(2008) Steelheart – Good 2B Alive


Capa do álbum

Por Guibby

Em 2006 é anunciado o retorno da banda Steelheart que havia lançado o álbum “Wait”, dez anos antes e tinha a música We All Die Young, parte da trilha sonora do filme “Rockstar” e atingiu um grande sucesso por parte do público roqueiro. A banda não aguentou e acabou se separando, e com o anunciado retorno os fãs ficaram alvoroçados, contudo, apenas o vocalista e fundador da banda Miljenko Matijevic remanesceria da formação original, junto com a volta de Chris Risola, que tocou guitarra nos dois primeiros álbuns da banda. No ano de 2006 é lançado um ep entitulado “Just A Taste” que trazia 3 músicas inéditas que fariam parte do próximo álbum, mais uma versão de We all die Young, dois anos se passaram e eis que em novembro de 2008, O Steelheart lança mundialmente o Good 2B Alive, que trazia uma banda totalmente diferente, tanto em som, quanto líricamente. Uma banda mais madura, técnica e pesada mostrou toda sua competência por suas 9 faixas, é um bom álbum…mas Matijevic poderia ter trocado o nome da banda, já que trocou todos os elementos que os identificavam e Good 2B Alive só foi lançado pelo nome clássico para que os fãs não deixassem de ouvir. Prometi essa resenha já tem um tempo pra @BellaBrendler, demorou, tá mal escrita, mas tá aí…não esquece que eu te amo❤

Melhor música: Shine a Light For Me

Pior música: LOL

1.Samurai (Matijevic)     (5:32) 4/5
A introdução dada por efeitos na guitarra ditam o que irá aparecer por quase todo o álbum, peso e modernidade, tem seus versos cantados com raiva e com diversos efeitos, o refrão é bem semelhante a coisas que o System Of A Down compôs em seus últimos discos (Mesmerize/Hypnotize) e a voz de Matijevic está bem parecida com a do guitarrista da banda de new metal, Daron Malakian. Apesar de não ter uma passagem marcante e o refrão passar despercebido diversas vezes, é uma boa música, o destaque fica por conta da linha de baixo que impõe o ritmo e se sobressai diversas vezes durante a execução da música.

2.Lol     (Matijevic)     (4:02) 3/5
A voz de Matijevic aqui parecia que estaria menos “mascarada” de efeitos, só parecia, porque os primeiros versos são cantados e o mesmo efeito da música anterior é repetido, dando a impressão de não ter passado a música, o baixo ganha um destaque maior aqui e prova que Matijevic escolheu bem a banda que iria o acompanhar a partir daqui, não tem um refrão marcante, as passagens de vocal são angustiantes e para aqueles que esperavam um retorno com músicas semelhantes ao primeiro álbum da banda (no qual você pode ler a resenha aqui), talvez já tenha se desanimado de continuar ouvindo, apesar de ter um ou outro bom momento durante a música.

3.Buried Unkind     (Matijevic)     (4:55) 5/5
Com um teclado ao fundo a lá Beatles e uma aura nostálgica e os primeiros versos são cantados suavementes, até que toda banda e uma explosão toma conta da música e, ao contrário das duas anteriores o refrão pega um pouco mais na cabeça, e tem todo o peso da banda somado ao tecladinho já citado, que dá uma cara mais moderna a música, mas ao mesmo tempo aquele toque antigo, Matijevic aqui não se expõe demais aos agudos (faz o que sempre fez, só que sem exageros…se me entendem), a banda faz uma parada no meio da música, deixando apenas acordes de teclados e a voz de Matijevic soarem pelas caixas de som, em seguida a banda volta, com um belo solo de guitarra e a música cai em efeito fade-out até o início da próxima faixa.

4.Twisted Future     (Matijevic)    (5:10) 4/5
O peso volta com tudo em Twisted Future, mas agora sem os tão chatos efeitos vocais, com Matijevic cantando de forma limpa, o que funciona muito melhor, a música conta com diversas mudanças de tempo e ritmo, sendo uma ótima faixa musicalmente, talvez não chegue a agradar muito os antigos fãs da banda, que esperavam que o álbum fosse cru e direto (como I’ll never let you go e Rock n’ Roll(I Just Wanna)), a banda novamente peca em não trazer um refrão digno de coro da platéia, como já foi mostrado em todas as faixas anteriores, a mudança de ritmo chega a ser tão grande, que a música fica com cara de balada as vezes, o destaque fica por conta de seu riff, com uma grande influência dos britânicos do Led Zeppelin, apesar de algumas falhas é uma boa faixa.

