Arquivo de 15 julho, 2010

(1977) Pink Floyd – Animals

Em 1977, a banda Pink Floyd lançou um dos seus melhores álbuns: Animals.

Animals trata-se de uma obra conceitual, composta por Roger Waters, baseada no livro “A Revolução dos Bichos” (Animal Farm) de George Orwell. O album fala de três animais diferentes, e cada um deles possui suas características: Pigs (porcos) , representam os líderes fanáticos e autoritários, os políticos corruptos e os moralistas (com referências diretas a Margaret Thatcher e a Mary Whitehouse); Dogs (cães), os “impositores da lei”, que forçam leis sobre o povo e Sheeps (ovelhas), o povo, inocente e sem pensamento próprio, facilmente manipulado.

Melhor música: Dogs

Pior musica: Pigs on the wing (ambas as partes).

1 – Pigs on the wing 1 (3/5)

Pigs on the wing, ambas as partes, são musicas de abertura (prólogo) e encerramento ( epílogo) do album, sendo esta o prólogo. É uma música bem legal, com violão e contagem de tempo variada, com bastante quebra de tempo. Contudo, não é nada relevante se comparado ao resto do álbum. A letra de Pigs on the wing será explicada juntamente com sua segunda parte, mais á frente.

Leia o resto deste post »

, , , , ,

3 Comentários

(2005) PowerQuest – Magic Never Dies

Capa

PowerQuest, foi fundado no Reino Unido pelo tecladista Steve Williams, após sair da banda DragonHeart, que depois mudou o nome para DragonForce. Esse álbum, foi o terceiro da banda e talvez o que mais caracteriza o estilo de composições da banda.

Melhor Música: Diamond Sky

Pior Música: Soulfire

1 – Anscension – (2:04) 5/5

Instrumental.

2 – Find My Heaven – (4:12) 5/5

Seguida da introdução, começa um riff rápido e bem contagiante no melhor estilo Power de se fazer um riff. Com os instrumentos já se “movimentando”, o vocal se junta a essa música acompanhando perfeitamente os instrumentos. O refrão é cantado em coro e bem Power, característico do PowerQuest. Depois dos  solos de guitarra e teclado seguido pelo riff principal, que é um dos melhores riffs do álbum, voltamos com os vocais, que são explorados bem, com direito a notas bem agudas. É uma ótima música, mas dá a impressão de que algum instrumento não está tocando, deixando um “buraco” na música. Talvez se uma guitarra base timbrada com uma distorção mais pesada ou a bateria tivesse uma pegada mais forte, esse “buraco” não existisse.

Leia o resto deste post »

, , , , ,

Deixe um comentário

%d blogueiros gostam disto: