(2005) PowerQuest – Magic Never Dies


Capa

PowerQuest, foi fundado no Reino Unido pelo tecladista Steve Williams, após sair da banda DragonHeart, que depois mudou o nome para DragonForce. Esse álbum, foi o terceiro da banda e talvez o que mais caracteriza o estilo de composições da banda.

Melhor Música: Diamond Sky

Pior Música: Soulfire

1 – Anscension – (2:04) 5/5

Instrumental.

2 – Find My Heaven – (4:12) 5/5

Seguida da introdução, começa um riff rápido e bem contagiante no melhor estilo Power de se fazer um riff. Com os instrumentos já se “movimentando”, o vocal se junta a essa música acompanhando perfeitamente os instrumentos. O refrão é cantado em coro e bem Power, característico do PowerQuest. Depois dos  solos de guitarra e teclado seguido pelo riff principal, que é um dos melhores riffs do álbum, voltamos com os vocais, que são explorados bem, com direito a notas bem agudas. É uma ótima música, mas dá a impressão de que algum instrumento não está tocando, deixando um “buraco” na música. Talvez se uma guitarra base timbrada com uma distorção mais pesada ou a bateria tivesse uma pegada mais forte, esse “buraco” não existisse.

3 – Galaxies Unknown – (5:02) 5/5

Com um riff de teclado, que ao desenvolver do álbum, será usado novamente. Assim como o teclado, podemos destacar o refrão que é bem contagiante e bem característico da banda criar refrões na mesma estrutura. Possui um solo bem técnico e talvez um pouco repetitivo, mas nada cansativo. Alguns trechos dessa música, lembram vagamente passagens de algumas músicas mais antigas do DragonForce, obviamente, sem efeitos e técnicas que é a característica do DragonForce. Novamente possui o problema da faixa anterior, tem um “buraco” na harmonia, mas nada que interfira na qualidade da música.

4 – Hold on to Love – (5:01) 4/5

Essa faixa lembra bem algo mais Hard Rock, lembrando bastante músicas do Van Halen, principalmente no teclado. Tem um solo bem interessante e técnico, que sai um pouco do Hard Rock dessa faixa. Não é uma faixa rápida como as anteriores, é uma faixa mais pra “relaxar”. Também não entra muito no contexto do álbum, mas é bem feita e criativa e não faz mal a ninguém.

5 – Diamond Sky – (3:57) 5/5

Essa faixa pode ser considerada o ápice do álbum. Tem uma introdução típica com o teclado timbrado que lembra a faixa 3, Galaxies Unknown. Essa música tem uma melodia mais alegre e chega ao seu ápice no refrão, que particularmente falando, é o melhor desse álbum. Além do refrão, podemos destacar o vocal que ao ouvi-lo, os agudos e a oscilação de notas, parece ser fácil, além da interpretação que é excepcional. Merece ser ouvida o dia inteiro sem parar por um minuto.

6 – The Message – (6:14) 5/5

Não perdendo a qualidade das faixas anteriores, essa música é uma balada, mas pode ser considerada uma das melhores músicas do álbum. Com uma introdução só com um piano e um violão, já deixa um clima mais parado e dando a se entender que uma balada está vindo. Depois que o vocal entra, vem uma guitarra discreta que agora está limpa, sem o uso de distorção, tirando significadamente o peso da música. Vem um refrão que dá pra perceber o feeling da música com uma interpretação perfeita dos músicos. Na metade final, já entra uma guitarra com distorção que vem só para dar uma firmeza na música que aos poucos vai aumentando seu ritmo até o solo de guitarra, que é passado com bastante feeling, além da técnica apurada dos músicos. Vai terminando em fade out com o tema inicial do piano.

7 – Soulfire – (5:04) 3/5

Um tema bem interessante da início a música, que aparenta ser mais “relex”, apesar de não ser uma balada. Não é uma música mal feita e não é ruim em si, mas também não é a melhor música do álbum e não tem tanta expressão assim. O destaque maior e com direito, é o teclado e as guitarras que demonstram suas técnicas no solo. O refrão é bem alegre e expressivo, mas nada tão especial, como de algumas faixas do álbum. É uma música para se ouvir uma vez e ficar nisso mesmo.

8 – Children of the Dream – (6:08) 4/5

Inicio que lembra bem alguma música do Van Halen e também lembra muito uma banda húngara (totalmente desconhecida aqui no Brasil) chamada Bikini. Assim como Hold on To Love, é bem voltada pro Hard Rock e também é mais uma daquelas faixas que não faz mal a ninguém se for colocada no álbum, mesmo não sendo nenhuma música “especial” ou conceitual do álbum.

9 – Strike Force – (6:22) 4/5

Ótima introdução explorando bem o teclado, que faz um arranjo perfeitamente casado com a música e desenvolve até o riff principal. Novamente, o vocal entra quando os instrumentos ja estão tocando e tem uma atuação muito boa. O único defeito, que nem é tão “defeito” assim, é a bateria que não foi explorada bem e a equalização deixou muito baixo o som dela, ajudaria se o baterista tivesse uma pegada mais agressiva. No refrão temos uma pequena melhora e a música vai evoluindo até os solos de teclado e guitarra, que se fossem menos técnicos e explorando mais o feeling, poderia ser mais “apresentável”.

10 – Another World – (7:43) 3/5

Faixa mais longa do álbum e tem uma atmosfera inicial mais “soturna”, lembra um Power mais gótico, como o Épica. Depois temos um riff que é bem a cara do álbum e bem característico do PowerQuest. Não é uma épico, apesar de ser longa, mas fica naquela mesma coisa repetitiva a música toda, apenas com uma quebra de ritmo até o solo, que não evolui muito depois dele. Mais uma daquelas faixas para ouvir uma vez e depois parar.

11 – Magic Never Dies – (6:13) 5/5

Faixa título do álbum que vem com grande estilo com o riff principal e vai evoluindo até o vocal entrar. Depois de uma pequena queda na qualidade das músicas, volta uma faixa memorável para a história da banda. Desta vez vemos uma atuação perfeita de todos os músicos, podendo destacar todos. Dessa vez não é um refrão expressivo que dá mais “qualidade” para a música, e sim o conjunto completo de início, meio e fim. Ótima música e merecidamente é hino da banda.

12 – The Longest Night (Bônus Japonesa) – (5:24) 5/5

Dessa vez começa com o refrão em coro e cantado à capela, que foi muito bem arranjado e evolui até a entrada de todos os instrumentos. Dessa vez, não pode se fazer críticas negativas para qualquer membro pois acertaram em todos os arranjos. Novamente podemos destacar o refrão que é o grande ápice da música. É uma pena ser apenas uma faixa bônus do Japão, porque é uma faixa memorável. Vale apena procurar pra ouvir porque é muito boa.

Média do Álbum: 8/10

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