Arquivo de outubro \31\UTC 2010

(1990) King Diamond – The Eye

Por Hellion

Halloween! Dia de lembrar daquela professora que você adora, da sogra, ou da mãe de alguém que mereça! Mas como somos brasileiros e não desistimos nunca não temos essa coisa toda de “doces ou travessuras”, aproveitamos o dia pra postar álbuns no clima. E nada melhor no halloween do que um bom heavy metal com histórias de terror, coisa que o King Diamond sabe fazer de melhor! Portanto, caro visitante do Roque Veloz, vamos voltar no tempo com o Olho da Bruxa!

O sucessor de Conspiracy tem muitos pontos em comum com o seu antecessor e também muitas diferenças. Liricamente, não faz parte da saga “Them”/Conspiracy, e apresenta uma mistura de realidade com ficção. Os fatos envolvendo um colar chamado “The Eye”, são claro, ficção, porém, os personagens apresentados existiram de fato, em sua determinada época. A banda está em sua melhor época em termos de técnica e criatividade, e não difere muito do grupo que gravou o álbum anterior, com exceção do baterista Snowy Shaw, que entrou no lugar de Mikkey Dee. Não darei ênfase à bateria, porque foi usada na maior parte do álbum uma bateria computadorizada. No mais, ótima história, ótimo álbum.

Melhor música: The Meetings

 

Pior música: Father Picard

Antes de iniciar a análise faixa a faixa, vou colocar aqui a tradução de um trecho das notas do álbum, que ajuda a situar o ouvinte na história:

“As partes principais das histórias narradas
neste álbum são, infelizmente, verdadeiras
e ocorreram durante a inquisição francesa,
entre 1450 e 1670. Todos os personagens seguintes
são reais e pertencentes àquela época.

Nicholas de la Reymie: Investigador-chefe
da Corte Cristã da Fogueira (Estaca Ardente),
em Paris, França.

Jeanne Dibasson: Uma suposta bruxa

Madeleine Bavent: Freira francesa de 18 anos
que entrou para o convento em Louviers em 1625,
depois de ter sido seduzida por um padre.
Morreu em 1647 na prisão.

Padre Pierre David: Capelão do convento
em Louviers até sua morte em 1628.

Padre Mathurin Picard: Capelão do convento
de Louviers de 1628 até sua morte em 1642.
Dentre suas ações insanas e doentias,
ele conseguiu estuprar Madeleine Bavent.

1 – Eye Of The Witch (King Diamond) (3:47) 5/5

A primeira faixa começa com um riff cadenciado marcado por uma bela linha de teclado, que da um clima bem medieval. Trata-se de um prefácio sobre o colar conhecido como “O olho da bruxa” (“It’s the eye of the witch”), que teria poderes sobrenaturais, apresentando o passado a quem o usar. Segundo a lenda, o colar também pode matar quem o olhar diretamente. King Diamond apresenta vocais dramáticos e bem teatrais, principalmente no refrão. A dupla de guitarras, formada por Andy LaRocque e Pete Blakk continua impecável, com Andy se sobressaindo por aqui. Foi também o único single do álbum.

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(2000) Helloween – The Dark Ride

Por guibby

Capa do álbum

No Haloween, nada mais original do que postar Helloween certo? Certo, então aqui vai um disco da banda que apesar de ótimo, sempre é deixado de lado pelos fãs e pela banda.
Novo milênio, novo disco, novo som, deve ter sido essa filosofia que os alemães do Helloween seguiram ao lançar seu nono(ou décimo,se você contar o álbum de covers “Metal Jukebox) álbum de estúdio da banda. As músicas ficaram mais pesadas, com riffs um pouco mais lentos e graves do que o habitual, o álbum foi produzido por Roy Z e Charlie Bauerfeind e também foi o último álbum que o Guitarrista Roland Grapow e o baterista Uli Kusch participaram. The Dark ride também fica marcado como o “menos favorito” da banda, por ser muito pesado líricamente e não tendo absolutamente quase nada de temas positivos, sempre abordados pela banda, apesar do álbum ser muito bom e não ter muitos pontos negativos musicalmente.

Melhor Música:Mr Torture

Pior Música: Escalation 666

1. “Behind The Portal (Intro)” (Deris) – 0:45 S/N
Instrumental sombrio composto por Andi Deris que dá introdução ao nono álbum dos Alemães.

2. “Mr. Torture” (Kusch) – 3:28 5/5
Seguindo temos um clássico moderno do Helloween, com uma introdução crescente e a pauleira comendo solta nos instrumentais. Abre o álbum com maestria contando também com um épico e cômico refrão. Um dos destaques vai para o solo de Roland, que apesar de curto mostra muita técnica e muito feeling, a letra da música trata hiláriamente de prostitutas e sado-masoquismo, pelas sacadas na letra dá pra entender que é apenas uma piada, assim como várias músicas do Helloween que tem esse apelo humorístico, no entanto tem gente que leva a sério, fazer o que, se você estiver sozinho e ter um pouco de humor, apenas pegue o telefone(Trocadilho infame) e ouça no máximo essa bela obra da banda.

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(1987) Guns N’ Roses – Appetite For Destruction

Por Joaora

Capa Censurada em alguns países


O primeiro estoque do álbum saiu nessa capa um quanto “parecida” com Iron Maiden, devido ao robozinho estrupador que se pode ser visto molestando a mulherzinha esparramada no muro…xxDToda via a capa foi censurada em alguns países, sendo o carro chefe os EUA, pois críticos e alguns fanáticos declaravam que a capa era obscena e depreciativa para a imagem das  mulheres.

Capa do Álbum que substituiu o censurado.

A capa que substituiu a original é na realidade uma tatuagem que Axl Rose tem em seu braço. Os cinco membros da banda desenhados como caveiras nas extremidades de um crucifixo…Algo criativo!…Foi essa capa que passou a ser veinculada junto ao CD e é a mais comum, diferente da outra que é rara de ser encontrada!

Números

Primeiramente vamos falar dos números deste que foi um dos álbuns de estréia mais vendidos e aclamados do mundo:

* Considerado por alguns sites e mídias especializadas o álbum de estréia que mais vendeu, foram simplesmente 40 milhões de cópias.

*Os 4 singles entraram para o Top 100 da Billboard

* Welcome to the Jungle foi um dos vídeos mais pedidos para a MTV na década de 80

* Sweet Child O’ Mine ficou pronta no primeiro take de gravação

* O álbum demorou 5 meses para ficar pronto e teve um custo de 370 mil doláres.

Descrição

É difícil fazer essa parte da resenha, quando os números já dizem por si só. Um álbum que vendeu mais de 40 milhões de cópias tem que ter algo de especial para obter tal feito. Não sou nenhum Gunner revoltado para dizer que esse é o melhor álbum da história, toda via, se tornou um clássico e certamente figura na lista dos melhores de muita gente. Appetite For Destruction é um “Alô ao mundo” de uma das bandas mais “midializadas” e aclamadas do mundo. Sem mais enchimento de saco, pegue seus fones, coloque Appetite For Destruction no toca CDs, aumente o som e Desfrute seu Gunner Revoltado ( Ou não) de uma das resenhas mais esperada do @Roque Veloz!

“Quando era moleque, existiam aqueles álbuns que ficavam com a gente para sempre, que representavam alguma coisa na nossa vida. Podia ser a música de fundo da sua infância ou da sua puberdade ou de sei lá o quê – Dark Side of the Moon [1973], ou Sticky Fingers [1971], ou Rocks [1976], do Aerosmith, ou Led Zeppelin IV [1971]. E nós fizemos um desses discos. Não posso desejar mais nada do que isso. Fico todo arrepiado. Isso é uma coisa que ninguém nunca vai tirar de mim.”

Slash

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(1999) Freedom Call – Stairway to Fairyland

Por DarkMephisto

 

Primeiro álbum dos alemães do Freedom Call, que trás um conceito bem tradicional do Power como o refrão em coro e os teclados bem explorados. Esse conceito se mantém até hoje deixando o Freedom Call como uma das poucas bandas mais “conceituadas” do gênero que se mantém “constante” sem mudar o estilo ou deixar mais pesado ou mais técnico.

Melhor Música: Over the Rainbow

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(1978) Dire Straits – Dire Straits

Por Bella

Para integrar o palco dos Dinossauros do Rock, temos aqui o Dire Straits. A banda dispensa apresentações, mas eu não: o Dire nasceu em 1977, na Inglaterra, e esse foi o primeiro álbum da banda, que saiu em 78. Dire teve uma boa repercussão na época, principalmente por fazer algo diferente do punk, que reinava absoluto. Trazendo melodias mais leves, ainda elaboradas, mas sem toda a superprodução que era característica dos sons daquele tempo. Sultans of Swing alcançou as paradas do Reino Unido, e depois o mundo. E aqui no Roque Veloz você vai entender o porquê.

Melhor Música: Sultans of Swing (ah vá!)

Pior Música: In The Gallery

Todas as letras escritas por Mark Knopfler.

1 – Down To The Waterline (4:00) – 5/5
Festa na praia. Pode ser bem estranho começar a resenha assim, mas não encontrei jeito melhor de descrever o que Down to The Waterline me faz imaginar. A faixa começa com acordes suaves e espaçados, e de repente ganha batida, mas a primeira impressão só se forma mesmo com a entrada da voz de Mark. É uma das vozes que eu mais admiro, tem um tom aveludado, ao mesmo tempo levemente rouco, e sem jamais pretender desmerecer a grande habilidade instrumental da banda, não posso dizer que a voz de Mark não tenha um grande destaque. Uma coisa bacana nessa faixa é também a finalização, bem leve, deixando uma sensação de continuidade.

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