(1984) Scorpions – Love At First Sting


Capa do álbum

Aproveitando o embalo de que no final de semana a banda Scorpions estará pela última vez em São Paulo (Nos dias 18 e 19 de setembro, no credicard hall) em sua turnê de despedida “Get Your Sting and Blackout Tour”, apresento-lhes a resenha do álbum de maior sucesso da banda e que os consagraram como uma das maiores bandas de Hard Rock de todos os tempos. O álbum contém vários sucessos que marcaram época e quase metade dele está presente em todas as turnês desde o lançamento dele, incluindo a turnê atual. Teve uma repercussão tão grande que até trouxe os germânicos pela primeira vez em terras brasileiras, para tocarem no Rock In Rio de 85. Love at First Sting é mais do que recomendado para qualquer fã de rock, e de música de qualidade, então caros amigos coloque o disco para tocar, aumente seu som no máximo e aproveite, e para os que não puderem conferir o show da banda, apenas lamento, pois será inesquecível.

Melhor música: Rock You Like a Hurricane

Pior música:I’m Leaving You

Todas as letras escritas por Klaus Meine e arranjos compostos por Rudolf Schenker, exceto onde anotado.

1. “Bad Boys Running Wild” (Schenker, Meine, Herman Rarebell) – 3:54 5/5

Abrindo o álbum com força total,já na primeira faixa pode-se perceber um excelente riff onde todos dizem: “Isso é Scorpions!” e é nesse estilo que a banda continua durante a música inteira, excelente solo de guitarra, um refrão que gruda na sua cabeça e você fica cantando por dias, Bad Boys Running Wild é um clássico que sempre agita os shows da banda, a letra pode ser considerada uma metáfora usada com animais, para momentos insanos, de selvageria, fazendo o ouvinte querendo pular logo na primeira faixa, destaque total!

2. “Rock You Like a Hurricane” (Schenker, Meine, Herman Rarebell) – 4:11 5/5

Hino! A música de maior sucesso da banda, é só soar as primeiras notas de seu poderoso riff, que todo mundo já sabe que é o clássico da banda, destaque máximo para tudo aqui, a banda,os vocais, a letra e o solo, até quem não gosta muito de rock balança a cabeça acompanhando o ritmo ao ouvir a música, teve também grandes aparições em diversas formas da mídia, como em filmes,seriados famosos, como os Simpsons ,jogos de video-game, em Guitar Hero 3 e GTA Vice City:Histories, e muitos outros. Mais tarde foi feito uma outra versão da música pela banda, “Hurricane 2000“, para o show em que a banda foi acompanhada pela orquestra filarmônica de Berlim (Moment of Glory) e mais tarde, “Hurricane 2001” para o seu show acústico (Acoustica). A música foi considerada como uma das melhores 40 do metal pelo canal de música VH1. Pra quem quiser ouvir Scorpions, não pode deixar de ouvir essa faixa!

3. “I’m Leaving You” – 4:16 4,5/5

Seguindo a mesma pegada das duas anteriores, a terceira faixa começa com um pesado riff e um solo de introdução, mas fica mais melódica do que as outras, com uma pegada um pouco mais parecida com “No One Like You” do álbum anterior “Blackout”,(clique para ler a resenha do mesmo)  com passagens de guitarra “limpa”, mas mantendo o peso e a distorção nas horas certas, seguindo as características do álbum, tem um grande solo de guitarra, o refrão é repetido algumas vezes, podendo causar um certo desinteresse.

4. “Coming Home” – 4:58 5/5

A primeira balada do álbum, tem um início melancólico com a voz de Klaus Meine soando perfeitamente como deve a voz de um vocalista em uma balada, até que a música ganha peso e mostra o que é o Scorpions agressivo, riffs simples e cativantes, que só de soar 3 acordes todos já sabem que se trata dos alemães,a música conta a dura e dificil vida na estrada durante as turnês, mas que tudo vale a pena pelo Rock n’ Roll e que voltar ao palco é como “Ir para casa” de tanto prazer que eles tem por tocar para um público animado, pena que não vão voltar mais para essa casa após a turnê atual.

