(2001) Freedom Call – Crystal Empire


Capa

Esse é o segundo álbum de estúdio dessa banda alemã que talvez seja lembrada por causa de seu baterista Daz Zimmermann que também faz parte do Gamma Ray.  A temática do Freedom Call, é bem medieval sem contar a parte musical que até hoje mantém bem os conceitos mais “tradicionais” do Power Metal.

Melhor Música: Pharao

Pior Música: Palace of Fantasy

1 – The King of the Crystal Empire – (0:35) (Introdução)

2 – Freedom Call – (5:32) 5/5

Depois de uma breve introdução, começa um tema simples, mais muito lembrado pelos fãs da banda. Talvez, não possua um grande início, digno de ser muito lembrado, porém, a música vai crescendo gradativamente ao desenvolver da música. Com um refrão em coro, característico da banda, é o ápice da música e também, particularmente falando, é um dos melhores do Freedom Call. Podemos dar um destaque para a base de guitarras, que não é técnica, mas apresenta uma harmonia que encaixou perfeitamente com o teclado. O solo não é rápido e técnico como a maioria das bandas do gênero, mas só tem que acrescer a música.

3 – Rise up – (4:05) 4/5

Novamente temos um tema não tão rápido que vai acelerando aos poucos até atingir o ápice na entrada dos vocais, que podemos destacar bem nessa faixa. Não é a melhor faixa do álbum, apesar de ser muito boa e apresentar bem o conceito musical do álbum.

4 – Farewell – (4:06) 3/5

Dessa vez, começa com um coro e ao fundo uma discreta base de guitarra. É uma música mais comercial, não tão pesada, possui algumas quebrar rítmicas um pouco desnecessárias. Apesar do nome “Farewell”, tem uma melodia mais alegre, só que infelizmente não tem o “algo especial” que podemos sentir quando ouvimos outras faixas desse álbum.

5 – Pharao – (4:43) 5/5

Essa faixa vem num clima mais pesado e podemos sentir isso ao ouvir. É um dos grandes clássicos do álbum merecidamente. Talvez o clima mais pesado e os backvocals dando um toque especial na música explica porque é um clássico da banda. Mesmo sendo bem repetitiva e um pouco cansativa até, não pode ser esquecida, pela importância que representa para a história da banda.

6 – Call of Fame – (4:15) 4/5

Temos uma introdução bem criativa com o teclado e guitarras, que tocam o riff principal da música com perfeita execução. Os vocais novamente entram enquanto os instrumentos já estão em conjunto. O refrão é bem interessante e lembra bem óperas rock, como Avantasia, talvez não diretamente por ser parecido com alguma música, mas sim o conceito de refrão desse grande projeto que é o Avantasia. É uma música discreta do álbum, mas merece ser bem lembrada.

7 – Heart of the Rainbow – (4:36) 5/5

Se inicia com uma introdução bem interessante com pianos, teclados, guitarras, até a entrada  dos vocais. É uma faixa mais intermediária do álbum, possui também um refrão excepcional que pode ser considerado o ápice dessa faixa. Possui algumas quebras de tempo que deixam essa faixa um pouco confusa e bem variada.

8 – The Quest – (7:34) 5/5

É a faixa mais longa do álbum. Se inicia só com voz e piano, logo pensamos que seria uma balada, mas ao contrário do que se pensa, não é. Assim como Pharao, é uma faixa com uma tendência mais pesada e bastante trabalhada, instrumentalmente falando. É um épico interessante, e ao mesmo tempo que é longo, não é cansativo, já que a variação de ritmo não proporciona que seja repetitiva e cansativa, como dito. Pode-se destacar o teclado, que faz arranjos muito interessantes, ao longo da música. Vale a pena ouvir essa faixa, mesmo que o tempo de duração assuste.

9 –  Ocean – (5:10) 5/5

Novamente, temos uma introdução no teclado seguido pelo dueto de guitarras. Particularmente falando, é a melhor faixa desse álbum e apresenta bem não só o conceito musical do álbum, mas também o conceito musical da banda. Possui um refrão que merece todo tipo de elogio, já que os backvocals casam perfeitamente com o vocal assim como também é executado perfeitamente em coro. Digna de ouvir várias vezes em seguida.

10 – Palace of Fantasy – (4:48) 2/5

Essa faixa é bem comercial, possui um conceito interessante, mesmo sendo a pior faixa do álbum. Como dito, apresenta um conceito interessante, mas é bem cansativa e bem repetitiva. O solo em dueto é bem executado, mesmo não sendo técnico, é bem criativo e “salva” a música.

11 – The Wanderer – (3:46) 5/5

Faixa que encerra o álbum e foi escolhida perfeitamente, como se estivesse dando um “adeus” para o ouvinte. Tem um conceito melódico bem tradicional para o Power Metal. Não chega a ser uma balada, mas também não chega a ser uma faixa rápida. É curta mas bem direta, os vocais e os backvocals são bem expressivos e ganham um destaque especial nessa faixa. Mesmo se tivesse 10 minutos de duração, não ia ser cansativa, já que é uma faixa mais neutra e bem feita.

Média do álbum: 7/10

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