Arquivo de 7 julho, 2010

(1990) Judas Priest – Painkiller

Após a saída do baterista Dave Holland, é recrutado Scott Travis, um baterista mais técnico e agressivo que revigora o som do Priest, deixando-o mais perto do extremo. É isso que temos em Painkiller. Um Judas Priest mais rápido do que o normal e extremamente agressivo, começando pela capa do álbum. Este álbum é contra-indicado pra quem não curte um bom peso e velocidade, com risco de náuseas, vômitos e uma semana de caganeira. 😉 (Brincadeira)

Melhor música: Night Crawler

Pior música: Between The Hammer & The Anvil

1 – Painkiller (Halford/Downing/Tipton) (6:06) 5/5

Sem tempo pra respirar, o álbum começa com Scott Travis espancando a bateria na introdução da faixa-título, um dos mais clássicos hinos do heavy metal. O vocal ao mesmo tempo melódico e agressivo de Rob Halford aliado a precisão da dupla K.K. Downing e Glenn Tipton nas guitarras impressiona, e abre o álbum em grande estilo. Pancadaria total.

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(1991) Bad English – Backlash

Capa do álbum

Em 1988 o mundo do rock estava prestes a conhecer um dos maiores “Super Grupos” do AOR, o Bad English, formado por Johnathan Cain, tecladista que havia deixado o Journey após um grande hiato da banda,  e John Waite   vocalista que integrou a banda britânica The Babys durante a década de 70 e o começo dos anos 80, fizeram muito sucesso com o seu álbum de estréia que levava o mesmo nome da banda, “Bad English”,  Blacklash é o segundo e último álbum lançado pela banda americana e não chegou a vender tanto, com apenas um single nas paradas. Mas é um belo álbum com passagens magistrais, vale a conferida.

Melhor música: The Time Alone With You

Pior música: Life At The Top (Sem vídeo no youtube)

1. “So This Is Eden” (John Waite, Jonathan Cain, Russ Ballard) – 5:09 5/5

O álbum abre enérgico, ao fundo temos um coro logo de cara, que gruda na cabeça e não sai mais, a música vai se construindo e com um uma ótima pegada nas guitarras, com interação perfeita nos teclados durante o refrão, mostra que a banda era uma das melhores do AOR e que poderia ter rendido mais alguns bons frutos se tivessem lançado outros álbuns.

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