5. “The Same Thrill” – 3:30 5/5

Com uma introdução barulhenta e bacana, The Same Thrill tem a proposta de divertir, e faz isso com louvor, com uma pegada bem rápida (beirando o punk rock) e solos rápidos com muita técnica,é provávelmente a música de mais peso do álbum, com vocais agitados bem diferente do jeito tradicional de Klaus cantar, a música é uma pedida bangear(Ou se sacudir, o termo que você preferir) até cansar, a letra lembra coisas feitas pelo ac/dc(clique para ler as resenhas da banda) , com direito até a coros de “Like Rock n’ roll” no refrão, uma coisa que não é muito bem a cara do scorpions. A letra é descompromissada e fala que não há nenhuma emoção como o Rock n’ Roll, é bem diferente das músicas do resto do álbum, mas diverte o ouvinte até seus minutos finais.

6. “Big City Nights” – 4:08 5/5

Um dos riffs mais memoráveis da banda, Big City Nights é um clássico absoluto, lançada também como single do álbum, tem uma enorme energia e é tocada em práticamente todas as turnês desde o seu lançamento, é uma das faixas que mais empolga os fãs da banda. A música trata de como as cidades grandes não param durante a noite e ficam ainda mais agitadas (Como é o caso de São Paulo em certos lugares), clássico mais do que recomendado, Big City Nights é um dos pontos mais altos do álbum.

7. “As Soon as the Good Times Roll” – 5:01 5/5

Após o clássico Big City Nights, a banda não deixa a peteca cair e continua com força total, As soon as the good times Roll possui uma letra totalmente zen, que diz que as coisas ruins vão embora, e as boas vem, para que continue tentando não importe o que aconteça, que em breve as coisas boas irão chegar. O riff principal chega a ser meio cansativo, lembrando de longe uma pegada mais reggae, porém o instrumental durante refrão empolga e mostra a banda dos clássicos deste álbum, nota máxima pra essa música também.

8. “Crossfire” – 4:31 5/5

Introdução na percussão que nos lembra uma marcha do exército, Crossfire é uma faixa que ao longo de seus versos fala sobre a guerra fria, e o medo do que ela poderia causar e que a paz mundial era a prioridade no momento, “It seems to be a nightmare becomes reality/ The last days of the paradise are gone for you and me/ We’re living in a crossfire/ Why cannot people that we made the leaders of the world/ Understand! that we don’t wanna fight” (Isso parece ser um pesadelo que se torna realidade/ Os últimos dias do paraíso estão vindo para você e eu/ Nós estamos vivendo em um fogo cruzado/ Por que pessoas como nós não podem liderar o mundo?/ Compreenda! nós não queremos lutar!”) Destaque principal fica por conta da parada do instrumental e vocal e apenas ao fundo fica a bateria, com a batida de marcha, essa passagem é bem semelhante a algo que o Iron Maiden (clique para ler as resenhas da banda) fazia na década de 80, principalmente seus “solos”, é uma faixa bem marcante, uma das melhores letras do Scorpions.

