cantando sobre exageros e sempre estar “ligado no máximo”, estando á 220 volts. A faixa é curta, não chega a ter três minutos mas no entanto cumpre muito bem o papel de abertura do disco.

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