Arquivo de dezembro \31\UTC 2010

(1997) Mötley Crüe – Generation Swine

Por Joaora.

Até 1997 os bad boys do Mötley Crüe  já tinham uma carreira de invejar muitas outras bandas que estavam começando, clássicos como Dr.Feelgood e Too Fast For Love já haviam sido lançados e viraram uma marco na história do Hard Rock. Confusões, morte e muita música boa faz parte da vasta carreira da banda, que se extende até os dias de hoje. Mas voltando a falar do ano de 1997, o quarteto fundador da banda voltava a ativa após 8 anos, e as atenções e as expectativas dos fãs e da crítica eram supremas… Mas será que valeu a pena criar-se toda essa expectativa em torno da volta dos integrantes originais? Dizem que toda banda tem um CD que marca negativamente sua trajetória, muitos dizem que Generation Swine é esse tal CD que nunca deveria ter sido lançado pelos americanos.

7ª álbum da banda americana, marca a volta dos integrantes originais após 8 anos, para ser mais sensato, marca a volta de Vince Neil que não havia trabalhado no último trabalho da banda, que contava com John Corabi nos vocais. Generation Swine até vendeu bem, mas definitivamente não agradou os fãs que aguardavam anciosamente pelo lançamento do tape, acostumados com um som mais farofa e baladas marcantes, estes sentiram falta da pegada anos 80 da banda, os efeitos eletrônicos e sintetizadores usados de forma exagerada e demasiada em grande parte do álbum. 80% das pessoas que ouvem este álbum o acham deplorável, já os outros 20% acham que é o trabalho mais subestimado e injustiçado da banda, eu certamente faço parte dos 20%, pois o álbum me agrada, não como certos clássicos da banda, mas é bom… Mau falado, nada aclamado, vamos realmente analisar o 7º trabalho do Mötley Crüe!

Integrantes:

Vince Neil – Vocais,  Mick Mars – Guitarras,  Nick Sixx – Baixo, Tommy Lee – Bateria

Melhor Música: Generation Swine


Pior Música: Rocketship

1 – Find Myself (Nikki Sixx, Mick Mars, Tommy Lee) 2:51 4/5

O ínicio repleto de efeitos remete o que será o restante do álbum. A tão esperada voz de Vince Neil aparece não como de costume, cantando aquele som costumeiro e despretencioso que consagrou o Mötley Crüe, os efeitos utilizados durante toda a música acabaram por estraga-lá, toda via a letra suja repleta de palavrões ainda diz que é uma música do Mötley Crüe. A parte em que somente a banda toca, sem aqueles efeitos eletrônicos podres e vozes nada a ver utilizadas na introdução, mostra um bom momento da banda.

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(2006) Twisted Sister – A Twisted Christmas

Por DarkMephisto

 

 

Para não passar o Natal em branco, precisávamos ter um álbum que tenha tudo a ver com o essa data, e nada melhor do que um álbum de uma das bandas mais visualizadas no Roque Veloz esse ano, o Twisted Sister. Esse álbum, foi o último álbum de estúdio gravado pelo TS e contém apenas músicas natalinas que foram arranjadas no melhor estilo TS de fazer música. Um conselho pessoal: Esse álbum só tem graça se ouvir com o volume bem alto!

Melhor Música: Oh Come All Ye Faithful

Pior Música: I’ll Be Home For Christmas

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(1982) Manowar – Battle Hymns

Por Joaora

O ano é 1982, e o Heavy Metal britânico estava em alta, lançamentos como The Number of the Beast ( Iron Maiden) , Screaming for Vengeance (Judas Priest) e Black Metal ( Venom) fazia com que esse fosse um ano memorável para alguns lançamentos do gênero. Toda via algumas bandas americanas também lançavam clássicos, o KISS por exemplo, botava no mercado o consagradissimo The Creatures of the Night e o Twisted Sister o ótimo Under the Blade, em meio a tudo isso, uma banda americana desconhecida, chamada Manowar, começava sua caminhada para o estrelato e lançava seu álbum de estréia…

