(1984) Iron Maiden – Powerslave


CapaMarcado como um dos melhores álbuns da história do Heavy Metal e um dos que mais influenciam até os dias de hoje. Apresenta um Iron Maiden mais entrosado e mais maduro, com a formação dita por muitos como a “ideal” para a banda, que teve a tarefa difícil de lançar um álbum que sucedesse o clássico Piece of Mind.

Melhor Música: Aces High

Pior Música: Back in the Village


1 – Aces High (4:30) – (Harris) 5/5

Com uma linha instrumental bem característica do Maiden, a banda da as boas vindas com grande estilo com esse que é um dos clássicos da banda que é baseado nas batalhas aéreas da Segunda Guerra Mundial.  Destaca-se todos os instrumentos e excepcionalmente  Bruce Dickinson, que interpreta perfeitamente as linhas vocais dessa faixa.

2 – 2 Minutes to Midnight (6:02) – (Smith/Dickinson) 5/5

Aproveitando o gás inicial da faixa anterior, temos outro grande clássico da banda e merece também um bom destaque nesse álbum. A temática dessa faixa é a grande ameaça de estourar uma guerra nuclear e a apreensão em torno dessa ameaça, que acontecia na época. Refrão digno de cantar junto e em coro com a legião de fãs do Maiden espalhados pelos quatro cantos desse planeta. Tem aquela pegada característica do Iron e mesmo sendo uma faixa “média/longa”, não é cansativa, pois ela é interpretada com toda euforia e todo o clima pra cima que a banda expõe suas músicas.

3 – Losfer Words (Big’ Orra) (4:13) – (Harris) 4/5

Já introduzida no conceito “egípcio” do álbum, essa faixa instrumental possui uma pegada bem característica do Maiden. Mesmo sendo uma inusitada faixa instrumental, os músicos não fazem feio e solam sem medo e com toda a força do Iron. Um ponto curioso a ser observado é um trecho do solo que anos mais tarde foi “reaproveitado” pela própria banda na faixa The Clansman do álbum Virtual XI.

4 – Flash of the Blade (4:06) – (Dickinson) 3/5

Uma faixa rápida e bem pesada que talvez fica ofuscada pelos grandes clássicos do álbum. O riff é bem diferente dos riffs que estamos acostumados a ouvir do Maiden e a música em si também é bem diferente do que conhecemos do Maiden e foge um pouco do conceito rítmico e instrumental característico da banda. Destaque para o vocal de Bruce que novamente está impecável.

5 – The Duellists (6:08) – (Harris) 4/5

Faixa bem interessante e pesada no melhor estilo Iron Maiden de fazer boas músicas. Muito bem colocada e escrita/composta para o conceito inicial do álbum, também explora bem os duetos de guitarra na parte instrumental que casa perfeitamente com o vocal de Bruce que só temos que elogiar. O único ponto negativo, é que mesmo tento um solo muito bem composto, ele também é longo e por mais entusiasmante que seja, é ligeiramente cansativo.

6 – Back in the Village (5:04) – (Smith/Dickinson) 3/5

Lembra vagamente algo mais “crossroad” e  e bem encaixada nesse álbum, não deixa a “peteca” do álbum cair e mantém o Iron em velocidade constante nesse álbum e com muita qualidade. Seria uma faixa bem curta se não fosse o solo que também é ligeiramente “passado do ponto”.

7 – Powerslave (6:50) – (Dickinson) 5/5

Faixa título do álbum é apresentada e trás um Iron Maiden bem agressivo, pesado e com um riffs memoráveis. A faixa assim como o conceito do álbum, tem uma temática egípcia e também sobre as pessoas ficando “escravas de um poder”, como diz o título do álbum/essa faixa. É  uma das faixas do Maiden que podemos colocar o rótulo de ‘clássica’ sem sombra de dúvidas.

8 – Rime of the Ancient Mariner (13:35) – (Harris) 5/5

Épico do álbum, se é assim que deve ser chamada essa faixa. Ao longo de seus treze minutos, a banda conta a história de um marinheiro que é amaldiçoado e sofre as consequências dessa maldição até ser quebrada. Curiosamente, essa faixa foi baseada num poema do britânico Samuel Taylor Coleridge. Musicalmente falando, essa faixa tem seus altos e baixos, isto é, uma rítmica contínua que dá espaço ao clima macabro que dá mais vigor e realismo na música, seguido pela volta gradativa do ritmo veloz até chegar seu auge na volta dos vocais de Bruce Dickinson. É uma faixa longa, cansativa para alguns, mas se for ouvida com atenção, pode se notar que é uma das melhores faixas desse álbum.

Média do Álbum: 8/10

And the curse goes on and on and on at sea,
And the thirst goes on and on for them and me.

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  1. #1 por Flávio em 09/09/2010 - 23:20

    Cara maiden é maiden né.
    mas tudo que foi dito aqui eu assino embaixo(menos com o solo da back in the village)

    e orra mano, não sabia que vocês estavam num trabalho tão bom assim ;3

  2. #2 por darkmephisto em 10/09/2010 - 15:47

    Wallew man!!!

  3. #3 por Igor Maxwel em 13/02/2016 - 9:10

    Não discordo dos fãs do Iron Maiden que falam que “Powerslave” é o melhor disco deles. Sem dúvidas este é um bom álbum, com boas músicas, mas por enquanto eu continuo com o “The Number of the Beast” (1982).

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