(1980) Judas Priest – British Steel


British Steel

Capa do Álbum

British Steel, é o sexto álbum dos britânicos do Judas Priest, que foram um dos principais precursores da NWOBHM. Esse álbum é um dos mais importantes tanto para a história da banda, como também para a história do Heavy Metal mundial.

Melhor música: Breaking the Law

Pior Música:You Don’t Have to Be Old to Be Wise

1 – “Rapid Fire” (Halford/Downing/Tipton)  – (4:08) 5/5

Começa o álbum. Nada mais avassalador e mostrando que o álbum promete ser muito bom com um “fogo rápido”. A banda começa com riffs e batidas rápidas e o vocal destruidor do lendário Rob Halford. Entre os versos, é tocado o riff principal da música além de solos rápidos que condiz com a música. Ótima escolha para abrir o álbum.

2 – “Metal Gods” (Halford/Downing/Tipton) – (4:00) 5/5

Nada mais justo que o Judas para ter um hino do Metal como essa música. Riff perfeito e com a distorção escolhida milimetricamente, encaixa perfeitamente na música inteira. Refrão digno de cantar junto em coro, indiscutível. Solo discreto, que só tem que acrescentar nessa música. Com sons de armaduras a banda vai terminando uma das melhores músicas do British Steel.

3 – “Breaking the Law” (Halford/Downing/Tipton)– (2:35) 5/5

Atire a primeira pedra quem nunca cantou ao menos o refrão dessa clássica da história do Heavy Metal. Com seu peso, o riff antológico e os “Breaking the Law” no refrão, é indiscutível dizer que é a mais importante do álbum.

4 – “Grinder” (Halford/Downing/Tipton) – (3:58) 5/5

Boa música, se encaixa perfeitamente no conceito do álbum e no ritmo pesado caracteristico das músicas do Priest. Ótimo refrão e novamente um solo curto, mas da conta do recado, junto com seu riff simples mas “malvado”.

5 – “United” (Halford/Downing/Tipton) – (3:35) 5/5

Riff pesado e performace indiscutível do mestre Halford. O ápice da música é o refrão que lembra músicas de batalha, principalmente no último refrão ao que é cantado em coro. É uma das muitas músicas do Priest que tem que se cantar em coro. Antes de bandas como Manowar fazerem músicas assim, o Judas já mostrava esse tipo de música e até hoje continuam inspirando bandas de todo o planeta com seus clássicos.

6 – “You Don’t Have to Be Old to Be Wise” (Halford/Downing/Tipton) – (5:04) 4/5

Batida característica do Priest não é tão pesada quanto as músicas anteriores do álbum. Tem um refrão discreto e não tem todo o poder do álbum, mas merece respeito, por mais cansativa e repetitiva que ela pode ser.

7 – “Living After Midnight” (Halford/Downing/Tipton) – (3:31) 4/5

Junto com Breaking the Law, é um dos clássicos da banda e foi muito aceita pela fácil assimilação. Particularmente falando, outras músicas deveriam ter sido mais aproveitadas além dessa. Não possui o peso do início do álbum, mas é uma música interessante de ouvir.

8 – “The Rage” (Halford/Downing/Tipton) – (4:44) 5/5

Inicia com um riff de baixo seguido pela guitarra que vai crescendo e criando um dos melhores riffs do álbum. Logo vem o vocal de Halford cantando com mais agressividade, não deixando de lado suas notas altas e longas. É um pouco parada, mas não deixa de perder o peso da banda ao terminar a música com um solo rápido, característico do álbum.

9 – “Steeler” (Halford/Downing/Tipton) – (4:30) 5/5

Praticamente tem o mesmo conceito de Rapid Fire junto com Living After Midnight, tem o peso e  a velocidade e novamente uma ótima atuação do vocal de Halford. Fora do “padrão de fim de álbum”, o Judas termina um clássico do Heavy Metal mundial com o peso que eles apresentaram durante o álbum inteiro.

Média do Álbum: 9/10

Curiosidades:

  • O álbum foi gravado na casa de John Lennon, a mesma da gravação do clipe de Imagine.
  • Living After Night foi elaborada quando Tipton saia da cama as 4h. da manhã para tocar, e Halford dizia “Cara, o que você está fazendo? Você está vivendo após meia noite (‘Living After Midnight’) aqui”

Dedicate to FM

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  1. #1 por Hellion em 30/09/2010 - 11:05

    Ressucitando alguns posts mais antigos! E cara, como esse riff “malvado” de Grinder é foda \,,/

  2. #2 por Igor Maxwel em 02/04/2012 - 14:25

    Ótimo disco do Judas Priest, banda que eu comecei a gostar há dois anos graças o meu amigo Mauro, o “Tiozinho” da locadora do meu bairro. Foi a partir dele que mais tarde eu comecei a conhecer os que vieram depois dele: “Screaming for Vengeance” (1982), “Defenders of the Faith” (1984) e o “Painkiller” (1990). Sem contar que o anterior “Hell Bent for Leather” (1979) é muito bom também. São os cinco melhores discos dos Metal Gods.

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