Arquivo de novembro \30\UTC 2010

(2004) My Chemical Romance – Three Cheers for Sweet Revenge

Por Joaora

Muitas pessoas devem estar pensando agora: “My Chemical Romance no RoqueVeloz, que lixoo”…Tenho apenas uma coisa a dizer a vocês que estão pensando nisso agora:  “Abram suas mentes cabeças de bagre, bote esse CD para tocar e curtam a boa música, independente de seu rótulo”

Segundo álbum da banda americana Three Cheers for Sweet Revenge é considerado um disco conceitual, e conta a história de um casal morto em um tiroteio, ( vale dizer que essa história começou no primeiro álbum da banda) o marido morto acaba no purgatório, separado da mulher, e o único jeito de voltar a vê-la, mesmo depois de mortos é voltando a terra e matando 1000 homems maus… Uma história digna de mangá. O som da banda mostra-se bem mais evoluído do que se comparado ao do primeiro álbum, as guitarras mais trabalhadas e as melódias e letras mais complexas… Emo ou não, de gay ou não, saiba que este segundo álbum da banda me agrada e por isso deu vontade de fazer essa resenha… Aos interessados, boa ouvida e leitura…xxD

Melhor Música: Thank You for The Venom

O poder hardcore da banda fica bem evidente nessa apresentação.

Pior Música: Hang ‘Em High


Todas as canções foram escritas por Gerard Way

1 – Helena (3:22) 5/5

O álbum abre simplesmente com o maior hit do grupo, a canção que fez as paradas da MTV estourarem. O clipe é bem elaborado e fez a carreira da banda ganhar mais status:

Helena foi o terceiro single do disco e entre os 4 singles foi o que mais bombou nas paradas americanas atingindo a modesta 33ª posição.Uma introdução lenta faz com que o ouvinte espere a explosão da música a qualquer momento, e quando ela acontece a bateria espancada por Pelissier toma uma velocidade exorbitante, diminuindo apenas no refrão que é mais lento e melódico que os versos comuns. Aliás o refrão da música é o melhor do álbum certamente, te faz querer cantar junto com a voz pouco exigida de Gerard. A fórmula da maioria das músicas do álbum é praticamente a de Helena: Versos cantados de maneira mais acelerada com uma batida rápida e um refrão mais melódico e apelativo.

Se você não gostou da primeira faixa, dificilmente irá apreciar o restante do álbum….Então pare por aqui!

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(27/11/2010) Twisted Sister – Via Funchal – São Paulo – Brasil

Por Bella Brendler

Foto por Meteleco – meteleco.com

Acho que toda resenha de show começa dizendo que o show foi memorável. Eu até tentei pensar em outro jeito de começar, mas foi memorável mesmo. O show do Twisted Sister em São Paulo, um ano após a primeira vinda da banda para o Brasil, trouxe grandes sucessos da banda, a maioria do álbum Stay Hungry (leia a resenha faixa a faixa aqui).
Já dava pra sentir que a noite seria boa no show de abertura. Embora a casa ainda estivesse meio vazia (no Via Funchal, a maioria tem o costume de chegar em cima da hora, e consegue bons lugares mesmo assim), às 20:40 a banda Salário Mínimo veio ao palco e fez bonito. Tocaram clássicos da banda mescladas com faixas do novo álbum, Simplesmente Rock (leia a entrevista exclusiva com a Salário Mínimo aqui), e conseguiram empolgar o público presente. China Lee, além de possuir uma voz impecável, fez uma oração do rock de joelhos no palco, o que fez muita gente dar risada. Durante o show do Salário Mínimo notei que a bateria estava muito alta em uma música, abafando o som das guitarras e do baixo em pleno solo. Em menos de um minuto o problema foi resolvido, a harmonia dos instrumentos voltou, e o Via Funchal marcou mais um ponto.

Setlist Salário Mínimo (abertura):

Eu Não Quero Querer Mais
Beijo Fatal
Dama da Noite
Jogos de Guerra
Delírio Estelar
Anjo
Cabeça Metal
Noite de Rock

Terminado o show do Salário, Leia o resto deste post »

