(2008) Edguy – Tinnitus Sanctus


Capa

Capa bem sádica, deste 9ª lançamento da banda alemã. Aqui o som da banda do ótimo Tobias Sammet beira um Hard Rock, muito bem feito. Na minha humilde opinião aqui está o melhor trabalho da banda, que em termos de sonoridade difere bastante dos primeiros lançamentos do Edguy, por essa razão muitos fãs criticaram o álbum, toda via, muitos outros começaram a surgir. Este seria o último trabalho do grupo até agora e criticaria de forma aberta o “criador” . Belissimo álbum!

Melhor Música: The Pride of Creation


Pior Música: Nine Lives


1 – Ministry of Saints (5:02) 5/5

Começamos com o single do álbum. Todo single não é single a toa, há uma razão para ser single:  Ser uma música boa, e que a banda acha que irá repercurtir de uma boa forma entre os fãs e a crítica. Ministry of Saints foi uma ótima escolha! Abre de uma forma energética o álbum e mostra a qualidade dos integrantes da banda. Jens Ludwig é o grande destaque aqui, o guitarrista faz um belo solo e empolga os fãs. As mudanças de tempo na canção em diversos momentos também faz parte do ápice, junto com o refrão cantado em coro e grudento.

2 – Sex Fire Religion (5:57) 5/5

Um dos grandes destaques de todo álbum. Aqui começa as “indiretas” contra a religião e o fanatismo que em muitas canções do álbum podem ser notadas.  A canção em si não é muito complexa em conceitos como melodia e super solos extraordinários ( mesmo o solo de Ludwig sendo maravilhoso e envolvendo muita técnica). O refrão é a parte que realmente empolga, cantado em coro é aquele típico que te faz cantar junto. O baixista Tobias Exxel toca aqui um linha de baixo por vezes muito perceptível e bem elaborada.

Sex, Fire, Religion

Visionary position

Angel in Your Temple of Pleasure

Eis o refrão que ficará por um bom tempo na sua cabeça!…HEHEHE.

3 – The Pride of  Creation (5:29) 5/5

Riff de guitarra foda de mais (ambas guitarras em plena harmonia)… Bateria de estourar os Miolos ( destaque total para Bohnke nessa faixa)…Backing Vocals encaixados de uma maneira que te faz fechar os olhos e cantar junto (melhor aparição dentre todas as músicas)… Uma letra careta que critica o “criador”… Tobias em uma de suas melhores apresentações…Baixo audível o suficiente para se notar uma linha boa e bem tocada…. QUER MAIS O QUE? Certamente a melhor canção do álbum! Música que toda vez que eu escuto o álbum tenho que re-ouvir após encerrada!

4 – Nine Lives (4:27) 4/5

Nine Lives foi por mim considerada a pior faixa do álbum, toda via, não por seu uma faixa detestável, mas comparada às outras encontradas no álbum se torna a inferior… Mas vale dizer que é uma ótima faixa! Sammet berra com vigor a plenos pulmões aqui para cantar o chorus da canção. Nine Lives é boa, mas não faz com que o ouvinte se lembre, por exemplo, de seu refrão, ou de alguma parte memorável dela, quando o álbum acaba! Os riffs duplos e simples das guitarras de Ludwig e Dirk Sauer se sobressaem aqui em grande parte da canção!

5 – Wake Up Dreaming Black (4:06) 4/5

A introdução da 5ª faixa é animadora, um belo riff de guitarra em dueto com a bateria totalmente técnica e muito bem tocada por Bohnke, aliás vale destacar o baterista. Em quase todas as faixas  Bohnke mostra uma técnica muito apurada e demonstra a todos ser um ótimo músico….Grande Bohnke…Voltando a canção, junto com a anterior ela forma o pior momento do álbum. Talvez por ter um refrão muitas vezes repetido a canção não chega a empolgar e não vai pra frente.

