Arquivo de 4 setembro, 2010

(1989) Black Sabbath – Headless Cross

A década de 80 foi difícil pra Tony Iommi e seus comparsas. Após a saída de Dio, a tentativa de “super grupo” com Ian Gillan nos vocais rendeu um ótimo mas nem tão bem sucedido disco. Após esse período o Black Sabbath chegou a encerrar suas atividades, até 1986 quando Tony Iommi teve que lançar um álbum solo com o nome do Black Sabbath devido a problemas judiciais. Esses mesmos problemas fazem com que algumas faixas de Headless Cross sejam creditadas ao Sabbath e não somente ao guitarrista. Headless Cross mostra um Sabbath renascendo das cinzas dos últimos trabalhos, voltando o peso e morbidez que o consagraram. Sem dúvida o melhor álbum da banda depois da era Dio, vale a ouvida!

Melhor música: When Death Calls

Pior música: Call Of The Wild

1 – The Gates Of Hell (Black Sabbath) (1:06)

Uma atmosférica e sombria introdução ao álbum.

2 – Headless Cross (Tony Iommi/Tony Martin/Cozy Powell) (6:29) 5/5

A intro na bateria de Powell anuncia o retorno do Sabbath ao som macabre que o consagrou. Headless Cross lembra o clássico Heaven And Hell em alguns aspectos, mas ainda tem muitas particularidades. Tony Martin se mostra um vocalista com “Selo Black Sabbath de Competência” e arrebenta já na primeira faixa. Contrariando o padrão da banda de iniciar seus álbuns com uma faixa rápida, temos aqui uma faixa cadenciada com grande destaque ao riff visceral de Tony Iommi, e ao incrível Cozy Powell nas baquetas. Começa com o pé direito.

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(1986) Titãs – Cabeça Dinossauro

Capa do álbum

Cabeça dinossauro é o terceiro álbum da banda brasileira Titãs, e o primeiro da banda a alcançar disco de ouro, em apenas 6 meses. Após dois discos que não conseguiram “capturar” muito bem a essência da banda, os músicos tentaram inovar com algo mais pesado dessa vez, e deu certo, com uma mistura de Punk Rock, Reggae e algo pop, “Cabeça Dinossauro” é um marco na história do rock n’ roll nacional e um clássico absoluto do titãs, com músicas para todos os gostos.
A capa foi baseada em um esboço do pintor italiano Leonardo Da Vinci, intitulado A expressão de um homem urrando. Em 1997 a revista Bizz elegeu Cabeça Dinossauro como sendo o melhor álbum de poprock nacional com 11, de suas 13 faixas sendo executadas em rádios.

Melhor Música: Polícia

Pior Música: A Face do Destruidor

1. “Cabeça Dinossauro” (Arnaldo Antunes, Branco Mello, Paulo Miklos) – 2:20 5/5
A Faixa de abertura e título do álbum mostra quão a banda era inovadora para a época, com pouco mais de 2 minutos de música, possuí apenas 3 versos, algo inusitado no brasil, tem um instrumental bacana e cativante, com guitarras pesadas e uma batida de bateria inspirada em tambores indígenas da tribo Xingu, mostrando também o lado cultural que a música brasileira pode ter. Com participação especial de Liminha na percussão.

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