Com letras épicas que veneravam o Heavy Metal e cheio de contos inspiradores este álbum se tornou um clássico do gênero, essencial a qualquer amante do Heavy Metal, a boa notícia é que recentemente a banda o regravou, não ouvi ainda para ver como ficou, mas como tudo que vem dos caras é ótimo, deve ter ficado foda de mais. Com alguns hinos da banda, Battle Hymns é o grande culpado por ter alavancado a banda ao sucesso repentino. No ano de seu lançamento foi muito bem aceito pela crítica e pelos fãs que se surpreenderam positivamente com o som agressivo e selvagem do Manowar. Eis aqui comentado faixa – a – faixa, neste humilde blog o lançamento do ano de 1982 ( ao menos para mim),  que perdurou em listas ao lado de álbuns já citados como o melhor do ano!

Melhor Música: Battle Hymn


Pior Música: Díficil, prefiro deixar esse espaço vago!

O Manowar é:

Eric Adams – Vocal

Ross the Boss – Guitarra

Joey DeMaio – Baixo

Donnie Hamzik – Bateria

Todas as canções foram escritas por Ross the Boss e Joey DeMaio, exceto onde anotado.

1 – Death Tone  – 4:48 5/5

Os roncos dos motores a mil, e dá se a largada! Battle Hymns já começa detonando. Os vocais de Eric Adams e a bateria tocada por Hamzik deviam receber um prêmio nesta faixa, o primeiro se apresenta ao mundo mostrando uma técnica apurada em suas cordas vocais, alcançando notas altas com sua voz rasgada e marcante, já Hamzik estralaça a bateria em certos momentos mais velozes da canção. Nos minutos finais o grande Ross the Boss se empolga e sola de maneira magnífica. O Manowar se apresentava ao mundo de maneira espetacular com um de seus maiores clássicos!

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(1970) Black Sabbath – Paranoid

Por guibby

Capa do álbum

No mesmo ano em que foi lançado o álbum de estréia dos britânicos pioneiros (sem trocadilhos, pra quem conheçe a história dos integrantes), a banda lança Paranoid que para muitos é o ponto alto do Black Sabbath, com clássico atrás de clássico a banda conseguiu elevar o nível de qualidade que havia mostrado em seu álbum auto-entitulado, com músicas beirando a psicodelia e temas polêmicos para a época (como guerras). O álbum entrou para a lista definitiva do Heavy Metal, e é uma inspiração para todos os músicos até hoje, diferentemente do primeiro álbum a temática da banda deixou  de ser apenas o ocultismo, com grandes críticas a sociedade como citado anteriormente. O álbum é com certeza um dos mais influentes e contribuiu para o surgimento de diversas bandas de Heavy Metal nos anos seguintes. Originalmente “Paranoid” sairia com o nome de “War Pigs”, mas foi mudado porque os produtores da banda acharam a musica paranoid que tinha sido feita em dez minutos pela banda uma ótima musica,e poderia se tornar um single,que poderia tocar em todas as radios,porem a capa já tinha sido feita para “War Pigs” e já estavam quase lançando o mesmo, então quando mudaram o nome do album para Paranoid,não houve tempo para mudar a capa, que é um tanto mal-feita e tem um cara com uma espada nela. (E não um porco! Malditas piadas internas…)

Melhor música: Iron Man

Pior música: Hand of Doom

Todas as músicas creditadas a Tony Iommi, Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward.