6 – Dragonfly (4:57) 5/5

Após a fase mediana nas duas canções anteriores, o álbum retoma ao seu pedestal maior adquirido pelas 3 primeiras canções… Dragonfly talvez seja a canção que mais fuja da pegada mais melodica do Edguy de anos antes. Chega lembrar um belissimo Hard Rock. Sem a menor sombra de dúvidas, todos que escutam Dragonfly devem pensar… Caralhooo que refrão foda!!…Cantado em absoluto por Backing Vocals poderosos e Sammet, ambos demonstram sincronia e harmonia perfeita… O fim da canção é dada pelo refrão, dando a sensação à quem está ouvindo de “Queria Mais”… Outra típica canção que eu não consigo ouvir somente uma vez!

7 – Thorn Without a Rose (4:47) 5/5

O nome da 7ª canção entra em discordância com um clássico do Poison…Every Rose Has It’s Thorn…HEHEHE…Apenas uma curiosidade que toda vez que eu escuto essa canção me faz lembrar… A canção é uma semi-balada perfeita, cantada por um Sammet de coração aberto, com uma linha de baixo bastante audível e solos de guitarros executados em plenos versos “comuns”…. O Hard Rock, evidente em algumas músicas se torna o ritmo mais memóravel da 7ª canção.

Você pode ignorar isto que eu vou escrever agora, é apenas uma opinião minha: Mas essa música tem a cara do Bon Jovi, e sendo cantado por Jon ficaria totalmente interessante!

8-       9-2-9 (3:48) 5/5

Muitos são os destaques de Tinnitus Sanctus e 9-2-9 pode ser considerado um deles. Aqui o ritmo que consagrou o grupo volta a tona. Um som mais energético, e Sammet alcançando notas potentes lá em cima, pode ser ouvido na 8ª canção que é uma das mais curtas do álbum. O refrão é bom, os backing vocals menos presentes, toda via, bem cantados! A que mais lembra( junto com Speedhoven) o Edguy de som melódico, sem as misturebas todas do Hard Rock e Glam!

9 – Speedhoven (7:43) 5/5

Eita Porra…..Foi o que pensei quando Speedhoven começou a tocar a primeira vez que ouvi o álbum! A introdução é algo de doido, parece um concerto de um Beethoven moderno ou algo do gênero! A melhor introdução de todo álbum certamente. Além de ser a faixa mais longa do álbum é também a que aparentou ser a mais trabalhada… Com algumas quebras de tempo  interessantes, um solo estupendo de Ludwig é uma canção que exige muito da voz de Sammet que não desagrada e mostra todo o seu assombroso poder nos vocais. A batera de Bohnke novamente quebra tudo aqui, sendo bastante feroz. Outro grande destaque!

10 – Dead or Rock (5:50) 5/5

Segundos de som abafados e novamente algo que foge muito do Power Metal volta a tomar conta do tape. Dead or Rock tem um ritmo festivo ditado pelos riffs simples das duas guitarras, e é cantada por um Sammet  “apressado , no refrão como durante todo o álbum os backing vocals marcam presença. Alguns efeitos eletronicos na voz de Tobias podem ser notados, mas nada que estrague o brilho da canção que tem um dos melhores solos de guitarra executados por Ludwig. Aqui fica claro que o Edguy sabe fazer ótimas músicas, mesmo fugindo do estilo que os consagraram!

11 – Aren’t You a Little Pervert Too (2:20) 4/5

A música mais despretenciosa do álbum, talvez seja uma brincadeira de toda a banda este encerramento. Voltamos à década de 70 com a última canção, que beira algo muito próximo do Blues. O pior de tudo é que ficou bom…xxD… Edguy cantando algo que se pareça com Blues….Só faltava essa….HAHAHAHAHA…Mas aqui novamente só demonstra o quanto os membros da banda sabem fazer ótimas músicas mesmo fugindo do estilo a eles rotulado.

Média do Álbum: 9,5/10






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  1. #1 por Diogo Pires, Founder of Tinnitus Miracle Rev em 24/09/2010 - 18:52

    Adorei a “The Pride of Creation” vou meter isto nos favoritos. Obrigado.

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