5.I Breathe     (Matijevic)     (5:59) 4/5
Início no piano e vocais cantados muito suavemente, dão a impressão de ser a única balada do álbum até o resto da banda entrar e o peso voltar ao álbum e infelizmente, os tão criticados efeitos nos vocais, voltaram e um refrão certeiro aqui faz muito mais falta do que nas anteriores, a música ganha destaque quando uma parte acústica com os vocais limpos dão as caras ao invés do excesso de efeitos e peso, tem um ótimo solo de guitarra, mas só, não chega a empolgar.

6.Shine a Light for Me     Matijevic)    (4:21) 5/5
E chegamos ao ponto alto do álbum, aqui a banda consegue soar técnica mas ao mesmo tempo crua, com direito a solos de baixo e uma melodia incrível e com os vocais limpos, mostra um dos melhores momentos de Matijevic e o tão esperado refrão dá as caras aqui, não chega a ser perfeito, mas é o mais perto do antigo hard rock que a banda fazia. Há algumas passagens muito melódicas, com um grande toque de modernidade chegando a lembrar uma coisa ou outra do Linkin Park em Minutes to Midnight, um contra que vale ser lembrado aqui é o irritante efeito de fade-out no fim da música, que ocorreu em todas as faixas do álbum até aqui, no entanto é o ponto mais alto do álbum e uma ótima música.

7.Underground     (Matijevic)     (4:44) 4/5
Com outro riff moderno, e uma introdução acústica a música vai ganhando cara de balada e ficando mais pesada e rápida com a entrada dos outros instrumentos mas não sai disso, enganando o ouvinte a esperar um estouro que não vai acontecer, até que toda a banda para e a música volta a ser melosa, acaba passando despercebida pela já criticada falta de um refrão marcante, no final há um solo bacana de trompete ao fundo, equanto a música vai abaixando no tão irritante efeito de fade-out…

8.You Showed Me How 2 Luv     (Matijevic)     (6:06) 4/5
Voltando ao peso das guitarras, You Showed Me How 2 Luv logo fica mais calma, e com passagens de guitarras “limpas” com acordes distorcidos enquanto Matijevic canta os versos dão um toque de “power ballad” na música, que tem diversas passagens interessantes mas poderia ser muito melhor se não tivesse o que tem no álbum inteiro…a ausência de um grande refrão e um final decente para a música, ponto negativo para os produtores aqui…

9.Good 2 B Alive  (Matijevic)     (5:52) 5/5
E para fechar temos um instrumental impecável com versos “falados” pelo vocal, dando um ar de “desânimo” na música, deixando-a parecida com alguma improvisação no meio do show, ou uma brincadeira de estúdio, coisa que pode desagradar várias pessoas (né @BellaBrendler?), enquanto dá um ar de novidade para outras, saindo da mesmice que rolou durante o álbum inteiro e como em “Shine A Light For Me”, um bom refrão é fácilmente percebido aqui, fazendo com que o álbum eleve um pouco seu status, mas o finalzinho da música que parece que foi encaixado ali de qualquer maneira, pode desanimar um pouco…e é claro, após o álbum inteiro com aquele efeito chato no fim, a última música não poderia faltar…e o balanço do disco fica assim, se você gosta de músicas modernas, não liga para a falta de um “hino”, algo que dê pra você cantar junto, e é mente aberta para algumas experiências musicais, Good 2B Alive é um ótimo álbum e com certeza vai figurar entre os seus mais ouvidos…agora se você espera aquela banda de 1990 dê as caras por aqui, meu amigo…você provavelmente perdeu algum tempo lendo essa resenha, keep rocking!😉

