Arquivo de 24 novembro, 2010

(1980) Queen – The Game

Por guibby

Capa do álbum

24 de novembro, um dia escuro na história do rock…há exatos 19 atrás o mundo perdia não um, mas dois de seus maiores artistas do gênero que chocou o mundo com suas letras e danças, e que se tornou o tipo de música mais aclamado e cultuado até hoje, mesmo após seu quase meio século de existência. E no meio de tanta história existiu uma banda que conseguia agradar muito mais do que o público adorador de Rock n’ Roll, o Queen. Muito dessa aceitação se deve ao seu vocalista, Freddie Mercury, que com seu enorme carisma e genialidade nas composições elevou o status da Rainha a uma das melhores bandas do mundo, sendo lembrados até hoje como um dos maiores do rock. Em meio a uma vida conturbada e cheia de polêmicas, Freddie declarou estar com AIDS em 1991, e logo faleceu…nesse exato 24 de novembro, deixando o mundo triste com sua partida, e ainda mais triste por partir junto com Eric Carr (baterista do Kiss, onde você pode saber mais sobre sua carreira, aqui), então esta resenha tem como objetivo deixar uma homenagem ao vocalista, e simplesmente agradecer pelo legado que o mesmo deixou, Rest In Peace Freddie, and God Save The Queen.
Em 1980, foi lançado o oitavo álbum de estúdio da banda britânica Queen, entitulado de “The Game”, o disco contava com músicas com uma levada mais pop e radiofônica comparado a seus antecessores, por conta disso, chegou a alcançar a primeira posição nas paradas em diversos países. Com pouco mais de meia hora, e dez músicas o disco foi sucesso de público e crítica e traz alguns dos melhores momentos da banda.

Melhor música: Another One Bites The Dust

Pior música: Coming Soon

1.”Play the Game”   (Freddie Mercury)     3:30 5/5
Uma dramática introdução no piano com os vocais de Freddie acompanhando os acordes perfeitamente, Play The Game abre o álbum de forma estrondosa, lembrando o Queen de “We are the champions”, porém com um peso a mais, destacado pelos sintetizadores no meio da música e os diversos solos de Brian May, que soam rotineiros mas magníficos, assim como tem que ser, o som de sua guitarra é inconfundível. A música não tem um refrão marcante, o que poderia ser considerado um contra, mas se tratando de Queen isso até passa despercebido, pois contrasta com as inúmeras passagens melódicas e arrepiantes durante toda sua execução e a habilidade que Mercury tinha para interpretar uma música.

Leia o resto deste post »

, , , , , , , ,

3 Comentários

(1981) Kiss – Music From ‘The Elder’

Por Hellion

O dia de hoje marca uma data triste para a música em geral. Há exatos 19 anos, o inigualável Freddie Mercury, frontman do Queen fazia sua viagem ao outro lado. E no mesmo dia, outra lenda partia, Eric Carr, baterista do Kiss. Como uma forma de relembrar um dos maiores bateristas de todos os tempos, posto agora no Roque Veloz o primeiro álbum de Carr com a banda, o controverso e genial Music From ‘The Elder’.


Music From ‘The Elder’ é um dos maiores divisores de águas na multiplatinada carreira do Kiss. Primeiro, ironicamente por não ser multiplatinado, mal tendo conseguido um disco de ouro muitos anos após seu lançamento. E em segundo por ser um dos álbuns mais excêntricos e controversos da discografia da banda. O Kiss vinha de dois discos bem comerciais, flertando com a então na moda Disco Music, e acabava de perder o primeiro dos membros originais, o baterista Peter Criss. Em seu lugar, entra Eric Carr, um baterista totalmente diferente do velho Catman, com raízes mais rock and roll e uma batida fenomenal. Isso fez com que a banda vivesse uma espécie de crise de identidade. Foi nessa época que Paul Stanley começou a sugerir o abandono das maquiagens, idéia repudiada por Gene Simmons, que acabou cedendo poucos anos depois.

Ace Frehley sempre foi o mais “rocker” da banda, e era o único que de certa forma sabia o rumo que queria tomar. Ace tinha um projeto entitulado “Rockin’ With The Boys” que tinha por objetivo voltar às raízes do Kiss, com um som mais direto e cru. A idéia foi abandonada no meio do caminho, e reaproveitada posteriormente no álbum Creatures Of The Night (1982). A verdade é que Ace estava em uma péssima fase, bebendo muito mais do que o normal (se é que é possível), fazendo muita merda e ameaçando sair da banda. Uma das condições do guitarrista para permanecer no barco, era gravar suas partes do novo álbum em seu estúdio particular, e assim foi feito. Nessas seções na casa de Ace, foram gravadas muitas demos que seriam mais tarde aproveitadas tanto pelo Kiss quanto por Ace em sua carreira solo. Tudo seguia na linha do projeto de Ace, quando Gene aparece com um roteiro para um suposto filme épico, no qual o Kiss faria a trilha sonora. Bob Ezrin foi chamado novamente para a produção, e começava a surgir o conceitual do Kiss.

Leia o resto deste post »

, , , , , , , , , ,

7 Comentários

%d blogueiros gostam disto: