(1999) Freedom Call – Stairway to Fairyland


Por DarkMephisto

 

Primeiro álbum dos alemães do Freedom Call, que trás um conceito bem tradicional do Power como o refrão em coro e os teclados bem explorados. Esse conceito se mantém até hoje deixando o Freedom Call como uma das poucas bandas mais “conceituadas” do gênero que se mantém “constante” sem mudar o estilo ou deixar mais pesado ou mais técnico.

Melhor Música: Over the Rainbow

Pior Música: Graceland

1 – “Over the Rainbow” – 5:51 5/5

O Freedom Call dá as caras ao mundo com uma das faixas mais memoráveis da banda. Inicia-se com uma teclado meio “macabro” mas aos poucos vai modelando a música até atingir a sonoridade da banda.  Faixa segue rápida e pesada atingindo seu ápice no refrão cantado em coro, como a grande maioria das músicas do Freedom Call. Destaque para os backvocals que conseguem casar perfeitamente o acorde usando apenas a voz.

2 – “Tears Falling” – 5:37 5/5

Uma introdução bem característica da banda seguida pelo vocal de Chris Bay. O instrumental segue uma linha que ao longo da história da banda, vamos ouvir algo com a “mesma estrutura” rítmica, entre outras palavras, é uma linha instrumental característica da banda. Novamente os backvocals estão presentes na música e novamente casando perfeitamente com a linha principal do vocal. Uma das melhores faixas do álbum.

3 – “Fairyland” – 5:31 4/5

Típica introdução do Freedom Call utilizando teclado seguido pelas guitarras. Não tem o peso e nem a velocidade das faixas anteriores, deixando ligeiramente cansativa e enjoativa. Tem um dos melhores refrões do álbum em minha humilde opinião, pondo em destaque nessa faixa que não é tão expressiva do álbum. Se fosse regravada dando uma “modernizada”, quem sabe não seria uma faixa de destaque.

4 – “Shine On” – 5:45 4/5

Uma das faixas mais “clássicas” da banda. Assim como a faixa anterior, não possui uma pegada mais rápida ou pesada. É mais uma das faixas que expressam bem o conceito da banda e que pode ser percebido em todos os álbuns da banda a “estrutura” usada nessa faixa, introdução no teclado, piano e vocal, distorção, refrão em coro e solo não tão virtuoso. Vale a pena conferir essa faixa.

5 – “We Are One” – 4:58 5/5

Outra faixa que se inicia com um teclado com som de órgão seguido pelos riffs. Após duas faixas mais cansativas e lentas, o Freedom Call volta a fazer um som mais rápido. Destaque para o vocal de Chris Bay que arrisca umas notas mais agudas unido com o backvocal invejável para qualquer banda do gênero.

6 – “Hymn to the Brave” – 4:02 4/5

Riff digno de cantar em uníssono seguido pelo vocal com uma base bem baixa. Uma bela marcha ou melhor dizendo, uma canção de batalha. Freedom Call mostrando o poder de seus backvocals cantando praticamente a música toda, podendo-se colocar como destaque na música. É uma faixa curta e mesmo sendo de altíssima qualidade, tem pouca expressão nesse álbum.

7 – “Tears of Taragon” – 6:57 5/5

Faixa mais longa desse álbum e também a mais conhecida, talvez. Curiosamente, no EP lançado após esse álbum intitulado “Taragon”, possui uma versão extendida com mais de 9 minutos de música e denominada como “Story Version”. Não é uma música rápida, mas explora muito bem todos os arranjos seja ele vocal ou instrumenta. Vale a pena conferir esse clássico da banda!

8 – “Graceland” – 5:39 3/5

Faixa bem pesada, porém não tão rápida inicialmente. Após um início mais lento, antes de entrar em sua metade final, a música acelera deixando o ouvinte um pouco sem entender o que aconteceu. Não tem um refrão memorável como muitas faixas apresentadas até o momento, mesmo tendo como artifício o refrão em coro. Possui muitas quebras de ritmo que como já dito, chega a confundir o ouvinte. Encerra com um fade out até não se ouvir nenhuma nota sequer.

9 – “Holy Knight” – 5:00 4/5

Faixa rápida e com uma pegada diferente do que foi apresentado no álbum até então. Rápida e pesada, dá destaque para as guitarras bem pesadas e com uma regulagem bem diferente do que foi apresentado no decorrer do álbum. Ótima faixa, mas não está entre os destaques do álbum. É o tipo de música que um fã do Freedom Call ouve e acha completamente diferente do que está acostumado a ouvir vindo do Freedom Call.

10 – “Another Day” – 5:52

Última faixa do debut da banda. É repetitiva, escolhida perfeitamente para ser a última faixa desse álbum, já que naturalmente tem a idéia de encerramento. O ápice dessa faixa é o refrão que só ele, vale a música inteira, já que durante toda a música, como já dito, é repetitivo e lento, chegando a cansar o ouvinte. É uma faixa de categoria “mediana” e esquecida pela banda e desconhecida para muitos fãs. Aqui acaba o primeiro álbum de uma das mais influentes e promissoras bandas de Power Metal em atividade até os dias de hoje.

Média do álbum: 8/10

 

 

 

 

 

 

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