Média do álbum: 7/10

Em 2006 é anunciado o retorno da banda Steelheart que havia lançado o 

álbum “Wait”, dez anos antes e tinha a música We All Die Young, parte

da trilha sonora do filme “Rockstar” e atingiu um grande sucesso por

parte do público roqueiro. A banda não aguentou e acabou se separando,

e com o anunciado retorno os fãs ficaram alvoroçados, contudo, apenas o

vocalista e fundador da banda Miljenko Matijevic remanesceria da

formação original, junto com a volta de Chris Risola, que tocou

guitarra nos dois primeiros álbuns da banda. No ano de 2006 é lançado

um ep entitulado “Just A Taste” que trazia 3 músicas inéditas que

fariam parte do próximo álbum, mais uma versão de We all die Young,

dois anos se passaram e eis que em novembro de 2008, O Steelheart lança

mundialmente o Good 2B Alive, que trazia uma banda totalmente

diferente, tanto em som, quanto líricamente. Uma banda mais madura,

técnica e pesada mostrou toda sua competência por suas 9 faixas, é um

bom álbum…mas Matijevic poderia ter trocado o nome da banda, já que

trocou todos os elementos que os identificavam e Good 2B Alive só foi

lançado pelo nome clássico para que os fãs não deixassem de ouvir.

Prometi essa resenha já tem um tempo pra @BellaBrendler, demorou, tá

mal escrita, mas tá aí…não esquece que eu te amo❤

Melhor música:Shine a Light For Me
Pior música: LOL

1.Samurai (Matijevic)     (5:32) 4/5
A introdução dada por efeitos na guitarra ditam o que irá aparecer por

quase todo o álbum, peso e modernidade, tem seus versos cantados com

raiva e com diversos efeitos, o refrão é bem semelhante a coisas que o

System Of A Down compôs em seus últimos discos (Mesmerize/Hypnotize) e

a voz de Matijevic está bem parecida com a do guitarrista da banda de

new metal, Daron Malakian. Apesar de não ter uma passagem marcante e o

refrão passar despercebido diversas vezes, é uma boa música, o destaque

fica por conta da linha de baixo que impõe o ritmo e se sobressai

diversas vezes durante a execução da música.

2.Lol     (Matijevic)     (4:02) 3/5
A voz de Matijevic aqui parecia que estaria menos “mascarada” de

efeitos, só parecia, porque os primeiros versos são cantados e o mesmo

efeito da música anterior é repetido, dando a impressão de não ter

passado a música, o baixo ganha um destaque maior aqui e prova que

Matijevic escolheu bem a banda que iria o acompanhar a partir daqui,

não tem um refrão marcante, as passagens de vocal são angustiantes e

para aqueles que esperavam um retorno com músicas semelhantes ao

primeiro álbum da banda (no qual você pode ler a resenha aqui), talvez

já tenha se desanimado de continuar ouvindo, apesar de ter um ou outro

bom momento durante a música.

3.Buried Unkind     (Matijevic)     (4:55) 5/5
Com um teclado ao fundo a lá Beatles e uma aura nostálgica e os

primeiros versos são cantados suavementes, até que toda banda e uma

explosão toma conta da música e, ao contrário das duas anteriores o

refrão pega um pouco mais na cabeça, e tem todo o peso da banda somado

ao tecladinho já citado, que dá uma cara mais moderna a música, mas ao

mesmo tempo aquele toque antigo, Matijevic aqui não se expõe demais aos

agudos (faz o que sempre fez, só que sem exageros…se me entendem), a

banda faz uma parada no meio da música, deixando apenas acordes de

teclados e a voz de Matijevic soarem pelas caixas de som, em seguida a

banda volta, com um belo solo de guitarra e a música cai em efeito

fade-in até o início da próxima faixa.

4.Twisted Future     (Matijevic)    (5:10) 4/5
O peso volta com tudo em Twisted Future, mas agora sem os tão chatos

efeitos vocais, com Matijevic cantando de forma limpa, o que funciona

muito melhor, a música conta com diversas mudanças de tempo e ritmo,

sendo uma ótima faixa musicalmente, talvez não chegue a agradar muito

os antigos fãs da banda, que esperavam que o álbum fosse cru e direto

(como I’ll never let you go e Rock n’ Roll(I Just Wanna)), a banda

novamente peca em não trazer um refrão digno de coro da platéia, como

já foi mostrado em todas as faixas anteriores, a mudança de ritmo chega

a ser tão grande, que a música fica com cara de balada as vezes, o

destaque fica por conta de seu riff, com uma grande influência dos

britânicos do Led Zeppelin, apesar de algumas falhas é uma boa faixa.

