(1998) Edguy – Vain Glory Opera


Esse é o terceiro álbum dos alemães do Edguy, e contou com participação de grandes nomes do metal, como Hansi Kürsch do Blind Guardian e Timmo Tolki, ex-Stratovarius, que também foi o responsável pela produção desse disco.

Melhor Música: Scarlet Rose

Pior Música: No More Foolin’

1 – “Overture” – 1:31 5/5

O álbum abre com uma pequena “introdução”, se é que podemos chamar de introdução, já que vem com um instrumental e uma espécie de “Ária operística”. É curta mais já faz o ouvinte entrar no clima do álbum.

2 – “Until We Rise Again” – 4:28 5/5

Grudada na faixa anterior, agora a banda entra com força total e não perde tempo com introdução, entra com quebrando tudo. Os arranjos dessa faixa são bem interessantes, destaque para os arranjos de teclado e guitarra, que dão uma impressão de velocidade na música. Destaque também para o solo, que vai de temas mais simples até os mais técnicos, sem que canse o ouvinte. Ótima faixa e muito bem escolhida para abrir o álbum “de verdade” (não contando a faixa anterior que é uma ‘introdução’).

3 – “How Many Miles” – 5:39 4/5

Introdução de teclado que vem seguido de um tema principal e a entrada dos vocais. Particularmente falando, me lembrou vagamente algumas músicas do PowerQuest com esse início de música. Refrão forte e com um discreto dueto, mas que poderia ter sido mais aproveitado pela banda para deixar mais “grudento”, não desmerecendo a banda e a música, obviamente. O solo é mais longo que o solo da faixa anterior, e levemente menos técnico também, mas novamente a banda acerta em não deixar solos muito extensos e cansativos, que pode-se destacar como ponto positivo. A faixa se encerra em um efeito de fade-out até não se ouvir mais nada.

4 – “Scarlet Rose” – 5:10 5/5

Particularmente falando, melhor balada do Edguy. Vem com uma tema inicial com violões em dueto. Nessa primeira parte da música, só acústica, os instrumentos vão mantendo um volume constante, sem grandes oscilações, mas gradativamente vai aumentando e chegando ao ápice no refrão, já com distorção. Seguido de uma ameaça de solo acústico, vem o solo de guitarra que dessa vez deixa a técnica de lado e põe todo o feeling no som do instrumento. Uma das melhores faixas desse álbum e é muito lembrada nos momentos de “fossa”.

5 – “Out of Control” – 5:04 5/5

Primeira participação de Hansi Kürsch no álbum e mostra porque é um dos mais importantes vocalistas do gênero no mundo.  Instrumental bem pesado e sonoro, uma das atuações mais memoráveis da banda nesse álbum. Atinge seu ápice no refrão e continua constante nos solos que podemos destacá-lo pela técnica dos músicos. Como já dito, uma das melhores atuações da banda no álbum.

6 – “Vain Glory Opera” – 6:08 5/5

Faixa título do álbum e vem com um riff de teclado bem interessante seguido pelas guitarras, lembra vagamente um Stratovarius misturado com Avantasia(digo Avantasia pt. I e II).  Não é uma das mais agitadas, rápidas ou pesadas do álbum, mas merece ser bem falada. Destaque para o refrão cantado em coro e novamente com a participação de Hansi nos vocais e também de Timmo Tolki na guitarra também. Indiscutivelmente uma das melhores desse álbum.

7 – “Fairytales” – 5:11 3/5

Inicio forte, música rápida, baterista mesmo sendo de estúdio muito bem nos arranjos. Particularmente falando, não tem o “algo mais” que algumas faixas anteriores tem, mesmo essa faixa tendo um  refrão forte e bem melódico, apesar da pegada rápida dessa música. A quebra de ritmo da música faz com que seja mais cansativa a música, que vem seguido pelo solo que mesmo sendo um solo bem trabalhado, foi colocado estrategicamente mal colocado. Talvez me crussifiquem por falar que não é uma das melhores do álbum, mas é essa é minha humilde opinião.

8 – “Walk On Fighting” – 4:46 4/5

Essa faixa inicia com uma introdução sem distorção e depois de uma virada de bateria entram as guitarras distorcidas. Não é uma faixa rápida, mas vem pesada, mesmo com suas quebras de tempo e arranjos sem distorção. O grande ápice é o solo que como já venho elogiando os solos de algumas faixas anteriores, é curto e direto, além de bem arranjado. Não é a melhor faixa do álbum mas merece uma atenção nela.

9 – “Tomorrow” – 3:52 4/5

Outra balada, trocando o violão de ‘Scarlet Rose’ pelo teclado, e muito bem arranjado por sinal. É uma faixa mais parada, sem o mesmo sentimento que ‘Scarlet Rose’ trás, mas de grande destaque. Atinge o grande ápice no seu refrão cantado em dueto. Digna de acender isqueiros durante o show.

10 – “No More Foolin’ ” – 4:55 3/5

Introdução rápida e pesada com um riff forte e bem característico do Edguy. Tobias Sammet entra com agora com uma tentativa de vocal mais rasgado, que acabou não sendo uma das melhores atuações dele. Nitidamente, percebe-se uma influência do Judas Priest nessa faixa. Não é uma faixa de grande destaque, o grande destaque fica para as guitarras.

11 – “Hymn” – 4:52 4/5

A banda encerra o álbum com uma cover da banda Ultravox, muito mais pesada e mais rápida que a versão original, e bem arranjado e “convertido” em Heavy Metal pelo Edguy. Não é a primeira vez que uma banda de metal faz cover do Ultravox,  bandas como Freedom Call e o próprio Avantasia, projeto do Tobias Sammet, já fizeram covers do Ultravox. Faixa bem interessante e destaque para os teclados e para a bateria, que deu uma cara bem diferente para a música original.

Média do álbum: 7/10

, , , , , ,

  1. Deixe um comentário

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: