(2005) Sabaton – Primo Victoria


CapaPrimo Victoria é o terceiro álbum dos suécos do Sabaton. Talvez em território brasileiro, essa banda é pouco reconhecida, já na Europa, já fizeram parte de grandes festivais, como o Sauna Open Air (Finlândia) e o Wacken Open Air (Alemanha). A temática da grande maioria das músicas é a guerra, inclusive usando referências históricas nas próprias músicas.

Melhor Música: Primo Victoria

Pior Música: Panzer Batallion

1 – “Primo Victoria” – (4:11) 5/5

Faixa título do álbum e uma das melhores do álbum também. Apresenta uma linha bem pesada e um vocal agressivo e mais grave, característicos do Sabaton. Como grande ápice dessa faixa, pode-se destacar o refrão cantado em coro e o discreto solo de guitarra, que só acresce mais essa faixa. Essa música foi baseada no Dia D, que foi a invasão aliada durante a Segunda Guerra Mundial.

2 – “Reign of Terror” – (3:52) 5/5

Com um instrumental bem pesado e rápido, essa faixa inicia a “todo vapor” e não perde o “pique” durante a entrada do vocal, que foge do conceito “padrão” das linhas vocais das bandas de Power Metal, pelo fato de ser bem agressivo e bem grave, que pelo conceito do Sabaton, encaixa perfeitamente ao som pesado dos instrumentos. Essa faixa também é uma das mais memoráveis desse álbum e podemos destacar as guitarras que conciliam  o timbre pesado com a temática da música.

3 – “Panzer Batallion” – (5:10) 4/5

Após uma pequena calmaria, entra um dos melhores riffs da banda, particularmente falando. Ouvindo com atenção, mesmo com os instrumentos com a tradicional pegada bem pesada, não é uma música rápida como as anteriores, mas também é uma ótima faixa e por não ser tão rápida, o artifício da quebra de tempo não torna a música cansativa, mas enriquece mais essa música.

4 – “Wolfpack” – (5:56) 4/5

Usando o mesmo artifício da faixa anterior, se inicia com uma pequena introdução antes da entrada dos instrumentos em si. Vagamente, conseguimos lembrar da primeira faixa do álbum, Primo Victoria, mas ao contrário dela, essa faixa é mais lenta, talvez uma espécie de “marcha”, talvez por isso se torna levemente cansativa e pesada (no sentido de ser lenta). Podemos destacar grande parte do vocal, que é cantado em coro.

5 – “Counterstrike” – (3:48) 4/5

Mais uma faixa curta desse álbum. Se inicia com um solo bem interessante e bem técnico de bateria, seguido pelo riff que é bem característico do Sabaton. Por ser curta, é bem direta e sem enrolação, já mostra toda a idéia da música logo de cara. Podemos destacar agora a bateria que desde o primeiro segundo de música, apresenta uma regularidade invejável. A temática dessa música é sobre os conflitos do Oriente Médio a partir da segunda metade do século XX.

6 – “Stalingrad” – (5:18) 4/5

Mais uma faixa mais “relex”, tem um riff bem interessante que é repetido muitas vezes ao longo da música. Conta sobre a invasão nazista na URSS, durante a 2ªGM e o instrumental se bem observado, transporta o ouvinte para os campos de batalha, bem interessante o conceito dessa faixa. Talvez por não ter aquele peso inicial do álbum, e por ser ligeiramente repetitiva em certos pontos, essa faixa chega a ser pouco cansativa, mas sem perder a qualidade dela.

7 – “Into the Fire” – (3:26) 5/5

Faixa mais curta desse álbum, também é curta e direta. Possui um riff muito bem trabalhado e um dos melhores que já ouvi que é repetido durante o refrão. Pode-se destacar as guitarras que novamente fazem uma parceria perfeita entre os guitarristas Oskar Montelius e Rickard Sundén atingindo seu ápice no solo em dueto. Ótima faixa, pena ser tão curta.

8 – “Purple Heart” – (5:08) 5/5

É a faixa mais lenta desse álbum e tem uma pegada que lembra bem algo do Freedom Call, acrescida com uma rítmica mais marcada em uma espécie de “marcha”, que condiz totalmente com o conceito dessa música, que é grosseiramente, é sobre os mortos em batalha que nunca mais voltarão para seus lares. Bem interessante essa faixa, merece um destaque especial nesse álbum.

9 – “Metal Machine” – (4:23) 5/5

Diferente do conceito da banda, a banda usou muito bem a criatividade na hora de compor essa faixa pois a letra é composta de vários nomes de músicas famosas no mundo “metálico”. Ao vivo, a banda normalmente faz medley com outra música que tem o mesmo conceito só que ao contrário de ser nome de músicas, é nome de bandas importantes do Heavy Metal, chamada Metal Crüe. Além de ser uma ótima faixa, vale a pena ouvir junto com a letra para entender essa faixa. Merece ser ouvida várias vezes seguidas até cansar.

Média do álbum: 8/10

Post sugerido por @ta_leao

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