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(1980) Queen – The Game

Por guibby

Capa do álbum

24 de novembro, um dia escuro na história do rock…há exatos 19 atrás o mundo perdia não um, mas dois de seus maiores artistas do gênero que chocou o mundo com suas letras e danças, e que se tornou o tipo de música mais aclamado e cultuado até hoje, mesmo após seu quase meio século de existência. E no meio de tanta história existiu uma banda que conseguia agradar muito mais do que o público adorador de Rock n’ Roll, o Queen. Muito dessa aceitação se deve ao seu vocalista, Freddie Mercury, que com seu enorme carisma e genialidade nas composições elevou o status da Rainha a uma das melhores bandas do mundo, sendo lembrados até hoje como um dos maiores do rock. Em meio a uma vida conturbada e cheia de polêmicas, Freddie declarou estar com AIDS em 1991, e logo faleceu…nesse exato 24 de novembro, deixando o mundo triste com sua partida, e ainda mais triste por partir junto com Eric Carr (baterista do Kiss, onde você pode saber mais sobre sua carreira, aqui), então esta resenha tem como objetivo deixar uma homenagem ao vocalista, e simplesmente agradecer pelo legado que o mesmo deixou, Rest In Peace Freddie, and God Save The Queen.
Em 1980, foi lançado o oitavo álbum de estúdio da banda britânica Queen, entitulado de “The Game”, o disco contava com músicas com uma levada mais pop e radiofônica comparado a seus antecessores, por conta disso, chegou a alcançar a primeira posição nas paradas em diversos países. Com pouco mais de meia hora, e dez músicas o disco foi sucesso de público e crítica e traz alguns dos melhores momentos da banda.

Melhor música: Another One Bites The Dust

Pior música: Coming Soon

1.”Play the Game”   (Freddie Mercury)     3:30 5/5
Uma dramática introdução no piano com os vocais de Freddie acompanhando os acordes perfeitamente, Play The Game abre o álbum de forma estrondosa, lembrando o Queen de “We are the champions”, porém com um peso a mais, destacado pelos sintetizadores no meio da música e os diversos solos de Brian May, que soam rotineiros mas magníficos, assim como tem que ser, o som de sua guitarra é inconfundível. A música não tem um refrão marcante, o que poderia ser considerado um contra, mas se tratando de Queen isso até passa despercebido, pois contrasta com as inúmeras passagens melódicas e arrepiantes durante toda sua execução e a habilidade que Mercury tinha para interpretar uma música.

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(1981) Kiss – Music From ‘The Elder’

Por Hellion

O dia de hoje marca uma data triste para a música em geral. Há exatos 19 anos, o inigualável Freddie Mercury, frontman do Queen fazia sua viagem ao outro lado. E no mesmo dia, outra lenda partia, Eric Carr, baterista do Kiss. Como uma forma de relembrar um dos maiores bateristas de todos os tempos, posto agora no Roque Veloz o primeiro álbum de Carr com a banda, o controverso e genial Music From ‘The Elder’.


Music From ‘The Elder’ é um dos maiores divisores de águas na multiplatinada carreira do Kiss. Primeiro, ironicamente por não ser multiplatinado, mal tendo conseguido um disco de ouro muitos anos após seu lançamento. E em segundo por ser um dos álbuns mais excêntricos e controversos da discografia da banda. O Kiss vinha de dois discos bem comerciais, flertando com a então na moda Disco Music, e acabava de perder o primeiro dos membros originais, o baterista Peter Criss. Em seu lugar, entra Eric Carr, um baterista totalmente diferente do velho Catman, com raízes mais rock and roll e uma batida fenomenal. Isso fez com que a banda vivesse uma espécie de crise de identidade. Foi nessa época que Paul Stanley começou a sugerir o abandono das maquiagens, idéia repudiada por Gene Simmons, que acabou cedendo poucos anos depois.

Ace Frehley sempre foi o mais “rocker” da banda, e era o único que de certa forma sabia o rumo que queria tomar. Ace tinha um projeto entitulado “Rockin’ With The Boys” que tinha por objetivo voltar às raízes do Kiss, com um som mais direto e cru. A idéia foi abandonada no meio do caminho, e reaproveitada posteriormente no álbum Creatures Of The Night (1982). A verdade é que Ace estava em uma péssima fase, bebendo muito mais do que o normal (se é que é possível), fazendo muita merda e ameaçando sair da banda. Uma das condições do guitarrista para permanecer no barco, era gravar suas partes do novo álbum em seu estúdio particular, e assim foi feito. Nessas seções na casa de Ace, foram gravadas muitas demos que seriam mais tarde aproveitadas tanto pelo Kiss quanto por Ace em sua carreira solo. Tudo seguia na linha do projeto de Ace, quando Gene aparece com um roteiro para um suposto filme épico, no qual o Kiss faria a trilha sonora. Bob Ezrin foi chamado novamente para a produção, e começava a surgir o conceitual do Kiss.

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(19/11/2010) André Matos – SESC Santo André

André Matos

Por guibby

Frequentemente o Sesc Santo André traz apresentações de renome no Heavy Metal para exibições acessíveis (que geralmente não passam de R$ 20,00 a inteira) e agradáveis, ou seja, sem aqueles empurrões de atrasadinhos para chegar mais perto do palco ou aqueles bêbados chatos que te incomodam o show inteiro (não, não sou aquele cara fresco, que não pode esbarrar que já dá chilique…o que vem acontecendo muito nos últimos tempos, mas isso é assunto para um outro texto, onde a autora Bella Brendler irá falar mais sobre o assunto) e na sexta feira, dia 19 de novembro foi a vez de André Matos e sua banda solo tocarem no espaço de eventos do clube.
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