9. “Still Loving You” – 6:26 5/5

Dizem que fechar o álbum com uma balada não é bom, que tira o pique do ouvinte, que é comercial demais, mas tudo bem, tudo isso é deixado de lado pois estamos falando de “Still Loving You”, uma das músicas de maior sucesso da banda,a letra não é lá das mais brilhantes já compostas por Klaus Meine, até com um excesso de repetição de palavras e um certo apelo comercial, mas somado ao estilo de Klaus cantar essa música e os arranjos feitos por Schenker, soam quase perfeitos juntos, uma das melhores músicas da história do rock com certeza, o guitarrista já concedeu uma entrevista onde disse que a música tratava de um grande amor onde há percepções de que pode acabar, mas sempre tentar de novo. A música também foi interpretada como uma metáfora para a divisão da Alemanha Oriental/Ocidental nos versos “Your pride has built a wall, so strong/That I can’t get through/Is there really no chance/ To start once again” (“Seu orgulho construiu uma barreira, tão forte,/Que não consigo atravessar/Não existe realmente nenhuma chance/ Para recomeçarmos novamente?”) Em uma clara alusão ao Muro de Berlim, que seria derrubado 6 anos mais tarde, em 1990 e seria tema de outro grande sucesso do scorpions, “Winds of Change”, mas isto fica por conta de outro post. A música também atingiu um enorme sucesso no Brasil ao participar da novela global “Corpo a Corpo”, fazendo com que não apenas rockeiros admirassem a música, mas uma grande quantidade de pessoas que não conheciam a banda também. Foram tocadas várias versões da música por outras bandas, sendo uma das mais famosas a versão que a banda finlandesa de power metal “Sonata Arctica” fez. Love At First Sting se encerra da melhor maneira possível, e após o término de seus curtos 40 minutos, fica a certeza que é um dos melhores álbuns do rock já feitos e da música em si, e só nos deixa a certeza que não aparecerá tão cedo outra banda igual ao Scorpions durante muito tempo (se é que aparecerá alguma), pena que os alemães estão pendurando as palhetas/baquetas/pedestais o que quer que seja, Long Live Scorpions! We’re Still Loving you.

Média do álbum: 9,5/10

Scorpions e Andreas Kisser (Sepultura)


Abaixo a banda tocando a faixa “Still Loving You” durante o Rock In Rio de 85.


Aproveitando o embalo de que no final de semana a banda Scorpions

estará pela última vez em São Paulo (Nos dias 18 e 19 de setembro, no

credicard hall) em sua turnê de despedida “Get Your Sting and Blackout

Tour”, apresento-lhes a resenha do álbum de maior sucesso da banda e

que os consagraram como uma das maiores bandas de Hard Rock de todos

os tempos. O álbum contém vários sucessos que marcaram época e quase

metade dele está presente em todas as turnês desde o lançamento dele,

incluindo a turnê atual. Teve uma repercussão tão grande que até

trouxe os germânicos pela primeira vez em terras brasileiras, para

tocarem no Rock In Rio de 85. Love at First Sting é mais do que

recomendado para qualquer fã de rock, e de música de qualidade, então

caros amigos coloque o disco para tocar, aumente seu som no máximo e

aproveite, e para os que não puderem conferir o show da banda, apenas

lamento, pois será inesquecível.

Melhor música: Rock You Like a Hurricane
Pior música:I’m Leaving You

Todas as letras escritas por Klaus Meine e arranjos compostos por

Rudolf Schenker, exceto onde anotado.

1. “Bad Boys Running Wild” (Schenker, Meine, Herman Rarebell) – 3:54

5/5
Abrindo o álbum com força total,já na primeira faixa pode-se perceber

um excelente riff onde todos dizem: “Isso é Scorpions!” e é nesse

estilo que a banda continua durante a música inteira, excelente solo

de guitarra, um refrão que gruda na sua cabeça e você fica cantando

por dias, Bad Boys Running Wild é um clássico que sempre agita os

shows da banda, a letra pode ser considerada uma metáfora usada com

animais, para momentos insanos, de selvageria, fazendo o ouvinte

querendo pular logo na primeira faixa, destaque total!

2. “Rock You Like a Hurricane” (Schenker, Meine, Herman Rarebell) –

4:11 5/5
Hino! A música de maior sucesso da banda, é só soar as primeiras notas

de seu poderoso riff, que todo mundo já sabe que é o clássico da

banda, destaque máximo para tudo aqui, a banda,os vocais, a letra e o

solo, até quem não gosta muito de rock balança a cabeça acompanhando o

ritmo ao ouvir a música, teve também grandes aparições em diversas

formas da mídia, como em filmes,seriados famosos, como os Simpsons

,jogos de video-game, em Guitar Hero 3 e GTA Vice City:Histories, e

muitos outros. Mais tarde foi feito uma outra versão da música pela

banda, “Hurricane 2000”, para o show em que a banda foi acompanhada

pela orquestra filarmônica de Berlim (Moment of Glory) e mais tarde,

“Hurricane 2001” para o seu show acústico (Acoustica). A música foi

considerada como uma das melhores 40 do metal pelo canal de música

VH1. Pra quem quiser ouvir Scorpions, não pode deixar de ouvir essa

faixa!

