(2010) H.E.A.T – Freedom Rock


Uma bela obra de AOR (Adult Oriented Rock) em pleno 2010, os suecos do HEAT não trazem nada de novo a música em seu segundo álbum, mas fazem muito bonito com ótimas composições e melodias marcantes, coisa que muita banda com muito tempo de estrada não conseguiu até hoje. No entanto “Freedom Rock” deixa um pouco a desejar, por uma pegada mais comercial e apelativa se comparado ao primeiro cd dos suecos.

Melhor Música: We’re Gonna Make It To The End

Pior Música: I Can’t Look The Other Way

01 – Beg Beg Beg (3:05) 5/5
Um ótimo riff abre o álbum com o entusiasmo que uma banda de rock deve ter, destaque para o refrão que nos faz pensar se esta não é uma música do Van Halen com Sammy Hagar nos vocais em seu auge, ou seja, mais do que recomendada.

02 – Black Night (4:03) 3,5/5
Com uma abertura um pouco mais pesada Black Night começa e os vocais de Tobias Sammet (Sim, ele mesmo, do Edguy e Avantasia) extremamente competentes e afinados nos faz lembrar de Europe nos seus melhores momentos, uma faixa que com certeza teria um enorme destaque se lançada nos anos 80.

03 – Danger Road (3:01) 5/5
A introdução da música se dá com o refrão, uma fórmula clássica de bandas de hard rock para deixar a música um pouco mais comercial, chega a enjoar um pouco, mas é uma das melhores músicas de hard rock já produzidas nos últimos anos.

04 – Shelter (3:30) 5/5
Primeira balada do álbum, totalmente comercial, mas nem por isso deixa de ser boa. Com um belo refrão que marca e gruda na cabeça, a mesma fórmula batida de sempre, mas executada com perfeição, destaque para o maravilhoso solo de guitarra.

05 – We’re Gonna Make It To The End (4:13) 5/5
Uma semi-balada com uma introdução na guitarra simplesmente fantástica, de certa não soa datada, pois consegue manter o estilo de músicas feitas nos anos 80 com um toque de modernidade, mas sem deixa-la chata, uma melodia no refrão das mais belas já feitas, outra que gruda na cabeça e não sai mais, uma música fantástica e merece ser ouvida muitas vezes.

06 – Stay (3:26) 4/5
Outra música que nos lembra Europe, não é daquelas faixas que te marcam na primeira ouvida no álbum, mas mesmo assim não deixa de ser uma ótima música, novamente o destaque fica com os vocais poderosos, a guitarra extremamente competente e o refrão que te faz balançar e cantar junto.

07 – Nobody Loves You (Like I Do) (2:57) 3/5
Faixa mais curta do álbum, ainda bem, diga-se de passagem…após uma introdução marcante e empolgante a música não empolga e acaba tornando-se repetitiva. Contudo o refrão da música é muito bom e dá de 10×0 em muita banda experiente por aí. Mas fica nisso.

08 – Everybody Wants To Be Someone (3:35) 5/5
Uma linda introdução no teclado que nos leva de volta aos anos 80 (Sim, de novo), mas o toque de modernidade prova mais uma vez que HEAT é uma banda com um enorme potencial pra despontar cada vez mais no cenário europeu com ótimos músicos e excelentes melodias.

09 – I Know What It Takes (3:05) 5/5
Um cativante e enérgico solo abre a música, o destaque aqui fica novamente por conta da banda soar como alguma dos anos 80 só que com modernindade, com um refrão empolgante e uma base bem construída a música não apresenta nada de novo, mas é um destaque entre tantas ótimas músicas.

10 – Living In A Memory (Japan Bonus Track) (3:20) 4/5
Talvez a música mais pesada do álbum, lançada apenas na edição japonesa do álbum, apenas mais do mesmo, tem a mesma base de todas as músicas do disco.

11 – Cast Away (4:02) 5/5
Começa com um ritmo de balada e acelera no tempo certo, com um refrão grudento e um solo pra quebrar guitarristas mais famosos, é com certeza uma das melhores do álbum.

12 – I Can’t Look The Other Way (4:16) 3,5/5
Neste ponto do álbum a fórmula do mesmo já fica batida e chega a enjoar não empolgando tanto como no início, e o refrão inferior aos anteriores faz com que você passe rápido a música.

13 – Who Will Stop The Rain (4:12) 5/5
O título da música nos faz lembrar logo do clássico do Creedence Clearwater Revival, mas essa música aqui não tem nada a ver com o clássico setentista, uma introdução no violão e uma melodia bem composta eleva o o nível do álbum novamente, fazendo com que o mais do mesmo se torne um pouco diferente e agradável nesta faixa.

14 – Tonight (Japan Bonus Track) (3:15) 4/5
Outro bônus nipônico, encerra o álbum da mesma forma que começa melodias dos anos 80 com toques de modernidade, fazendo o álbum todo soar uma imensa e única faixa, mas com certos toques que fazem um dos melhores lançamentos de 2010 e prova mais uma vez que a suécia é palco de ótimos músicos de AOR e Hard Rock.

Média do álbum: 8/10

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