(1983) Europe – Europe


Capa do Álbum

O ano é 1983 e uma banda até então desconhecida no cenário mundial, chamada Europe, lança seu primeiro disco de trabalho. Europe (álbum), não foi um grande sucesso de vendas, e nem alavancou a carreira do novato grupo ao estrelato, entretanto é um ótimo CD de uma banda que anos mais tarde se tornaria uma das bandas mais bem sucedidas dos anos 80. Vendeu muito no Japão e aqui a qualidade de seus integrantes já era visivelmente percebida! Vale ressaltar que o ábum foi gravado apenas em 1 semana…xxD

Melhor Música: In the Future to Come

Pior Música: Farewell

1 – In the Future to Come – (5:00)     5/5

A música escolhida pela banda para dar bem vindas ao mundo foi In The Future to Come, um rock de primeira, uma das melhores músicas já feitas pelo grupo. A voz de Joey Tempest pode não ser a melhor voz “técnica” do mundo, mas é boa aqui, em determinado momento seus gemidos tornam-se um grande momento da música. John Norum mostra aqui com seu solo de guitarra a qualidade que tem e sua técnica apurada. In The Future to Come é uma excelente música que abre de modo estupendo o primeiro álbum da banda!

2 – Farewell – (4:16)     4/5

As batidas aceleradas e o riff pesado e pegajoso da guitarra continuam na segunda música. Farewall tem sua introdução dada pelos chimbais da bateira de Tony Reno, segundos depois Norum entra com um belo riff. Tem um belo refrão, que não exige muito da voz de Tempest, no todo é uma música simples, mas boa.

3 – Seven Doors Hotel – (5:16)     4/5

Seven Doors Hotel foi escolhida como single pelo grupo e pela gravadora, e chegou a atingir o TOP 10 nas paradas japonesas. Tempest se inspirou para escrever a letra no filme The Beyond, que conta a história de um Hotel macabro. A introdução da música dada por um solo de piano é ótima. O peso e a velocidade aqui é abordado ao máximo, sendo essa uma das mais aceleradas do álbum. Seven Doors Hotel tem um refrão grudento e que te contagia, te faz cantar junto. O solo de Norum aqui é o melhor do álbum.

4 – The King Will Return – (5:35)     5/5

Tempest aqui se vangloria com uma das melhores letras já escrita por ele em toda sua carreira no Europe. The King Will Return é um excelente conto medieval, a letra é interessantíssima. A música em si, é lenta, diferente das anteriores. Uma semi-balada que tem um ótimo solo executado por Norum. As diversas vezes em que Tempest canta somente acompanhado pela bateria de Reno são o ponto alto da música.

5 – Boyazont – (2:32) (Norum, Eddie Meduza) 5/5

Boyazont é a única música do álbum que não tem participação do vocalista e letrista Joey Tempest. É uma bela faixa instrumental, em que Norum acompanhado de perto pelo baixista John Léven chutam bundas e dão um banho de técnica. Belíssimo solo que te deixa em êxtase!

6 – Children of This Time – (4:55)     4/5

Children of This Time lembra muito o single do álbum… Em um certo momento até parece que a banda vai voltar a cantar: OOOOOOOO Seven Doors Hotel. É uma boa faixa, a semelhança com a outra música muito alta. A guitarra acelerada de Norum se junta a linha também acelerada de Levén no baixo e nada de novo e especial acontece.

7 – Words of Wisdom – (4:05)     5/5

O teclado abre alas para outro destaque do álbum, uma belíssima semi – balada. É entre todas as músicas a que mais lembra o ápice da carreira do grupo. Norum pega o violão aqui para fazer uma bela introdução, lenta e cantada com emoção por Tempest. Quando a guitarra chega em suas mãos o peso da música não aumenta, com ela o guitarrista faz um dos mais belos solos do álbum. O refrão da música é muitas vezes repetido, não enjoando, mas sim contagiando o ouvinte. Ótima música.

8 – Paradize Bay – (3:53)     4/5

A bateria de Reno da a introdução desta faixa quebrando tudo, junto com um mini-solo de Norum. Paradize Bay não é totalmente contagiante, mas tem um belo refrão que chega a empolgar e certamente é aqui que o baixista John Levén mais se sobressai, com uma belíssima linha de seu baixo. Uma faixa que mostra bem o que o álbum inteiro foi: cheio de riffs de guitarra acelerados, Tempest (Mesmo sendo um ótimo vocalista) não abusou de cantar notas altas, uma bateria de batidas aceleradas e um baixo que seguia a guitarra, guitarra essa que abusava dos solos em todas as músicas.

9 – Memories – (4:32)     4,5/5

Pra fechar com chave de ouro: Memories. Segue todas as características das canções anteriores. Tem uma das mais belas introduções a guitarra suja e direta de Norum em dueto com a voz gritante de Norum, é um momento memóravel deste álbum, o refrão grudento… Aqui pela primeira vez os backing vocals, algo pouco utilizado em Europe merece destaque, cantando simples: oooooooos, mas bem utilizados na música. Outro belo solo de Norum aqui merece destaque.

A banda viria a amadurecer muito após esse disco de estréia, utilizando muito mais os teclados em suas músicas. Toda via esse trabalho de estréia é uma ótima pincelada de como a banda já era boa mesmo em seu começo, mostrando técnicas apuradas ( Principalmente na guitarras de John Norum), e belíssimas letras.

Todas as Músicas foram escritas por Joey Tempest, exceto onde anotado.

Média do Álbum: 8/10


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  1. #1 por Shirley em 10/01/2012 - 23:53

    Europe é D+++++!!!!!!!!

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