(2002) Shaman – ritual


CapaApós a turbulenta saída do Angra em 2000, Andre Matos, Luís Mariutti e Ricardo Confessori, formaram uma nova banda que contou também com o irmão de Luis, Hugo Mariutti assumindo a guitarra. Ritual é o nome do primeiro álbum da banda e teve uma grande aceitação do público e da mídia.

Melhor música: Fairy Tale

Pior música: Time Will Come

1 – “Ancient Winds” (Matos) – (3:16)

Intrumental

2 – “Here I Am” (Matos) – (6:00) 5/5

Aqui estão eles de volta. Depois da saída dos “ex-Angras”, eles voltam com essa que é um grande clássico da banda e já o nome diz que eles voltaram. Com um riff memorável e o grande entusiasmo de querer mostrar o que há de novo, da parte dos músicos. Andre Matos mostrando que nunca é tarde para criar um hino do metal, que também podemos destacar por estar no auge da sua carreira e já maduro, musicalmente falando. Não há o que falar de negativo nessa música, merece ser lembrada com convicção.

3 – “Distant Thunder” (H. Mariutti) – (6:22) 5/5

Seguido de um riff bem interessante e bem característico dessa fase do Shaman, começa uma faixa que apesar da qualidade, talvez seja ofuscada por estar entre verdadeiros clássicos da banda. Podemos destacar a guitarra que em conjunto com a bateria vemos um grande entrosamento entre os músicos. O vocal de Andre Matos ao contrário de sua passagem pelo Angra, dessa vez está mais agressivo, mas ao mesmo tempo sem esquecer seus tradicionais agudos. Talvez seja um pouco cansativa, principalmente pelo tempo de duração dessa faixa, não que desvalorize a qualidade da música.

4 – “For Tomorrow” (Confessori) – (6:46) 5/5

Com uma pegada que é bem relacionada ao conceito do álbum, temos essa que até hoje é lembrada pelos fãs e tem uma importância muito grande para a história da banda. Tem uma rítmica mais influenciada pelas tribos andinas e como já dito, bem relacionada ao conceito do álbum. Não chega a ser uma balada, apesar de ser uma música mais “tranquila”. É essencial para todo aquele que quer conhecer alguma coisa do Shaman. Vale a pena conferir esse hino da banda.

5 – “Time Will Come” (H. Mariutti) – (5:33) 4/5

Introdução no piano que dá a impressão que teremos uma balada, mas ao contrário, entram os instrumentos, bem agressivos agora e com a pegada bem característica do Shaman. O refrão é um daqueles que é pra cantar junto com a banda e pode-se destacá-lo como ápice da faixa. É uma faixa bem interessante, mas pode se passar despercebido por ela.

6 – “Over Your Head” (L. Mariutti) – (6:35) 5/5

Provando que não é só o irmão mais novo dos Mariuttis que sabe compor, Luis provou que também tem espaço na composição das músicas. Tem uma pegada mais pesada, mesmo tendo seus momentos mais lentos, que podemos destacar com franqueza, o baterista Ricardo Confessori que colocou uma pegada única nessa música e muito dificilmente outro baterista faria algo parecido. É uma faixa bem interessante e assim como algumas outras, é ofuscada pelos clássicos do álbum.

7 – “Fairy Tale” (Matos) – (7:00) 6/5

Clássico absoluto da banda sem NENHUMA dúvida. É a “quase balada” do álbum, que teve grande repercussão na mídia, principalmente por fazer parte da novela da Globo, “Beijo do Vampíro”. Andre Matos compondo mais um hino do metal nacional, que além da impecável composição, fazendo uma performace fenomenal no vocal e também nos arranjos orquestrados que só acrescem mais a música. Temos um solo discreto dão mais enriquecimento na música. Merece ser ouvida várias vezes seguidas e não se cansar!

8 – “Blind Spell” (Confessori) – (4:34) 4/5

Um pouco mais animada e é bem interessante principalmente a linha vocal e a bateria que novamente, Ricardo com sua pegada única deixou a música especial, coisa que outro baterista talvez não conseguiria fazer, como já dito anteriormente. Também é um pouco ofuscada pelos grandes clássicos, porisso não é muito destacada.

9 – “Ritual” (Matos) – (6:37) 5/5

Faixa título do álbum que expressa bem o conceito do álbum, mesmo tendo uma pegada mais “moderna” que as outras faixas do álbum. É uma música que deveria ser a última faixa do álbum e não a penúltima, porque tem algo que dá a impressão de ser que é uma música de despedida do álbum. Vale a pena ser apreciada com maior atenção, que podemos destacá-la dentre as melhores faixas do álbum.

10 – “Pride” (Matos) – (4:10) 5/5

Última música desse álbum e tem a participação especialíssima do vocalista do Edguy e Avantasia, Tobias Sammet, que também não faz feio perante o Andre, que é um dos melhores vocalistas do gênero no mundo. Essa faixa é mais rápida e indicutivelmente, pode-se destacar os vocais de Sammet e Matos que fazem um dueto perfeito. É mais uma daquelas que é de cantar junto com a banda. Mais uma pra coleção das melhores parcerias do metal da história do metal nacional.

Média do álbum: 9/10

Holy fire burns again. The magic circle is all around it.

Burning like the innocence of love…Let the mist surround it.

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