1. “War Pigs” – 7:55 5/5
Um longo acorde dá início a War Pigs, que com seus quase 8 minutos de duração se tornou um hino sagrado do metal e uma das músicas mais importantes do Sabbath. Acredita-se que a banda escreveu a música como um protesto a Guerra do Vietnã, mas quando tocaram-a no meio dos anos 70, a banda usou imagens da Segunda Guerra Mundial (WWII). A música deveria se chamar “Walpurgis”, é um nome de inspiração pagã, que provém de “Wal” (que significa pilha de mortos ou campo de batalha) e “bergs” (proteger), ou, segundo uma outra interpretação etimológica, de “Purag” (castelo ou cidade fortificada, que é defendida na batalha, ou, segundo outros, castelo dos mortos). Remete, portanto, para os derradeiros soldados que enfrentam as forças disformes que ameaçam a “cidade”, a ordem, a forma. Porém durante a gravação do álbum, o título e a letra foram mudados para War Pigs e falava da guerra. Tony Iommi conta que a música era uma “Jam Session”, e o baixista Geezer Butler achou que a versão soava muito satânica para gravarem, por isso mudaram. Enquanto todos os membros da banda se diziam preocupados e querendo protestar contra as guerras, principalmente a do Vietnã, Ozzy Osbourne, vocalista, declarou que nada sabia sobre o Vietnã, e que era apenas uma música anti-guerra, já se demonstrando um grande chapado e despreocupado naquela época. A música aparece constantemente nas primeiras posições de listas como “As melhores músicas do Metal”, “As músicas mais marcantes do Rock” entre outros semelhantes, e também de listas como “Canções inapropriadas” após o atentado de 11/09/2001, que foi feita pelo “Clear Channel Communications” (veja lista completa e outros fatos dela, aqui ), ou seja, uma das faixas mais importantes do metal, que fez com que a banda fosse ainda mais importante para a história do gênero.

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(2002) W.A.S.P. – Dying For The World

Por Hellion, bebendo sangue e comendo carne de inimigos 😉

Tenho ouvido muito esse álbum nos últimos tempos. Ele sempre me passou um sentimento de raiva, ódio, etc. E lendo um texto do Blackie Lawless descobri que esse álbum foi feito exatamente pra isso.

Dying For The World é o décimo álbum de estúdio do W.A.S.P., e segue a linha séria e política do seu antecessor Unholy Terror de 2001, porém é mais sombrio. Segundo Blackie Lawless, com o início da guerra no Afeganistão e Iraque, ele se lembrou das cartas que recebeu de soldados americanos no início dos anos 90 na Guerra do Golfo, que diziam que as tropas colocavam Heavy Metal em potentes caixas de som nos tanques de guerra como forma de assustar os inimigos. Nas palavras de Blackie “eles ouviam a música e sabiam que a morte estava chegando”. Com o desastre ocorrido em 11 de Setembro em New York e o início da guerra, Lawless decidiu dar mais algumas músicas para o exército americano usar na guerra, por isso, musicalmente e liricamente, DFTW é um manifesto de ódio, raiva e vingança. A única coisa que pesa contra a bolacha é a produção e mixagem, que torna o som às vezes meio embolado, mas nada que prejudique a audição. O álbum contém algumas das melhores letras já escritas por Lawless e é literalmente um soco no estômago da primeira à última faixa. Ideal pra mandar aquele cara chato ou aquela sua peguete indecisa tomar no meio do cu! \,,/

Melhor música: Revengeance

Pior música: Não há. O álbum consegue manter o alto nível do começo ao fim, algo extremamente raro.

Todas as faixas por Blackie Lawless.

1 – Shadow Man (5:34) 5/5

Quando me referi ao “soco no estômago” você leitor imaginou algo na linha do Slayer? Se sim, pode se decepcionar um pouco nos primeiros segundos, mas acredite, quando o riff principal (que é plágio descarado de “God Of Thunder” do Kiss) entrar você vai sentir a pancada. A letra é quase uma provocação aos terroristas, como no refrão onde Blackie vocifera: “Where’s the God that made you? Oh, you’re superman!”. Refrão esse que é digno de ser bradado por um batalhão inteiro, com direito a alguns “Hey!” em coro logo após os versos. O “nem tão novo” guitarrista Darrell Roberts também destrói tudo com solos realmente ferozes. Que abertura!

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