3. “I’m Leaving You” – 4:16 4,5/5
Seguindo a mesma pegada das duas anteriores, a terceira faixa começa

com um pesado riff e um solo de introdução, mas fica mais melódica do

que as outras, com uma pegada um pouco mais parecida com “No One Like

You” do álbum anterior “Blackout”, com passagens de guitarra “limpa”,

mas mantendo o peso e a distorção nas horas certas, seguindo as

características do álbum, tem um grande solo de guitarra, o refrão é

repetido algumas vezes, podendo causar um certo desinteresse.

4. “Coming Home” – 4:58 5/5
A primeira balada do álbum, tem um início melancólico com a voz de

Klaus Meine soando perfeitamente como deve a voz de um vocalista em

uma balada, até que a música ganha peso e mostra o que é o Scorpions

agressivo, riffs simples e cativantes, que só de soar 3 acordes todos

já sabem que se trata dos alemães,a música conta a dura e dificil vida

na estrada durante as turnês, mas que tudo vale a pena pelo Rock n’

Roll e que voltar ao palco é como “Ir para casa” de tanto prazer que

eles tem por tocar para um público animado, pena que não vão voltar

mais para essa casa após a turnê atual.

5. “The Same Thrill” – 3:30 5/5
Com uma introdução barulhenta e bacana, The Same Thrill tem a proposta

de divertir, e faz isso com louvor, com uma pegada bem rápida

(beirando o punk rock) e solos rápidos com muita técnica,é

provávelmente a música de mais peso do álbum, com vocais agitados bem

diferente do jeito tradicional de Klaus cantar, a música é uma pedida

bangear(Ou se sacudir, o termo que você preferir) até cansar, a letra

lembra coisas feitas pelo ac/dc, com direito até a coros de “Like Rock

n’ roll” no refrão, uma coisa que não é muito bem a cara do scorpions.

A letra é descompromissada e fala que não há nenhuma emoção como o

Rock n’ Roll, é bem diferente das músicas do resto do álbum, mas

diverte o ouvinte até seus minutos finais.

6. “Big City Nights” – 4:08 5/5
Um dos riffs mais memoráveis da banda, Big City Nights é um clássico

absoluto, lançada também como single do álbum, tem uma enorme energia

e é tocada em práticamente todas as turnês desde o seu lançamento, é

uma das faixas que mais empolga os fãs da banda. A música trata de

como as cidades grandes não param durante a noite e ficam ainda mais

agitadas (Como é o caso de São Paulo em certos lugares), clássico mais

do que recomendado, Big City Nights é um dos pontos mais altos do

álbum.

7. “As Soon as the Good Times Roll” – 5:01 5/5
Após o clássico Big City Nights, a banda não deixa a peteca cair e

continua com força total, As soon as the good times Roll possui uma

letra totalmente zen, que diz que as coisas ruins vão embora, e as

boas vem, para que continue tentando não importe o que aconteça, que

em breve as coisas boas irão chegar. O riff principal chega a ser meio

cansativo, lembrando de longe uma pegada mais reggae, porém o

instrumental durante refrão empolga e mostra a banda dos clássicos

deste álbum, nota máxima pra essa música também.