5.I Breathe     (Matijevic)     (5:59) 4/5
Início no piano e vocais cantados muito suavemente, dão a impressão de

ser a única balada do álbum até o resto da banda entrar e o peso voltar

ao álbum e infelizmente, os tão criticados efeitos nos vocais, voltaram

e um refrão certeiro aqui faz muito mais falta do que nas anteriores, a

música ganha destaque quando uma parte acústica com os vocais limpos

dão as caras ao invés do excesso de efeitos e peso, tem um ótimo solo

de guitarra, mas só, não chega a empolgar.

6.Shine a Light for Me     Matijevic)    (4:21) 5/5
E chegamos ao ponto alto do álbum, aqui a banda consegue soar técnica

mas ao mesmo tempo crua, com direitos a solos de baixo e uma melodia

incrível e com os vocais limpos, mostra um dos melhores momentos de

Matijevic e o tão esperado refrão dá as caras aqui, não chega a ser

perfeito, mas é o mais perto do antigo hard rock que a banda fazia. Há

algumas passagens muito melódicas, com um grande toque de modernidade

chegando a lembrar uma coisa ou outra do Linkin Park em Minutes to

Midnight, um contra que vale ser lembrado aqui é o irritante efeito de

fade-out no fim da música, que ocorreu em todas as faixas do álbum até

aqui, no entanto é o ponto mais alto do álbum e uma ótima música.

7.Underground     (Matijevic)     (4:44) 4/5
Com outro riff moderno, e uma introdução acústica a música vai ganhando

cara de balada e ficando mais pesada e rápida com a entrada dos outros

instrumentos mas não sai disso, enganando o ouvinte a esperar um

estouro que não vai acontecer, até que toda a banda para e a música

volta a ser melosa, acaba passando despercebida pela já criticada falta

de um refrão marcante, no final há um solo bacana de trompete ao fundo,

equanto a música vai abaixando no tão irritante efeito de fade-out…

8.You Showed Me How 2 Luv     (Matijevic)     (6:06) 4/5
Voltando ao peso das guitarras, You Showed Me How 2 Luv logo fica mais

calma, e com passagens de guitarras “limpas” com acordes distorcidos

enquanto Matijevic canta os versos dão um toque de “power ballad” na

música, que tem diversas passagens interessantes mas poderia ser muito

melhor se não tivesse o que tem no álbum inteiro…a ausência de um

grande refrão e um final decente para a música, ponto negativo para os

produtores aqui…

9.Good 2 B Alive  (Matijevic) 5/5    (5:52)
E para fechar temos um instrumental impecável com versos “falados” pelo

vocal, dando um ar de “desânimo” na música, deixando-a parecida com

alguma improvisação no meio do show, ou uma brincadeira de estúdio,

coisa que pode desagradar várias pessoas (né @BellaBrendler?), enquanto

dá um ar de novidade para outras, saindo da mesmice que rolou durante o

álbum inteiro e como em “Shine A Light For Me”, um bom refrão é

fácilmente percebido aqui, fazendo com que o álbum eleve um pouco seu

status, mas o finalzinho da música que parece que foi encaixado ali de

qualquer maneira, pode desanimar um pouco…e é claro, após o álbum

inteiro com aquele efeito chato no fim, a última música não poderia

faltar…e o balanço do disco fica assim, se você gosta de músicas

modernas, não liga para a falta de um “hino”, algo que dê pra você

cantar junto, e é mente aberta para algumas experiências musicais, Good

2B Alive é um ótimo álbum e com certeza vai figurar entre os seus mais

ouvidos…agora se você espera aquela banda de 1990 dê as caras por

aqui, meu amigo…você provavelmente perdeu algum tempo lendo essa

resenha, keep rocking!😉

Média do álbum: 7/10

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  1. #1 por Bella em 06/12/2010 - 21:46

    Também sinto falta de um hino, mas gosto do álbum pelas novidades que ele traz. Realmente, o nome da banda poderia ter mudado, ouço sem nem relacionar com o Steelheart antigão. xD
    Obrigada por atender o meu pedido, mas não precisava dar nota 4 ou 5 pras músicas que vc detestou. Tudo bem se a média do álbum fosse 4 ou 5, eu só queria saber sua opinião ^.^
    Beijo, eu te amo❤

  2. #2 por joaora em 06/12/2010 - 22:13

    Sinto dizer… Mas esse álbum é um lixo!!…Nada a ver com o Steelheart do Wait!

  1. Tweets that mention (2008) Steelheart – Good 2B Alive « Roque Veloz /,,/ -- Topsy.com

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