8. “Crossfire” – 4:31 5/5
Introdução na percussão que nos lembra uma marcha do exército,

Crossfire é uma faixa que ao longo de seus versos fala sobre a guerra

fria, e o medo do que ela poderia causar e que a paz mundial era a

prioridade no momento, “It seems to be a nightmare becomes reality/
The last days of the paradise are gone for you and me/ We’re living in

a crossfire/ Why cannot people that we made the leaders of the world/

Understand! that we don’t wanna fight” (Isso parece ser um pesadelo

que se torna realidade/ Os últimos dias do paraíso estão vindo para

você e eu/ Nós estamos vivendo em um fogo cruzado/ Por que pessoas

como nós não podem liderar o mundo?/ Compreenda! nós não queremos

lutar!”) Destaque principal fica por conta da parada do instrumental e

vocal e apenas ao fundo fica a bateria, com a batida de marcha, essa

passagem é bem semelhante a algo que o Iron Maiden fazia na década de

80, principalmente seus “solos”, é uma faixa bem marcante, uma das

melhores letras do Scorpions.

9. “Still Loving You” – 6:26 5/5
Dizem que fechar o álbum com uma balada não é bom, que tira o pique do

ouvinte, que é comercial demais, mas tudo bem, tudo isso é deixado de

lado pois estamos falando de “Still Loving You”, uma das músicas de

maior sucesso da banda,a letra não é lá das mais brilhantes já

compostas por Klaus Meine, até com um excesso de repetição de palavras

e um certo apelo comercial, mas somado ao estilo de Klaus cantar essa

música e os arranjos feitos por Schenker, soam quase perfeitos juntos,

uma das melhores músicas da história do rock com certeza, o

guitarrista já concedeu uma entrevista onde disse que a música tratava

de um grande amor onde há percepções de que pode acabar, mas sempre

tentar de novo. A música também foi interpretada como uma metáfora

para a divisão da Alemanha Oriental/Ocidental nos versos “Your pride

has built a wall, so strong/That I can’t get through/Is there really

no chance/ To start once again” (“Seu orgulho construiu uma barreira,

tão forte,/Que não consigo atravessar/Não existe realmente nenhuma

chance/ Para recomeçarmos novamente?”) Em uma clara alusão ao Muro de

Berlim, que seria derrubado 6 anos mais tarde, em 1990 e seria tema de

outro grande sucesso do scorpions, “Winds of change”, mas isto fica

por conta de outro post. A música também atingiu um enorme sucesso no

Brasil ao participar da novela global “Corpo a Corpo”, fazendo com que

não apenas rockeiros admirassem a música, mas uma grande quantidade de

pessoas que não conheciam a banda também. Foram tocadas várias versões

da música por outras bandas, sendo uma das mais famosas a versão que a

banda finlandesa de power metal “Sonata Arctica” fez. Love At First

Sting se encerra da melhor maneira possível, e após o término de seus

curtos 40 minutos, fica a certeza que é um dos melhores álbuns do rock

já feitos e da música em si, e só nos deixa a certeza que não

aparecerá tão cedo outra banda igual ao Scorpions durante muito tempo

(se é que aparecerá alguma), pena que os alemães estão pendurando as

palhetas/baquetas/pedestais o que quer que seja, Long Live Scorpions!

We’re Still Loving you.

Média do álbum: 9,5/10

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  1. #1 por Bella em 17/09/2010 - 17:40

    Scorpions é a minha vida. Ótima resenha, bem escrita como sempre.
    Domingo vai ser inesquecível, espero que chegue logo e passe devagar. xD
    Beijo =*

  2. #2 por Giselle em 03/05/2011 - 20:09

    Parabéns a quem fez o post, muito bacana🙂

    Scorpions é a minha vida [2]

  3. #3 por Igor Maxwel em 11/08/2012 - 16:47

    Realmente esse clássico do Scorpions não fez sucesso só nos E.U.A. em 1984, mas no mundo inteiro, o que aconteceu com o Judas Priest e seu “Screaming for Vengeance” dois anos antes. Apesar deste sucesso estrondoso, eu particularmente não gosto da gravação original de “Still Loving You” para este álbum. Desde o início eu achei que ela foi mal gravada e interpretada erradamente por eles mesmos. Prefiro a versão acústica que eles fizeram dessa música no disco “Moment of Glory” (2000), com a participação da Orquestra Filarmônica de Berlim. Podem baixar que vocês vão concordar com o que eu estou falando.

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